Valter Cunha - Despachante OficialSp, Unipessoal LDA

Valter Cunha - Despachante OficialSp, Unipessoal LDA Agentes Aduaneiros e similares de apoio ao transporte

APDL E CÂMARA DE VIANA DO CASTELO AVANÇAM COM ESTUDO PRÉVIO PARA EXPLORAR POTENCIALIDADES DO PORTO MARÍTIMOCom o objetiv...
15/06/2022

APDL E CÂMARA DE VIANA DO CASTELO AVANÇAM COM ESTUDO PRÉVIO PARA EXPLORAR POTENCIALIDADES DO PORTO MARÍTIMO

Com o objetivo de potenciar a utilização do porto marítimo vianense, os presidentes da Câmara Municipal de Viana do Castelo e do Conselho de Administração da APDL – Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana, SA, Luís Nobre e Nuno Araújo, respetivamente, assinaram um protocolo para avançarem com o “Estudo Prévio para o desenvolvimento do Porto de Viana do Castelo”.

Aproveitando para recordar os 30 milhões de euros que já foram investidos, nos últimos anos, o presidente da APDL considerou que “este estudo irá permitir olhar para esta estrutura e perceber as necessidades da indústria, da economia local e se o porto consegue responder a essas necessidades”. Caso contrário, frisou, é preciso perceber “o que se pode fazer para melhorar a sua capacidade de resposta”.

Este estudo prévio vai identificar um perfil adequado para a potenciação do uso do Porto Marítimo de Viana do Castelo, nomeadamente a movimentação de carga pelo tecido empresarial da região, no âmbito da Agenda 20-30, descreveu a autarquia em comunicado. Além de explorar “as possibilidades de conexão ferroviária entre o Porto de Viana do Castelo e um porto seco, num raio de distância a rondar os 10 km, num contexto que gerará maior otimização dos grandes investimentos em Viana do Castelo”, resume o município.

Durante a cerimónia de assinatura, nas instalações do porto de mar, o presidente da Câmara de Viana do Castelo começou por notar a importância deste estudo, que “vai dar condições para desenvolver o trabalho desta estrutura hoje e no futuro”. Considerado um “desafio para o futuro”, o estudo vai ainda “abrir oportunidades e desafios do futuro para que a infraestrutura continue a crescer, dialogando com todos e fazendo parte do processo que irá criar oportunidades de crescimento para o porto de mar”.

De acordo com o documento assinado pelas partes, “adaptar o porto ao novo tecido industrial, ou seja, às novas realidades, poderá potenciar o crescimento da infraestrutura portuária e o desenvolvimento sustentável e de aceleração da inovação ancorada no porto marítimo”. Mais, lê-se no documento, “nas oportunidades identificadas incluem-se, eventualmente, elementos-chave das cadeias logísticas e de transporte, tais como acessibilidades ferroviárias, porto seco, polo logístico intermodal, promoção da transição energética rumo à neutralidade carbónica, entreposto aduaneiro, capacidade de acolhimento de carga contentorizada e carga”.

À APDL compete, assim, lançar o procedimento para a contratação da entidade responsável pela elaboração do estudo, assim como o acompanhamento da execução do mesmo, enquanto a autarquia de Viana do Castelo Município cede toda a informação que for precisa para a realização do estudo.

Disrupção na Supply Chain: Novo relatório diz que 2022 pode ser ano de normalizaçãoDepois da pandemia e do início de uma...
06/05/2022

Disrupção na Supply Chain: Novo relatório diz que 2022 pode ser ano de normalização

Depois da pandemia e do início de uma guerra na Europa, a cadeia de abastecimento global tem vindo a ajustar-se para suprir as dificuldades encontradas. Agora, um novo relatório, desta feita da Crédito y Caución, explica que já há sinais de alguma normalização no setor.
Em documento publicado no seu site, a empresa explica que os constrangimentos sentidos durante os últimos meses tenderão a alivar-se, sendo que, apesar da política de Covid zero da China, será de esperar algum regresso de previsibilidade a todo o ‘sistema’.

“A Crédito y Caución espera que as pressões globais na cadeia de abastecimento diminuam à medida que a procura das famílias muda de bens para serviços e o encerramento de fábricas devido à pandemia termina. De facto, os dados de 2022 já mostram os primeiros sinais de relaxamento dos constrangimento e nivelamento do custo do transporte internacional”, começa por referir o relatório.

“A abordagem de tolerância zero da China à pandemia continua sendo a maior ameaça ao retorno à normalidade na cadeia de suprimentos. Embora seu impacto seja relativamente limitado, o recente fechamento de Xangai é um aviso do que acontecerá se a pandemia atingir partes mais amplas da China novamente”, explica-se no mesmo documento, abordando-se depois a questão da guerra entre Rússia e Ucrânia.

“Embora nem a Rússia nem a Ucrânia sejam grandes exportadores de produtos manufaturados, as sanções, os encerramentos de fábricas e as dificuldades em transportar mercadorias para fora da Ucrânia estão a afetar negativamente o setor automóvel europeu. A Rússia é também um fornecedor chave de gases nobres. A sua interrupção poderia ter um impacto na produção de semicondutores, em especial se o conflito se prolongar. Além disso, o encerramento dos portos russos poderá voltar a exercer uma pressão inflacionista sobre o custo do transporte marítimo”, termina a Crédito y Caución.

Disrupção na Supply Chain: Novo relatório diz que 2022 pode ser ano de normalização - Mob Magazine

O porto de Sines manteve o 15.º lugar no top dos maiores portos de contentores da União Europeia em 2021, elaborado por ...
03/03/2022

O porto de Sines manteve o 15.º lugar no top dos maiores portos de contentores da União Europeia em 2021, elaborado por Theo Notteboom.
Sines cresceu mais do dobro do mercado do Top 15 em 2021 (face a 2020) e foi também o que mais progrediu na comparação com o último ano antes da pandemia de Covid-19 e, de muito longe, aquele que mais avançou desde 2007, imediatamente antes da crise financeira global.
Na sua análise, Theo Notteboom referindo-se a Sines, destaca “o impressionante crescimento de 28,2% no espaço de dois anos [2019-2021]”.
Juntos, os 15 maiores portos de contentores da UE movimentaram 78,1 milhões de TEU no ano passado. Mais 5% do que em 2020, mas ainda menos 1,2% que em 2019.
Le Havre liderou os ganhos percentuais em 2021, seguido de Marsaxllokk e de Barcelona. Nas perdas, destacou-se Algeciras, à frente do Pireu e de Gioia Tauro.
Roterdão reforçou a liderança. Valência subiu ao quarto lugar por troca com o Pireu (que em 2007 era 17.º no ranking). Bremerhaven fez o mesmo com Algeciras, no sexto posto. E a situação repetiu-se entre Barcelona e Gioia Tauro, no oitavo lugar.
Na sua análise, Theo Notteboom destaca ainda, fora da UE mas com impacte nos portos do Sul da Europa, a performance de Tanger Med, que cresceu 24,3% em 2021 (e 20% em 2020) e já contou 7,1 milhões de TEU.
Sines, que em 2007 não integrava este ranking, poderá já este ano ascender ao 14.º lugar, por força da fusão – efectiva a partir de Abril – de Antuérpia e Zeebrugge.

O porto de Sines manteve o 15.º lugar no top dos maiores portos de contentores da União Europeia em 2021, elaborado por Theo Notteboom.

Porto de Leixões testa Inteligência ArtificialO Porto de Leixões está a testar software de Inteligência Artificial para ...
08/11/2021

Porto de Leixões testa Inteligência Artificial

O Porto de Leixões está a testar software de Inteligência Artificial para controlar em tempo real os acessos de contentores à área portuária.

Os te**es inscrevem-se numa parceria entre o Porto de Leixões e a AllRead Machine Learning Technologies, uma startup catalã especializada em software de visão computacional.

Com a utilização da solução da AllRead, e com apenas uma câmara em cada acesso foi possível realizar a “leitura de contentores do tipo BIC e contentores-tanque, que circulam pelos diferentes acessos da área portuária, para processar imagens e vídeos com texto e códigos, e extrair apenas a informações desejada, fornecendo leituras com até 90% de precisão e com integrações em tempo real aos seus sistemas”, destaca a APDL em comunicado.

A solução testada evita “os altos custos de hardware e implementação, que outras soluções tradicionais de OCR (Optical Character Recognition) exigem” e, além disso, permitirá à APDL “trazer uma solução de leitura ágil e não intensiva em CAPEX para outros acessos do Porto de Leixões”, acrescenta a nota.

Em consequência, está já a ser trabalhada a utilização da solução em mais cinco acessos no Porto de Leixões, para rastrear as “placas de veículos, contentores e comboios, em locais que até então não eram possíveis”, com isso agilizando e desmaterializando processos e melhorando “a rapidez e a eficácia das operações portuárias e fluxos logísticos como um todo”.

O Porto de Leixões está a testar software de Inteligência Artificial para controlar em tempo real os acessos de contentores à área portuária.

O concurso para o novo terminal de contentores de Leixões avançará até ao final do ano, mas a APDL ainda não decidiu que...
07/10/2021

O concurso para o novo terminal de contentores de Leixões avançará até ao final do ano, mas a APDL ainda não decidiu quem assumirá a construção.

A reconversão do terminal multiusos no novo terminal de contentores de Leixões, com fundos de -14 metros, irá a concurso até ao final do ano, mas o modelo de concessão ainda não está fechado, disse Nuno Araújo, presidente da APDL, na recente PORTO MARITIME WEEK, promovida pelo TRANSPORTES & NEGÓCIOS.

Sobre a mesa estão duas hipóteses para construir a “maior obra pública do século”, referiu Nuno Araújo. “A primeira é fazer aquilo que já fizemos no passado, isto é, fazermos a obra e depois concessionarmos a operação. Seria algo arrojado para a APDL mas está a ser equacionado. A solução alternativa passa por entregarmos logo a concepção, construção e depois a exploração a uma empresa privada. No final do ano iremos colocar no mercado aquela que for a melhor opção para o Estado e para a APDL”, disse.

O investimento previsto é de 220 milhões de euros, e daí Nuno Araújo falar em “algo arrojado” para a APDL. Até porque a administração portuária de Leixões perdeu cerca de 15 milhões de euros de receitas anuais com o fim da movimentação de petróleo bruto, em consequência do encerramento da refinaria da Petrogal em Leça da Palmeira.

Mas os planos de Leixões para o negócio dos contentores não se esgotam no novo terminal. No horizonte está também a modernização e ampliação do terminal de contentores norte (concessionado à Yilport) que, juntamente com a ampliação do terminal de contentores sul (praticamente concluída) e o novo terminal permitirão duplicar o volume de carga contentorizada no porto.

E daí também a aposta na ferrovia porque, sublinhou Nuno Araújo, é impensável duplicar o número de camiões que diariamente demandam o porto nortenho para carregar/descarregar contentores.

O novo terminal de contentores de Leixões avançará até ao final do ano, mas a APDL ainda não decidiu quem assumirá a construção.

Novas portagens em Espanha ameaçam exportações portuguesasAntram prevê impacto das novas portagens em Espanha nas export...
31/08/2021

Novas portagens em Espanha ameaçam exportações portuguesas

Antram prevê impacto das novas portagens em Espanha nas exportações portuguesas, estimando um aumento de custos até 8% nas exportações para França e 7% para Alemanha.

Face aos planos do Governo espanhol para introduzir portagens em 12 mil quilómetros de “vias rodoviárias de alta capacidade”, designadas “autovias” e “autopistas”, a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (Antram) prevê um aumento dos custos nas exportações portuguesas, estimando entre 6% e 8% nas exportações para França e de 5% a 7% nas exportações para a Alemanha. A notícia foi avançada pelo Público (acesso condicionado).

A Antram explica que estes preços foram calculados assumindo um valor de 0,15 euros por quilómetro nas novas portagens, à semelhança do que é praticado noutras autoestradas espanholas, que se traduzirá num aumento de 90 euros por cada camião que atravesse Vilar Formoso até à fronteira de Irún. A introdução de portagens pesará também nos produtos importados, onerados entre 5% e 7% nas importações de França e 4% e 6% nas importações da Alemanha.

Esta medida afetará, sobretudo, as autoestradas portuguesas que ligam Vilar Formoso a Burgos e Caia a Madrid, por onde passam 45% dos veículos pesados de mercadorias que cruzam as fronteiras nacionais.

Antram prevê impacto das novas portagens em Espanha nas exportações portuguesas, estimando um aumento de custos até 8% nas exportações para França e 7% para Alemanha.

A partir de hoje, alguns veículos de mercadorias que gozavam de isenção total de Imposto Sobre Veículos (ISV) passam a p...
02/07/2021

A partir de hoje, alguns veículos de mercadorias que gozavam de isenção total de Imposto Sobre Veículos (ISV) passam a pagar 10% de imposto.

A mudança surge na sequência de uma alteração ao Código do ISV, publicada em Abril, que revogou o artigo que concedia a não sujeição (isenção total) do ISV aos “automóveis ligeiros de mercadorias, de caixa aberta ou sem caixa, com peso bruto de 3.500 kg, sem tracção às quatro rodas”.

A publicação em Diário da República da alteração ao Código do ISV foi, na altura, contestada pelas associações de comércio automóvel, que consideraram que a medida prejudica o sector e criticaram o facto de visar viaturas que são sobretudo usadas como ferramentas de trabalho.

Na ocasião, o Ministério das Finanças esclareceu que os veículos em causa “perdem a não sujeição para ganharem isenção de 90% do valor do imposto”, acrescentando que em 2019 foram vendidos 4 162 veículos com as características dos que agora vão passar a pagar 10% do ISV.

O Ministério de João Leão lembrou também alguns dos argumentos que têm sido apontados pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I.P. que tem defendido “serem de evitar, no caso dos veículos de mercadorias, taxas distintas em função da lotação, alturas interiores, ou pesos brutos, facto que leva, por vezes, a serem efetuadas transformações nos veículos para os conformar com as taxas mais reduzidas”.

A partir de hoje, alguns veículos de mercadorias que gozavam de isenção total de Imposto Sobre Veículos (ISV) passam a pagar 10% de imposto.

Brexit provoca perdas e perturba o comércio entre o Reino Unido e a União EuropeiaApós serem accionados os prazos do Bre...
16/06/2021

Brexit provoca perdas e perturba o comércio entre o Reino Unido e a União Europeia

Após serem accionados os prazos do Brexit, o comércio internacional do Reino Unido com a União Europeia acumula uma queda de 18,9%, face a uma redução de 9,1% com o Resto do Mundo. Máquinas e equipamentos de transporte concentram quase metade da descida nas trocas comerciais, apesar de um período de graça nas normas de origem, devido aos custos administrativos e à incerteza normativa.

O comércio do Reino Unido enfrenta desafios nunca antes colocados: em 2020, a pandemia provocou uma queda abrupta na procura interna e externa, restrições de viagem e interrupções nos fluxos fronteiriços, coincidindo com um momento de crescente incerteza em torno da futura relação comercial com a União Europeia (UE). O Acordo de Comércio e Cooperação assinado nas últimas horas de 2020 melhorou as perspectivas de 2021, já que permite que as mercadorias continuem a comercializar-se livremente, mas as barreiras não aduaneiras em forma de burocracia aduaneira e a incerteza normativa estão a perturbar os fluxos comerciais, que caíram para níveis só comparáveis a princípios de 2016.

Ao comparar os dados dos últimos doze meses com os de 2018, o último ano antes de que os prazos chave do Brexit começassem a contribuir para a volatilidade, verifica-se uma queda de 18,9% nas trocas com a UE, face a 9,1% com o Resto do Mundo. Além disso, os dados de comércio exterior do Reino Unido no primeiro trimestre de 2021 mostram uma novidade significativa: pela primeira vez desde que há registos, o valor das importações do Reino Unido em mercados extra-comunitários superou as compras à UE.

O comércio global do Reino Unido caiu 16% no primeiro trimestre de 2021, em comparação com o quarto trimestre de 2020. Embora, em grande medida, esta evolução seja reflexo da pandemia, o impacto que pode ser atribuído ao Brexit é notável. De facto, o comércio com a UE desceu de forma mais intensa (22,4%), com quedas generalizadas em todos os países parceiros. As trocas com a Alemanha e com a França, por exemplo, reduziram-se 22,4% e 26,1%, respectivamente. O comércio com a Irlanda foi o que mais contraiu (37%). Um dos efeitos do Brexit foi a acumulação de existências no quarto trimestre de 2020, especialmente nas exportações de produtos químicos e farmacêuticos.

Os dados mais recentes das Câmaras de Comércio britânicas estimam que 41% das empresas tenham sofrido uma queda nas vendas no primeiro trimestre. As exportações são historicamente baixas e estão a deteriorar-se. As empresas grossistas e retalhistas viram as suas exportações cair 60%. Além da volatilidade comercial, as empresas enfrentam o aumento de gastos derivados dos atrasos nas cadeias de fornecimento do sector manufactureiro. A queda do comércio internacional britânico é encabeçada pelos combustíveis, cujas exportações reduziram 37,6%.

Apesar de um período de graça nas normas de origem para muitos produtos de maquinaria e equipamento de transporte, que representam um terço das exportações britânicas para a UE, o aumento dos custos administrativos e a incerteza normativa provocaram uma contracção de 19,8%, o que representa quase metade da descida nos fluxos comerciais. De acordo com a cláusula de origem, o comércio de mercadorias apenas está livre de tarifas se, no mínimo, 50% do valor tiver sido gerado no Reino Unido ou na União Europeia.

Brexit: o comércio internacional do Reino Unido com a UE acumula uma queda de 18,9%, face a uma redução de 9,1% com o Resto do Mundo.

Nasceu a Associação 4Shipping (A4S) – a entidade emerge da sintonia de um grupo de trinta e duas entidades ligadas ao Ma...
07/06/2021

Nasceu a Associação 4Shipping (A4S) – a entidade emerge da sintonia de um grupo de trinta e duas entidades ligadas ao Mar, visando apoiar o desenvolvimento dos sub-sectores tradicionais e emergentes da economia azul, em que Portugal possui ou pode ganhar vantagens competitivas.

O foco primacial, explicou a associação através de um comunicado ao qual tivemos acesso, incidirá sobre sub-sectores como o transporte marítimo e serviços conexos, construção e reparação naval, energia oceânica, biologia marítima, dessalinização, defesa marítima e meios fixos submarinos.

Para atingir tal desiderato, a Associação 4Shipping procurará «colaborar na definição de políticas no domínio nacional, europeu e internacional relacionadas com o sector marítimo» e com as «instituições de ensino académico e profissional para a formação de profissionais e empreendedores marítimos», buscando também «contribuir para a produção e difusão de conhecimento no âmbito da sua actividade, através da organização e gestão de projectos, da prestação de serviços, da promoção e realização de ações de formação, da organização de reuniões, debates e conferências». Além destas metas, a Associação 4Shipping pugnará pelo fomento da «colaboração entre as universidades, as empresas e a Administração Pública» e pela promoção do «intercâmbio de informação e experiências entre os seus associados e outros profissionais e entidades relevantes do sector marítimo».

Na Assembleia Geral Constituinte realizada a 20 de Maio de 2021, foram eleitos, para o triénio 2021 – 2024, a Mesa da Assembleia Geral, presidida por Abílio Martins Ferreira, o Conselho Fiscal presidido pela Magope, representada por Emanuel Gonçalves Pereira, e a Direcção, ficando esta constituída pela Saconsult, na qualidade de Presidente, representada por Jorge d’Almeida e por quatro vogais: SRS Advogados, representada por José Luis Moreira da Silva, AGEPOR, representada por António Belmar da Costa, Cristina Lança e José Luís Gonçalves Cardoso.

Nasceu a Associação 4Shipping (A4S) - a recém-criada associação emerge da sintonia de um grupo de trinta e duas entidades ligadas ao Mar.

Portugal está representado, no que toca a performance portuária, no mais recente estudo do Banco Mundial e da consultora...
18/05/2021

Portugal está representado, no que toca a performance portuária, no mais recente estudo do Banco Mundial e da consultora IHS Markit, estando incluído no top-20: o Porto de Sines foi classificado, nesta abordagem estatística das duas entidades, como o 18º porto mundial com melhor performance.

Estas duas entidades elaboraram o ‘The Container Port Performance Index 2020‘ que avaliou a competência de 351 portos no segmento da carga contentorizada, tendo em conta o tempo dos navios em porto, desde a entrada até ao fim das operações. De acordo com a publicação, a avaliação do tempo do navio em porto compreende desde a entrada na área portuária até ao final das operações. Assim, o indicador revela a performance de vários stakeholders como os serviços de controlo de tráfego e pilotagem, reboque e amarração, o despacho pelas várias autoridades, abastecimentos e, logicamente, as operações de carga e descarga dos contentores garantidas pelo concessionário.

«Os investimentos que têm sido realizados nos últimos anos, como a aquisição de equipamentos com melhores índices de produtividade, a automação de processos e até mesmo a implementação atempada de medidas de prevenção e combate à COVID-19, trouxeram as garantias de fiabilidade operacional necessárias a este nível de classificação», reagiu a Administração do Porto de Sines (APS), através de um comunicado, no qual é dado ênfase a esta classificação do porto português. Para a APS, a chave do sucesso está na «cooperação» e no envolvimento colectivo.

«Este relatório demonstra que um porto é tão mais competitivo quanto mais o forem todas as entidades envolvidas no processo portuário. No caso particular do Porto de Sines importa realçar o relacionamento, a cooperação e a competência de todos os agentes económicos e autoridades que alavancam um porto cada vez mais reconhecido mundialmente», salientou a administração portuária no comunicado.

Porto de Sines é o 18º porto mundial com melhor performance, de acordo com a abordagem do Banco Mundial e da consultora IHS Markit.

O Ever Given está impedido de sair do território egípcio até que seja paga a indemnização reclamada pelas autoridades pe...
13/04/2021

O Ever Given está impedido de sair do território egípcio até que seja paga a indemnização reclamada pelas autoridades pelo encalhe no Canal do Suez.

Um tribunal de Ismaília terá determinado a apreensão do Ever Given, operado pela Evergreen mas propriedade da Shoei Kisen Kaisha Ltd., até que haja um acordo ou seja pago o montante de cerca de mil milhões de dólares reclamado pela Autoridade do Canal do Suez.

O valor reclamado tem em conta a perdas de receitas do Canal enquanto durou a interrupção da navegação e os custos associados aos trabalhos de desencalhe do navio.

“O navio permanecerá aqui até que as investigações estejam concluídas e a indemnização seja paga”, disse Ossama Rabie, chefe da Autoridade do Canal de Suez, a um canal de notícias local, segundo o “The Wall Street Journal”. “Esperamos um acordo rápido” (…) “no momento em que concordarem com a compensação, o navio poderá seguir”, acrescentou, repetindo, na prática, o que já havia dito no princípio do mês.

No entretanto, o Ever Given, com a tripulação e a carga, permanece ancorado no Great Bitter Lake, sensivelmente a meio do Canal do Suez.

À “Bloomberg”, a Shoei Kisen Kaisha Ltd escusou-se a comentar, mas confirmou negociações com a autoridade do Canal. Já a Evergreen disse não ter conhecimento da decisão judicial.

O Ever Given está impedido de sair do território egípcio até que seja paga a indemnização reclamada pelas autoridades pelo encalhe no Canal do Suez. Um tribunal de Ismaília terá determinado a apreensão do Ever Given, operado pela Evergreen mas propriedade da Shoei Kisen Kaisha Ltd., até qu...

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