Perez & Lamas Transporte Executivo - Lisboa - Portugal

Perez & Lamas Transporte Executivo - Lisboa - Portugal Somos uma empresa Portuguesa com sotaque Brasileiro, totalmente voltada ao transporte privado de passageiros em viaturas de luxo.

Estamos a sentir muitas saudades de você !!!Mas agora é hora de f**ar em casa, cuidar de si e dos seus...  Logo voltarem...
14/04/2020

Estamos a sentir muitas saudades de você !!!
Mas agora é hora de f**ar em casa, cuidar de si e dos seus...
Logo voltaremos a desfrutar juntos as belezas de PORTUGAL, que estão aqui à sua espera.
Quando isso ocorrer, a PEREZ & LAMAS TRANSPORTES DE PASSAGEIROS, estará aqui de braços e “portas” abertas para que confortavelmente descubra, ou volte a descobrir este lindo país.
Cuidem-se !!!
Até já !!!
🇵🇹❤️

Hoje a PEREZ & LAMAS LDA, fará um tributo ao mais novo monumento Português, a integrar a seleta lista de Património Mund...
08/07/2019

Hoje a PEREZ & LAMAS LDA, fará um tributo ao mais novo monumento Português, a integrar a seleta lista de Património Mundial Cultural da UNESCO, o PALÁCIO NACIONAL DE MAFRA.

Vamos abordar um pouco da história e muitas das curiosidades, não só do palácio, mas de todo o complexo em seu entorno.

A PEREZ & LAMAS LDA, o levará a essa viagem de cultura e beleza...

O PALÁCIO

O Palácio Nacional de Mafra localiza-se no concelho de Mafra, no distrito de Lisboa, em Portugal, a cerca de 25 quilómetros de Lisboa, aproximadamente 30 minutos a bordo das confortáveis opções de transporte que a PEREZ & LAMAS LDA tem para lhe oferecer.

O complexo é composto por um palácio e mosteiro monumental em estilo barroco joanino, na vertente alemã. Os trabalhos da sua construção iniciaram-se em 1717 por iniciativa do rei D. João V, em virtude de uma promessa que fizera em nome da descendência que viesse a obter da rainha D. Maria Ana de Áustria.

O edifício ocupa uma área aproximada de quatro hectares (37 790 m²). Construído em pedra lioz abundante na região de Mafra é constituído por 1 200 divisões, mais de 4 700 portas e janelas, 156 escadarias e 29 pátios e saguões.

A sua construção é tema da obra Memorial do Convento, de José Saramago.

Há quem defenda que a obra se construiu por vias de uma promessa feita relativa a uma doença de que o rei padecia. O nascimento da princesa Maria Bárbara determinou o cumprimento da promessa.

Este palácio e convento barroco domina a vila de Mafra.

O trabalho começou a 17 de novembro de 1717 com um modesto projeto para abrigar 13 frades franciscanos, mas o ouro do Brasil começou a entrar nos cofres portugueses; D. João V e o seu arquiteto, Johann Friedrich Ludwig (Ludovice) (que estudara na Itália), iniciaram planos mais ambiciosos. Não se pouparam a despesas. A construção empregou 52 mil trabalhadores e o projeto final acabou por abrigar 300 frades, num espaço de 40 000 m² com um palácio real e uma das mais belas bibliotecas da Europa, decorada com mármores preciosos, madeiras exóticas e incontáveis obras de arte. A basílica foi consagrada no 41º aniversário do rei, em 22 de outubro de 1730, calhado a um domingo, com festividades de oito dias.

No convento consumiam-se por ano 120 pipas de vinho, 70 pipas de azeite, quase 10 toneladas de arroz e 600 vacas. Junto ao Convento f**ava o Jardim da Cerca, com horta e pomar, tanques de água e vários campos de jogo para lazer.

Para a sua construção vieram técnicos de toda a Europa. Esta mão de obra especializada teve uma importante missão na realização do projeto de Ludovice. Assim vai receber vários tipos de contribuições, podendo ser uns mais activos e outros mais ilusórios. As ideias patentes neste Convento foram inspirado nos grandes palacetes urbanos do Barroco internacional, tendo como referência São Pedro de Roma, muito devido a Carlos Fontana e a passagem do arquitecto por Roma. Em suma, Mafra é um bom exemplo de erudição, de boa arquitectura, de boa construção em termos de pura engenharia, conjugando a citação clássica com a necessidade de a apresentar enquanto espectáculo.

O palácio era popular para os membros da família real, que gostavam de caçar na tapada. Hoje em dia decorre aqui um projeto para a preservação dos lobos ibéricos. O mosteiro passou a ser usado por forças militares desde 1834, após a dissolução das ordens religiosas. Durante os últimos reinados da Dinastia de Bragança, o palácio foi utilizado como residência de caça e dele saiu também em 5 de outubro de 1910 o último rei, D. Manuel II, para a praia da Ericeira, onde o seu iate real o conduziu para o exílio.

No palácio, pode-se visitar a farmácia, com belos potes para medicamentos e alguns instrumentos cirúrgicos, o hospital, com dezasseis cubículos privados de onde os pacientes podiam ver e ouvir missa na capela adjacente, sem saírem das suas camas. No andar de cima, as sumptuosas salas do palácio estendem-se a todo o comprimento da fachada ocidental, com os aposentos do rei numa extremidade e os da rainha na outra, a 232 m de distância.

Algumas das divisões do palácio são: sala de Diana, sala do trono, torreão norte, galeria principal, sala das descobertas, sala dos destinos, sala da guarda, sala da bênção, sala dos camaristas, torreão sul, oratório sul, sala de D. Pedro V, sala de música, sala de jogos, sala da caça, sala de jantar, salão grande dos frades e cela fradesca.

Ao centro, a imponente fachada é valorizada pelas torres da basílica coberta com uma cúpula. O interior da basílica é forrado a mármore e equipado com seis órgãos do princípio do século XIX, com um repertório exclusivo que não pode ser tocado em mais nenhum local do mundo. O átrio da basílica é decorado por belas esculturas italianas. Aqui existiu ainda a Escola de Escultura de Mafra, criada por D. José em 1754, foram muitos os artistas portugueses e estrangeiros que aí estudaram sob a orientação do escultor italiano Alessandro Giusti. A sala de caça exibe troféus de caça e cabeças de javalis.
O real edifício de Mafra é um organismo complexo, delimitado nos seus ângulos por duas torres-blocos, de linguagem militar, onde vamos encontrar os palácios do rei e da rainha, tendo a igreja como ponto central. O convento ocupa a parte de trás do edifício, ou seja, a fachada principal é destinada ao rei, e na sua parte posterior é que vai surgir o convento.

MAIS SOBRE A BASÍLICA...

A basílica é uma obra de enormes dimensões que, num só edifício de grande escala, consegue reunir uma igreja, um convento e um palácio. Sendo a obra de maior referência no reinado de D. João V, o chamado período joanino. Numa altura em que Portugal vivia uma monarquia absoluta, esta obra nasce mais por necessidade política, usando o ouro vindo do Brasil. Desta forma, D. João V vai criar uma marca do seu reinado e mudar o paradigma da artes em Portugal.

Destinado à Ordem de São Francisco, o Convento foi pensado inicialmente para 13 frades, mas o projeto foi sendo sucessivamente alargando para 40, 80 e finalmente uma comunidade de 300 religiosos e palácio real.

É escolhido para seu arquiteto João Frederico Ludovice, ourives arquiteto e engenheiro militar prussiano que estudara arquitetura em Itália. João Frederico Ludovice dirige a obra até 1730 e para sua conclusão deixa seu filho João Pedro Ludovice também arquiteto formado na escola de risco Mafrense.

Por vontade do Rei, a cerimónia da sagração da Basílica foi realizada no ano de 1730, a 22 de outubro, data do seu 41º aniversário, que nesse ano caía a um domingo, dia destinado pelo ritual da Igreja para esse fim, embora as obras ainda estivessem bastante atrasadas.

Trezentos e vinte e oito frades arrábidos ingressaram então na comunidade de Mafra, vindos de diversos conventos na região mandados extinguir por Decreto Real.

Já no reinado de D. José, os franciscanos foram enviados para o Convento da Arrábida, em Setúbal e os Cónegos Regrantes de S. Agostinho transferidos da Patriarcal para o Convento de Mafra, onde se instalaram em 1771. Data da permanência dos agostinhos em Mafra a encomenda das estantes da Biblioteca, em madeira entalhada em estilo rococó, ao arquiteto Manuel Caetano de Sousa.

No reinado de D. Maria I, em 1791, os franciscanos regressam de novo a Mafra, mas apenas em número de duzentos.

A basílica alberga, ainda hoje, a paróquia de Mafra (Santo André) e a Real e Venerável Irmandade do Santíssimo Sacramento de Mafra.

OS CARRILHÕES DA BASÍLICA

O palácio possui ainda dois carrilhões, mandados fabricar em Antuérpia e em Liège por D. João V, com um total de 98 sinos. São os maiores carrilhões do século XVIII existentes no mundo.

Cada um deles cobre uma amplitude de quatro oitavas (por isso considerados carrilhões de concerto).

Foram realizados por dois fundidores de sinos dos Países Baixos: Willelm Witlockx, um dos mais respeitados fundidores de sinos em Antuérpia e Nicolaus Levache, um fundidor de Liège responsável por diversos carrilhões e que deixou, efetivamente, em Portugal uma tradição de fundição que perdurou por mais de um século após a conclusão do trabalho em nada

Este conjunto único inclui também o maior conjunto conhecido de sistemas de relógios e de cilindros de melodia automática; ambas as torres de Mafra possuem mecanismos automáticos de toque (quatro cilindros rotativos com cavilhas e alavancas) Este é um marco mundial para o estudo, quer da música automática quer da relojoaria.

Estes complexos engenhos são capazes de tocar de modo intermutável de entre cerca de dezasseis diferentes e complexas peças de música, em qualquer momento. Os cilindros melódicos de Mafra foram executados pelo famoso De Beefe, construtor de relógios dos Países Baixos da primeira metade do século XVIII. (encontram-se em restauro neste momento)

A “CEREJA NO TOPO DO BOLO”
A BIBLIOTECA DE MAFRA

O maior tesouro de Mafra é a sua biblioteca, com chão em mármore, estantes em estilo rococó e uma coleção de mais de 30 000 livros com encadernações em couro gravadas a ouro, incluindo uma segunda edição de Os Lusíadas de Luís de Camões.

Abrange áreas de estudo tão diversa como a medicina, farmácia, história, geografia e viagens, filosofia e teologia, direito canónico e direito civil, matemática, história natural, sermonária e literatura.

Situada ao fundo do segundo piso, a estrela do palácio, rivaliza em grandiosidade com a Biblioteca da Abadia de Melk, na Áustria.

Desenhada por João Frederico Ludovice, sendo as estantes de autoria de Manuel Caetano de Sousa, tem 88 metros de comprimento, 9,5 metros de largura e 13 metros de altura.

O magnífico pavimento é revestido de mármore rosa, cinzento e branco.

As estantes de madeira em estilo rococó, situadas em duas filas laterais e separadas por um varandim, contêm milhares de volumes encadernados em couro, testemunhando a extensão do conhecimento ocidental dos séculos XV ao XIX.

Entre eles, muitas jóias bibliográf**as, como incunábulos. Muitos deste volumes foram encadernados na oficina local.

A biblioteca de Mafra é também conhecida por acolher morcegos, que ajudam a preservar as obras.

A TAPADA

A Tapada de Mafra foi criada em 1747, no reinado de D. João V na sequência da construção do Palácio Nacional de Mafra, que lhe é contíguo. Conhecida então como Tapada Real de Mafra, a sua criação teve como objectivo a existência de uma zona de lazer real vocacionada para a caça para entertenimento da família real e da nobreza.
Na actualidade, a zona é ainda usada para a caça, feita de forma limitada, e para turismo rural e lazer. Pode-se conhecer toda a TAPADA com transporte próprio dos mesmos.

Todo o complexo Está classif**ado como PATRIMÓNIO MUNDIAL CULTURAL DA UNESCO.

Consulte-nos e peça já um orçamento a sua medida:

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https://perez-e-lamas.wixsite.com/website

Fonte: WIKIPEDIA
Fotos: PEREZ & LAMAS LDA / GOOGLE

Sede da Ordem dos Templários, Tomar é uma cidade de grande encanto, pela sua riqueza artística e cultural. O expoente má...
01/07/2019

Sede da Ordem dos Templários, Tomar é uma cidade de grande encanto, pela sua riqueza artística e cultural. O expoente máximo está no Convento de Cristo, um das mais importantes obras do Renascimento em Portugal.

Qualquer que seja o motivo para visitar a cidade, a PEREZ & LAMAS LDA, o levará a subir ao castelo templário e descobrir a obra monumental do Convento de Cristo, que lhe justificou a classif**ação como Património da Humanidade.

Vale a pena ver o Convento com atenção para ir descobrindo algumas preciosidades, como as representações no portal renascentista, a particular simbologia da Janela Manuelina da Sala do Capítulo, os pormenores de arquitetura do Claustro Principal e as dependências ligadas aos rituais templários. Para melhor perceber a sua história, é importante saber como a Ordem dos Cavaleiros do Templo se transformou em Ordem de Cristo, salvaguardando o poder, o conhecimento e a riqueza que tinham em Portugal. O célebre Infante D. Henrique, mentor da epopeia dos Descobrimentos, foi um dos seus governadores e protetores mais importantes.

A seguir, há que visitar Tomar. A área urbana mais antiga, medieval, organiza-se em cruz, orientada pelos pontos cardeais e tendo um convento em cada extremo. A Praça da República, com a Igreja Matriz dedicada a São João Baptista marca o centro, tendo a oeste a colina do Castelo e do Convento de Cristo. Nas ruas em redor podemos encontrar lojas de comércio tradicional e o café mais antigo onde se podem apreciar as delícias da pastelaria local: queijadas de amêndoa e de chila e as tradicionais Fatias de Tomar, confecionadas apenas com gemas de ovos e cozidas em banho-maria numa panela muito especial, inventada por um latoeiro da cidade em meados do século passado.

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Fonte: visitportugal
Fotos: PEREZ & LAMAS LDA / GOOGLE

Distante menos de 1 hora do Porto e 3 horas de Lisboa, a PEREZ & LAMAS LDA., o levará aos Passadiços do Paiva, em Arouca...
17/06/2019

Distante menos de 1 hora do Porto e 3 horas de Lisboa, a PEREZ & LAMAS LDA., o levará aos Passadiços do Paiva, em Arouca. Situado ao longo da margem esquerda do rio Paiva, na bacia hidrográf**a do rio Douro, entre a ponte de Espiunca e a praia fluvial do Areinho, em uma área conhecida como a Garganta do Paiva.
O percurso, com cerca de 8,7 quilómetros, faz-se sob uma estrutura em madeira de pinho tratado, ancorada em ferro no maciço rochoso.
O passadiço também integra troços em degraus e algumas parcelas em terra firme.
Ao longo do percurso encontram-se painéis explicativos e informativos quanto a referências naturais e, é possível observar várias tipos de espécies selvagens.
Os Passadiços do Paiva, foram eleitos como projeto turístico mais inovador da Europa, na edição de 2016 dos World Travel Awards, na categoria de Projeto de Desenvolvimento Turístico Líder na Europa, considerados os “Óscars” do Turismo a nível mundial.
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A vila medieval de Óbidos, é uma das mais pitorescas e bem preservadas de Portugal e a PEREZ & LAMAS LDA., os levará por...
06/06/2019

A vila medieval de Óbidos, é uma das mais pitorescas e bem preservadas de Portugal e a PEREZ & LAMAS LDA., os levará por essa viagem no tempo.

Suficientemente perto da capital e situada num ponto alto, próximo da costa atlântica, Óbidos teve uma importância estratégica no território. Já ocupada antes de os romanos chegarem à Península Ibérica, a vila tornou-se mais próspera a partir do momento em que foi escolhida pela família real. Desde que o rei D. Dinis a ofereceu a sua esposa D. Isabel, no séc. XIII, ficou a pertencer à Casa das Rainhas que, ao longo das várias dinastias, a foram beneficiando e enriquecendo. É uma das principais razões para se encontrarem tantas igrejas nesta pequena localidade.

Dentro de muralhas, encontramos um castelo bem conservado e um labirinto de ruas e casas brancas que encantam quem por ali se passeia. Entre pórticos manuelinos, janelas floridas e pequenos largos, encontram-se vários motivos de visita, bons exemplos da arquitetura religiosa e civil dos tempos áureos da vila.

A Igreja Matriz de Santa Maria, a Igreja da Misericórdia, a Igreja de São Pedro, o Pelourinho e, fora de muralhas, o Aqueduto e o Santuário do Senhor Jesus da Pedra, de planta redonda, são alguns dos monumentos que justif**am uma visita atenta. Assim como o Museu Municipal de Óbidos, onde se encontram as obras de Josefa de Óbidos. Foi, no séc. XVII, uma pintora de referência e uma mulher com uma atitude artística irreverente no seu tempo. Os seus quadros refletem a aprendizagem com grandes mestres da época como os espanhóis Zurbarán e Francisco de Herrera, ou os portugueses André Reinoso e Baltazar Gomes Figueira, seu pai.

Qualquer altura é boa para visitar Óbidos. Pelas histórias de amor que aí se contam e pelo ambiente medieval, é uma sugestão inspiradora para um fim-de-semana romântico ou simplesmente tranquilo. E se incluir uma noite de alojamento no castelo, então o cenário será perfeito.

Na gastronomia local, destaca-se a caldeirada de peixe da Lagoa de Óbidos, ainda melhor se acompanhada pelos vinhos da Região Demarcada do Oeste. Outra atração é a célebre Ginjinha de Óbidos, que se pode apreciar em vários locais, de preferência num copinho de chocolate.

Durante todo o ano, um programa de eventos traz alguma animação a esta pequena localidade, mas sem dúvida os mais concorridos são o Festival Internacional do Chocolate, o Mercado Medieval e o Natal, em que se decora a vila com motivos alusivos à época. De referir também, as Temporadas de Música Clássica Barroca, de Cravo e o Festival de Ópera que concedem uma atmosfera especial a Óbidos, com espetáculos ao ar livre nas noites quentes de verão.

Não muito longe, f**a o extenso areal da Praia d’El Rey, onde os golfistas podem apreciar um campo de golfe com vista para o mar atlântico. Passando a cidade das Caldas da Rainha, cuja história também está ligada à Casa das Rainhas, encontra-se a praia da Foz do Arelho, ligando a Lagoa de Óbidos ao mar. Um bom local para um almoço de marisco e peixe fresco ou para um fim de tarde ao pôr-do-sol, à beira-mar.

Não deixe de fazer:
1- Subir às muralhas, porém cuidado pois não há “parapeitos”
2- Beber uma Ginjinha, bebida “licorosa”, num copinho de chocolate.

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Fonte: visitportugal

A charmosa Sesimbra e seus arredoresA menos de 1 hora de Lisboa, a Perez & Lamas leva você a Sesimbra (distrito de Setúb...
29/05/2019

A charmosa Sesimbra e seus arredores

A menos de 1 hora de Lisboa, a Perez & Lamas leva você a Sesimbra (distrito de Setúbal, na região do Alentejo, ou seja, depois da icônica Ponte 25 de Abril ) para descobrir uma cidade charmosa que tem nitidamente o encanto de uma terra de gente do mar.
Um passeio pelas suas ruas estreitas e íngremes permite observar isso. Através de motivos de mar que enfeitam as casas, a presença de redes e outras artes de pesca, não nos negam que estamos bem no centro de uma terra de pescadores.
Na baixa de Sesimbra estende-se a simpática marginal,com o mar a convidar a mergulhos ou a mera contemplação.
A vasta oferta de restaurantes ali bem perto da praia também nos permite provar o que de melhor a gastronomia nos reserva.

A visita ao Castelo de Sesimbra é imperdível. Classif**ado como Monumento Histórico Nacional Português, foi erigido por volta do século IX. Com importância estratégica na defesa das fronteiras marítimas e terrestres, esta fortif**ação militar, por quase todo o período da Idade Média, acabou passando por inúmeras ampliações. É o último dos castelos portugueses sobre o mar que ainda mantém o traçado medieval. Situa-se numa colina a 240 metros de altitude, com vista arrebatadora sobre o mar e a Serra.

Não se pode ir embora de Sesimbra sem ver o por do sol no Cabo Espichel. É um dos miradouros mais fantásticos da costa portuguesa (situado a 15 km da vila de Sesimbra). Além da impressionante vista, no local é possível conhecer o Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel, o Farol e a pequena capela (Ermida da Memória). Esta capela foi construída por volta de 1400, em homenagem a aparição da virgem. Segundo a lenda local, dois pescadores teriam visto a Virgem subir o penhasco montada numa mula, que foi deixando suas pegadas marcadas nas rochas. No entanto, séculos mais tarde descobriu-se que as pegadas teriam sido feitas por dinossauros. Essas pegadas, podem ser encontradas numa falésia na belíssima Praia dos Lagosteiros.

O mar, a serra, um património histórico-cultural importante, e mais importante ainda, a sua gente amável, são razões mais do que suficientes para visitar Sesimbra.

Solicite-nos um orçamento a sua medida.

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Hoje entra no “ar” o website da PEREZ & LAMAS LDA.Simples, Direto e Objetivo, como deveriam ser todas as coisas da vida....
08/05/2019

Hoje entra no “ar” o website da PEREZ & LAMAS LDA.
Simples, Direto e Objetivo, como deveriam ser todas as coisas da vida.
Agradeço muito minha esposa e sócia Fernanda Lamas Lambranho, por todo empenho, dedicação e paciência para a elaboração do mesmo.
Agradeço imenso aos Amigos, para que tomem conhecimento do conteúdo e divulguem, além de utilizarem-se dos serviços oferecidos.
Veja opções e preços.
Muito obrigado a todos !!!

A Perez & Lamas possue serviços de Tours, Transfers e Veículo a disposição em Portugal em carro de luxo

Quer conhecer este curioso monumento em Portugal ?Consulte-nos...Capela dos Ossos é um dos mais conhecidos monumentos de...
27/04/2019

Quer conhecer este curioso monumento em Portugal ?
Consulte-nos...
Capela dos Ossos é um dos mais conhecidos monumentos de Évora, em Portugal.
Está situada na Igreja de São Francisco. Foi construída no século XVII por iniciativa de três monges franciscanos que, dentro do espírito da altura (contra-reforma religiosa, de acordo com as normativas do Concílio de Trento), pretendeu transmitir a mensagem da transitoriedade da vida, tal como se depreende do célebre aviso à entrada: "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos".
Além da questão espiritual, também havia uma questão física, qual seja; existiam, na região de Évora, quarenta e dois cemitérios monásticos que estavam a ocupar demasiado espaço e locais estratégicos que muitos pretendiam utilizar para outros fins. Assim, decidiram retirar os esqueletos da terra e usá-los para construir e decorar a capela.

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03/02/2019

Quem vem a LISBOA em Fevereiro ?
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Cheira bem, cheira a Lisboa, mas não só em Junho, são todos os meses, mas promoção só em Fevereiro. 🇵🇹🇵🇹🇵🇹

Festas de Santo Antonio em Lisboa - Portugal

Dica de passeio, imperdível.Solicite orçamento.
26/10/2018

Dica de passeio, imperdível.
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​As primeiras linhas do Palácio-Convento de Mafra surgiram duma promessa do rei D. João V. O Magnânimo (cognome do monarca absolutista) jurou erguer o monumento caso obtivesse sucessão do seu casamento com a rainha D. Maria Ana de Áustria, o que acabou por se tornar realidade em 1711, ano do ...

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