Brasileiros em Los Angeles

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07/20/2024

Open House em View Park! 🏡

Venha conhecer seu santuário renovado em View Park!

📍 Endereço: 3957 Fairway Blvd, View Park, CA 90043
💰 Preço: $1,389,000
🛏️ Quartos: 3
🛁 Banheiros: 3
📐 Área de Estar: 2,301 sq ft
🌳 Tamanho do Lote: 6,651 sq ft
🏡 Ano de Construção: 1951

Detalhes:
Bem-vindo ao seu santuário renovado em View Park! Esta linda casa apresenta pisos de vinil de luxo de carvalho, uma cozinha gourmet, uma sala aconchegante com lareira e um oásis de quintal em níveis. Com 2,301 SF de espaço de vida em um lote de 6,650 SF, está a minutos do LAX, DTLA e mais!

Apresentado por:
Suely Anderson, Keller Williams Palos Verdes
📞 Celular: (310) 994-4316
📧 Email: [email protected]
📍 550 Deep Valley Drive, Rolling Hills Estates, CA 90275

MLS #: SB24055574

Participe e explore esta bela casa!

Falamos: English, Coreano, Português e Espanhol

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English Version for Bilingual Context:

Open House in View Park! 🏡

Come explore your renovated sanctuary in View Park!

📍 Address: 3957 Fairway Blvd, View Park, CA 90043
💰 Price: $1,389,000
🛏️ Bedrooms: 3
🛁 Bathrooms: 3
📐 Living Area: 2,301 sq ft
🌳 Lot Size: 6,651 sq ft
🏡 Year Built: 1951

Details:
Welcome to your renovated sanctuary in View Park! This exquisite home features oak luxury vinyl plank floors, a gourmet kitchen, a cozy den with a fireplace, and a terraced backyard oasis. With 2,301 SF of living space on a 6,650 SF lot, it’s minutes from LAX, DTLA, and more!

Presented by:
Suely Anderson, Keller Williams Palos Verdes
📞 Mobile: (310) 994-4316
📧 Email: [email protected]
📍 550 Deep Valley Drive, Rolling Hills Estates, CA 90275

MLS #: SB24055574

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03/14/2018

A NASA deveria estudar os brasileiros.

02/08/2018

Los Angeles tem o maior congestionamento de tráfego do mundo pelo sexto ano consecutivo, diz o relatório

LOS ANGELES (KABC) - Angelenos provavelmente já sabia disso - mas agora é oficial: Los Angeles tem o pior tráfego do mundo. Um novo relatório da empresa analítica INRIX afirma que Los Angeles tem o pior bloqueio - pelo sexto ano consecutivo - de 1.361 cidades em 38 países.

O relatório do ranking de Congestão Global do INRIX afirma que os motoristas em Los Angeles passaram uma média de 102 horas em congestionamento em 2017 durante períodos de pico, o equivalente a mais de quatro dias. Los Angeles foi seguido pela cidade de Nova York, San Francisco, Atlanta e Miami na lista dos EUA. O relatório também listou os corredores mais congestionados nos EUA. A 10 Freeway entre as rotas 405 e 110 ficou em quarto lugar na lista. Mas os oficiais de Caltrans disseram que não ficaram surpresos com os resultados do estudo. "O congestionamento é um fato da vida em L.A. e algo que Caltrans está prestando atenção", disse o porta-voz Michael Comeaux.

Caltrans disse que o problema é que a demanda pela estrada é muito alta. O sistema de auto-estrada de L.A. foi construído na década de 1950, quando poucas pessoas moravam na cidade, e as estimativas agora mostram que esse número aumentará para cerca de 50 milhões até 2050.

"Estou pronto para deixar a Califórnia, é isso que passa pela minha mente quando estou no (trânsito). Me tire daqui", disse o residente de Pasadena, Merritt Kirchoffer.

Mais de 50.000 sensores e medidores de rampa estão agora no lugar para ajudar Caltrans a mitigar as condições de trânsito, de acordo com a agência. "Eles nos permitem ter uma idéia melhor do que precisa ser feito", disse Comeaux. Mas Caltrans também lembra aos passageiros que eles podem fazer sua parte, também, verificando o tráfego antes de sair pela porta, ou compartilhar, ou fazer o transporte público. O estudo descobriu que o congestionamento de tráfego custava US $ 305 bilhões em 2017, uma média de US $ 1.445 por motorista. Esses montantes refletem custos diretos e indiretos. Os EUA representaram 10 das 25 principais cidades do mundo com o pior congestionamento de tráfego no estudo INRIX. Para ver o estudo completo, visite www.inrix.com.

02/04/2018

Marque aquela pessoa que passou por essa situação.

Rapaz relata tentativa frustrada de entrar com a mãe ilegalmente nos EUA: 'Tive que beber minha própria urina'Eles passa...
01/24/2018

Rapaz relata tentativa frustrada de entrar com a mãe ilegalmente nos EUA: 'Tive que beber minha própria urina'

Eles passaram sete dias andando rumo à San Diego, no sul da Califórnia, mas foram pegos pela imigração americana e retornaram ao Brasil depois de meses de espera em penitenciárias americanas.

O sonho americano virou pesadelo para mãe e filho que tentaram entrar ilegalmente nos Estados Unidos. Os dois, que moram em Sorocaba (SP), foram flagrados por agentes americanos quando tentavam entrar no estado da Califórnia, no ano passado.

“Foi terrível. Quando a imigração nos pegou, me separaram da minha mãe. A partir daí, não a vi mais até chegar ao Brasil. Passei fome, sede e muito medo. Me davam cerca de 10 bolachas para passar o dia. Fiquei algemado nas mãos, cintura e pés", lembra Wellington Oliveira, de 28 anos.

O rapaz foi transferido cinco dias depois. No estado do Arizona, o sorocabano ficou 22 dias preso com outros 100 imigrantes. "Para mudar de penitenciária, fiquei mais de 24 horas sem comer nem beber, algemado dentro de um ônibus que nos levava para a cidade de Laredo, no Texas", conta.

Sueli passou por cerca de cinco penitenciárias dos Estados Unidos. "Foram tantos lugares que nem lembro o nome. Me garantiram que não ficaria longe do meu filho, mas fiquei. As celas eram superlotadas, horrível", lamenta.

Os dois foram presos em 5 de outubro. A mãe ficou um mês presa até ser deportada. Já para o rapaz o retorno foi mais difícil: foram três meses passando de prisão em prisão até conseguir a deportação para o Brasil.

Segundo o Itamaraty, os dois estão entre os mais de 1,4 mil brasileiros que foram deportados dos EUA durante 2017.
Sonho americano

A ideia de correr atrás do sonho americano começou a tomar forma há um ano. Desempregado e pai de três filhos, de 2, 4 e 9 anos, Wellington viu nos EUA a chance de dar uma vida melhor à família.

Sueli aproveitou os planos do filho e resolveu ir junto. A dona de casa, mãe de cinco filhos, queria proporcionar condições melhores a eles e ao neto de 8 anos, que tem paralisia infantil. "Fiz essa escolha pensando nele", afirma.

Eles contam que pesquisaram na internet o melhor trajeto para fazer a travessia ilegal. As pesquisas começaram em janeiro de 2017 e, quase nove meses depois, em setembro, deram início ao plano.

"Ficávamos pesquisando o lugar mais fácil para entrarmos e vendo onde seria mais barato", lembra Wellington.

Ao contrário de outros brasileiros, que contratam "coiotes" para ajudá-los na travessia, os moradores de Sorocaba resolveram ir sozinhos.

Travessia

O voo que levou os sorocabanos à Tijuana, no México, cidade tradicionalmente escolhida por quem quer se arriscar a cruzar a fronteira, partiu do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no dia 25 de setembro de 2017.

"Chegando lá, iríamos procurar ajuda em igrejas e hospitais até conseguirmos um emprego. Não tínhamos medo porque estes lugares têm um acordo de não denunciar imigrantes", conta o rapaz.

Quando pousaram, Sueli e Wellington foram à praia de Tijuana. “Seguimos o muro que divide os dois países a pé. Ficamos dois dias andando e procurando um lugar para entrarmos no país. Durante o dia ficávamos todo o tempo escondidos. Só andávamos à noite, assim, a possibilidade de alguém nos ver era menor", afirma Sueli.

“Não comíamos nem bebíamos nada. Para sobreviver, tivemos que beber nossa urina”, relata Wellington.

Eles contam que não conheciam o local nem o caminho exato. "Nós não participamos de nenhum grupo, fomos sozinhos. O nosso dia era subir e descer morro. Subir e descer montanhas intermináveis", diz.

Cinco dias depois de sair do Brasil, os dois conseguiram entrar nos EUA. “Depois de passar pela fronteira, de madrugada, ficamos mais cinco dias andando rumo a San Diego, onde queríamos morar e trabalhar."

Mas a sensação de conquista durou pouco. “Depois de andarmos muito, até chegamos a ver a cidade de longe. Mas aí, de repente, fomos pegos pela imigração."

'Estou presa'

Wellignton conta que, ao ser preso, tentou pedir para dar um telefonema, mas foi impedidio. Nem ele nem a mãe falavam outro idioma além do português.

"Não deixaram ligar para minha família... Não pude avisar ninguém!", diz. Já Sueli conseguiu dar um rápido telefonema para a filha, de 21 anos. “Foi o tempo necessário da minha mãe dizer, ‘estou presa’ e desligaram o telefone”, lembra Stefani de Oliveira.

Separados depois da prisão, mãe e filho dizem que procuraram ajuda do Consulado Brasileiro, mas não tiveram retorno.

Ao G1, o Itamaraty, informou que não há registro de contato dos brasileiros com o consulado de Los Angeles, responsável pela área onde foram presos. Reforçaram também que o Itamaraty presta assistência consultar fornecendo roupas, comida, material de higiene e assistência jurídica para os brasileiros que pedem ajuda.

7º lugar em deportações

Até o dia 31 de dezembro de 2017, havia 548 brasileiros presos nos EUA aguardando a extradição. A principal motivação das detenções são irregularidades imigratórias. Ainda ano passado, 1.413 brasileiros foram deportados, um aumento de 30% em relação a 2016, que contabilizou 1.095 repatriamentos.

Segundo o ministério, o Brasil foi o 7º país com mais deportações na fronteira americana. Em primeiro lugar ficou o México, com mais de 128 mil casos. Guatemala, Honduras, El Salvador, Haiti e República Dominicana vêm em seguida, respectivamente.

Sueli soube que seria deportada no fim do mês de outubro. Chegou no Brasil dia 10 de novembro de 2017. "Eu achava que encontraria meu filho no aeroporto, para voltarmos juntos, mas não foi o que aconteceu."

"Recebi a notícia que seria deportado no dia 22 de dezembro. Logo no outro dia já embarquei rumo a São Paulo", conta o filho.

De volta ao Brasil, Sueli diz que tudo não passou de uma ilusão. “O meu sonho agora é ficar no Brasil! Tudo o que nós achamos que aconteceria foi uma ilusão. Não é nada do que eu imaginava... Nada!", completa.

Quando perguntados se voltariam ao país, a resposta vem em uníssono, como se tivesse sido ensaiada: “Nem a passeio!”

https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/rapaz-relata-tentativa-frustrada-de-entrar-com-a-mae-ilegalmente-nos-eua-tive-que-beber-minha-propria-urina.ghtml

Diosdado Cabello — conhecido como braço-direito do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro — anunciou na noite de quarta...
12/28/2017

Diosdado Cabello — conhecido como braço-direito do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro — anunciou na noite de quarta-feira que as autoridades do país prenderam o brasileiro Jhonatan Moisés Diniz. Segundo o governo de Caracas, o jovem residente de Los Angeles, nos Estados Unidos, participava de uma organização criminosa com braços internacionais. Ele é acusado de dirigir uma ONG chamada Time of Change, que, segundo as autoridades venezuelanas, servia de fachada para promover atividades contra o regime nas redes sociais e nas ruas da Venezuela.

Outras três pessoas venezuelanas também foram detidas com Diniz, segundo Cabello. O número 2 do chavismo, em pronunciamento pela televisão, acusou a ONG que o brasileiro teria liderado de supostamente entregar alimentos e itens básicos a moradores de rua para, na verdade, obter financiamento em moeda nacional e estrangeira para grupos que o governo venezuelano classifica de terroristas. Ele seria parte ainda do grupo "Warriors of Angels" ("Guerreiros dos Anjos", em português) e estaria sendo punido por publicar na internet imagens dos protestos contra o regime de Maduro, que tomaram as ruas da Venezuela por vários meses neste ano.

— Foram presas no estado de Vargas pelas forças de segurança quatro pessoas, integrantes de uma organização criminosa com braços internacionais — disse Cabello em seu programa semanal na televisão pública, em que falou especificamente de Diniz: — Ele está preso, senhores da embaixada americana. Serão garantidos os seus direitos humanos. Alerta com este tipo de ações de aparência social.

Cabello sugeriu que a CIA poderia estar envolvida nas supostas atividades do brasileiro contra o regime, com o objetivo de "identificar objetivos estratégicos e financiar terroristas". Segundo a autoridade, que é também membro da Assembleia Constituinte de Maduro e vice-presidente do governista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), na operação de detenção os policiais apreenderam 40 camisetas e bonés de cor vermelhas, identificadas com o nome da ONG Time of Change.

Em dias de alta tensão nas relações diplomáticas entre Brasil e Venezuela, com a expulsão recíproca de embaixadores entre os dois países, Maduro atacou o governo brasileiro na quarta-feira. No último sábado, a Venezuela havia declarado o embaixador brasileiro Ruy Pereira persona non grata, e expulsado o encarregado de negócios canadense, Craig Kowalik. Em reação às medidas hostis, Brasília e Ottawa também expulsaram os diplomatas venezuelanos dos seus respectivos territórios.

— Me agrada muito que o governo não eleito de extrema-direita do Brasil e o governo com complexo imperialista de extrema-direita e ra***ta do Canadá tenham reconhecido o poder plenipotenciário da Assembleia Nacional Constituinte — disse Maduro, enviando uma ordem irônica ao seu ministro das Relações Exteriores, Jorge Arreaza: — Chanceler, agradeça a eles de minha parte, por favor, oficialmente, por escrito.



Número 2 do chavismo acusa jovem residente dos EUA de liderar 'organização criminosa'

Americanos, canadenses, japoneses e australianos poderão tirar o visto brasileiro pela internet.E-VISA terá validade de ...
11/23/2017

Americanos, canadenses, japoneses e australianos poderão tirar o visto brasileiro pela internet.
E-VISA terá validade de dois anos e não exclui a possibilidade de o interessado solicitar visto da forma tradicional, por meio da rede consular brasileira.

Os cidadãos australianos, canadenses, americanos e japoneses poderão requerer o visto de turismo brasileiro por meio do Programa de Visto de Visita por Meio Eletrônico (e-Visa). Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o sistema dá mais rapidez e comodidade à solicitação de visto para o Brasil e aumenta a eficiência na prestação dos serviços consulares.

O Consulado-Geral do Brasil em Miami participou da implantação do projeto e prestou apoio para a realização do processo licitatório que selecionou a empresa responsável.

Em 2016, os consulados brasileiros localizados nesses quatro países foram responsáveis por 63,74% da demanda mundial por vistos de turismo e 58,15% da demanda por vistos de negócios rumo ao Brasil. O e-Visa brasileiro custará $40, cerca de R$ 130. Diferente do visto comum, que tem validade de até cinco anos, o e-Visa tem validade máxima de dois anos e não exclui a possibilidade de o interessado solicitar visto da forma tradicional, por meio da rede consular brasileira.

Vale lembrar que para outros tipos de vistos para o Brasil, como negócios por exemplo, o requerente precisa ir até o Consulado.

Para que o beneficiário possa embarcar para o Brasil, é necessário que ele apresente à companhia aérea a cópia impressa ou imagem digitalizada do visto eletrônico. A Polícia Federal está plenamente integrada ao novo sistema, e há a previsão de integração, em futuro próximo, com os e-Gates (serviços automatizados de conferência de passaportes) nos aeroportos brasileiros, atualmente exclusivos para cidadãos do Brasil.

O estrangeiro do Canadá, Estado Unidos, Japão ou Austrália interessado em visitar o Brasil poderá requerer o e-Visa e obtê-lo de forma remota, pelo site ou aplicativo em celular ou tablet pelo www.vfsglobal.com/brazil-evisa. O programa eletrônico estará disponível a partir de 21 de novembro para os australianos, de 11 de janeiro de 2018 para os japoneses, de 18 de janeiro de 2018 para os canadenses, e de 25 de janeiro de 2018 para cidadãos americanos. (Com informações da Agência Brasil).

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