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ESTAMOS A CONTRATAR: VAGA: Agente Comunitário - Distrito de Lugela -  Província da Zambézia. Submete a tua candidatura p...
05/05/2026

ESTAMOS A CONTRATAR:

VAGA: Agente Comunitário - Distrito de Lugela - Província da Zambézia.

Submete a tua candidatura para o seguinte endereço [[email protected]]. ate ao dia 12 de Maio de 2026.

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ESTAMOS A CONTRATAR: VAGA: Gestor de Centro Comunitário - MaputoDuração: 10 MesesSubmete a tua candidatura para o endere...
05/05/2026

ESTAMOS A CONTRATAR:

VAGA: Gestor de Centro Comunitário - Maputo
Duração: 10 Meses

Submete a tua candidatura para o endereço - [ [email protected] ] -
Até ao dia 12 de Maio de 2026

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És amante do Cinema e tens a agenda livre hoje, 5 de Maio de 2026? Então, junte-se a nós e vamos junt@s viajar sobre est...
05/05/2026

És amante do Cinema e tens a agenda livre hoje, 5 de Maio de 2026?

Então, junte-se a nós e vamos junt@s viajar sobre esta magnifica e fascinante obra biográfica, que discorre sobre a vida de "Tove Jansson" , focado no seu percurso artístico e na sua busca por liberdade na Helsínquia do pós-guerra.

Esta programação esta inserida na 23ª edição do Ciclo de Cinema Europeu.

Data: 5 de Maio
Hora: 17h00
Entrada: Gratuita/MAHALA
Local: CCFM - Centro Cultural Franco-Moçambicano

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Neste 1 de Maio - Dia do Trabalhad@r, celebramos a diversidade que faz o mundo girar! 🌈🏳️‍⚧️✊Seja no escritório ou no co...
01/05/2026

Neste 1 de Maio - Dia do Trabalhad@r, celebramos a diversidade que faz o mundo girar! 🌈🏳️‍⚧️✊

Seja no escritório ou no corre do dia-a-dia, característico do mercado informal. Para nós, trabalho é sinônimo de talento e resistência.

Feliz Dia do Trabalhad@r!!!✊

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TERMOS DE REFERÊNCIA: Contratação de Serviços de Consultoria para a realização de (1) um Estudo sobre os Desafios no Ace...
30/04/2026

TERMOS DE REFERÊNCIA:

Contratação de Serviços de Consultoria para a realização de (1) um Estudo sobre os Desafios no Acesso à Justiça para a Comunidade LGBTQIA+ em Moçambique

1. CONTEXTO:

O acesso à justiça constitui-se como um dos pilares basilares do Estado de Direito Democrático, configurando-se como um pré-requisito indispensável para a salvaguarda, protecção e efetivação plena dos direitos fundamentais.

No contexto moçambicano, não obstante os progressos verificados nos planos normativo e institucional, subsistem barreiras estruturais significativas que impedem o exercício pleno e equitativo deste direito por parte de grupos historicamente marginalizados, com particular incidência na comunidade LGBTQIA+.

Neste sentido, sob a égide do projecto "Igualdade na Diversidade", a LAMBDA, pretende realizar um estudo de abrangência nacional destinado a diagnosticar e compreender os desafios enfrentados no acesso à justiça pela população LGBTQIA+.

Ainda que se verifiquem estudos anteriores sobre os direitos de minorias se***is em Moçambique, permanece uma lacuna profunda de investigações que incidam especificamente sobre o funcionamento do sistema de justiça e as vivências da população LGBTQIA+ perante as instâncias judiciais e policiais.

Assim, este estudo propõe-se a gerar conhecimento científico aplicado, capaz de fundamentar novas políticas, desenhar estratégias de formação especializadas para operadores de justiça e impulsionar iniciativas de advocacia que assegurem maior inclusão, equidade e respeito intransigente pela dignidade e direitos humanos das pessoas LGBTQIA+.

Sob a óptica social, a pertinência deste estudo ancora-se na imperatividade de promover a igualdade substantiva de direitos no seio do sistema de justiça moçambicano, em estrita observância aos princípios constitucionais consagrados no Artigo 35 da Constituição da República de Moçambique (CRM), bem como aos diversos compromissos internacionais ratificados pelo Estado.

A reiteração de práticas discriminatórias dirigidas à população LGBTQIA+ revela um descompasso crítico entre o ordenamento jurídico vigente e a realidade quotidiana vivenciada por este grupo populacional. No domínio teórico, este estudo visa fortalecer a produção de conhecimento científico nas esferas dos direitos humanos, do acesso à justiça e do desenvolvimento de políticas públicas inclusivas.

2. OBJECTIVO GERAL:

Compreender os desafios, práticas e experiências das pessoas LGBTQIA+ no acesso à justiça em Moçambique.

3. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS

a). Analisar percepções e atitudes de pessoas LGBTQIA+ relativamente às instituições de justiça.
b). Identificar casos de estigma, discriminação ou violência institucional no processo de acesso à justiça.
c). Sistematizar boas práticas e recomendações para o fortalecimento do sistema de justiça em matéria de inclusão e diversidade.
d). Identificar barreiras institucionais, sociais e culturais, bem como boas práticas e oportunidades de melhoria.

4. PROPOSTA DE METODOLOGIA

O estudo deverá adoptar uma abordagem qualitativa, que permita uma compreensão aprofundada das experiências, percepções e desafios enfrentados. Para o efeito:

a). Devem ser privilegiados métodos qualitativos, tais como entrevistas em profundidade, grupos focais e estudos de caso.
b). A recolha de dados deve envolver a interação directa com o grupo-alvo: pessoas LGBTQIA+ e actores institucionais (magistrados, procuradores, oficiais de justiça, polícia, defensores públicos e Organizações da Sociedade Civil.
c). Os/as pesquisadores/as terão liberdade para detalhar a metodologia, propondo: critérios de selecção dos participantes, instrumentos de recolha de dados, técnicas de análise de conteúdo e plano de validação dos resultados.

5. LOCAIS DE IMPLEMENTAÇÃO

O estudo será conduzido em três cidades:

• Maputo
• Beira
• Nampula

6. DURAÇÃO DO TRABALHO

O estudo deverá ser implementado no período máximo de 60 dias, contados a partir de 20 de Maio de 2026.

7. PERFIL / REQUISITOS

Dada a natureza técnico-científica e a complexidade desta investigação, o presente concurso privilegia candidaturas de Empresas de Consultoria ou Instituições de Pesquisa que demonstrem capacidade institucional e experiência consolidada na gestão de projectos de investigação social.

Os(as) candidatos(as) deverão reunir os seguintes requisitos:

a). O/A Líder da equipa deverá ter Formação superior em Ciências Sociais, Direito ou áreas afins.
b). Experiência comprovada em investigação qualitativa e direitos humanos.
c). Experiência comprovada em trabalhar com organizações da sociedade civil
d). Conhecimento profundo sobre a temática LGBTQIA+ e o sistema de justiça moçambicano.
e). Capacidade de conduzir entrevistas individuais e de grupos focais de forma ética e culturalmente sensível.
f). Domínio de português (oral e escrito); conhecimento de línguas locais será valorizado.
g). Disponibilidade para deslocações à Maputo, Beira e Nampula durante o período do estudo.
h). Disponibilidade imediata.
i). Certidão de quitação.

8. PRODUTOS ESPERADOS

a). Instrumentos de recolha de dados qualitativos validados.
b). Relatório de pesquisa completo (preliminar e final) em português, contendo a análise das evidências produzidas.
c). Actas de workshops de validação e disseminação dos resultados

9. SUBMISSÃO DE PROPOSTAS

Os(as) interessados(as) deverão submeter:

a). Proposta técnica: metodologia detalhada, cronograma, equipa de trabalho e experiência relevante.
b). Proposta financeira: orçamento discriminado em Meticais, incluindo honorários, deslocações e custos logísticos.
c). Curriculum Vitae dos membros da equipa.

10. PRAZO DE SUBMISSÃO

As propostas devem ser enviadas para o seguinte endereço: [[email protected]], até ao 6 de Maio de 2026.

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SOCIEDADE CIVIL ENTREGA RELATÓRIO SOMBRA AO GOVERNO E EXIGE AVANÇOS NOS DIREITOS LGBTQIA+ E ESPAÇO CÍVICO O Fórum de Mon...
30/04/2026

SOCIEDADE CIVIL ENTREGA RELATÓRIO SOMBRA AO GOVERNO E EXIGE AVANÇOS NOS DIREITOS LGBTQIA+ E ESPAÇO CÍVICO

O Fórum de Monitoria do Mecanismo de Revisão Periódica Universal (FMMRPU) entregou formalmente, na passada Segunda-feira, 26/04 ao Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, uma coletânea de cinco "relatórios sombra" sobre a situação dos direitos humanos em Moçambique.

O documento reflete a visão da sociedade civil para o IV Ciclo da Revisão Periódica Universal da ONU e denuncia a estagnação de recomendações internacionais que o Estado aceitou em 2021, mas que continuam por implementar.

O impasse do registo da Associação LAMBDA e a nao materialização plena dos direitos das minorias se***is e de género, constam como pontos mais críticos da coletânea. A organização, que este ano assinala 20 anos de existência, destaca que o seu pedido de registo oficial continua pendente no Ministério da Justiça há 18 anos.

Esta situação personifica a falta de avanços nas recomendações feitas por países como Suécia, Reino dos Países Baixos e Uruguai, que, no ciclo anterior, instaram Moçambique a eliminar obstáculos ao registo de ONGs que trabalham com minorias se***is e a legislar explicitamente contra a discriminação baseada na orientação sexual e identidade de género.

Para além das questões LGBTQIA+ lideradas pela Associação Moçambicana para Defesa das Minorias Se***is – LAMBDA, a colectânea integra relatórios da Coligação para a Eliminação das Uniões Prematuras – CECAP; (sobre direitos da criança e rapariga), da Rede de Defesa dos Direitos Se***is e Reprodutivos – DSR - sobre o acesso e a disponibilidade dos serviços de contracepção); e da AMODEFA (educação sexual abrangente e direitos reprodutivos).

O documento aborda ainda temas candentes da actualidade moçambicana, tais como: (a) Transparência eleitoral e violência Pós-eleitoral; (b) Diálogo Político Nacional Inclusivo, (c) Mudanças climáticas e Direitos Humanos; e, (d) Combate à impunidade, Reforço do Estado de Direito e Acesso à Justiça.

Sousa Gonçalves Chele, Director Executivo do Fórum de Monitoria do Mecanismo de Revisão Periódica Universal, sublinhou durante a entrega que este exercício reafirma o compromisso de levar as vozes das comunidades vulneráveis aos palcos internacionais. Segundo aquele responsável, o IV Ciclo da Revisão Periódica Universal deve ser encarado como uma "oportunidade de transformação concreta" para consolidar o Estado de Direito e a justiça social no País.

A principal conclusão do documento aponta que, embora Moçambique tenha registado avanços normativos, persistem "desafios estruturais". E, as organizações convergem na urgência de fortalecer o quadro jurídico, garantir a protecção de grupos vulneráveis e assegurar a liberdade de expressão e manifestação.

A entrega do presente relatório acontece num momento crucial, tendo em conta que, no próximo dia 5 de Maio, o Estado moçambicano será avaliado pelos seus pares em Genébra, na Suíça. Nessa sessão, o Governo terá de prestar contas sobre o progresso (ou a falta dele) na garantia dos direitos fundamentais de todas e todos os seus cidadãos perante o Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Créditos de 📸: Ministério da Justiça A.C.Religiosos

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"Feliz aniversário, Dann Sousa   🎉🎂👑Valorizamos muito a sua dedicação e as suas contribuições para o avanço da agenda do...
28/04/2026

"Feliz aniversário, Dann Sousa 🎉🎂👑

Valorizamos muito a sua dedicação e as suas contribuições para o avanço da agenda dos direitos LGBTQIA+ em Moçambique!

"A LAMBDA lhe deseja o melhor dos aniversários! Que este novo ano seja tão brilhante quanto o seu trabalho.

Parabéns!!!👑🎂🍾🎉
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MINISTRO DA SAÚDE USSENE ISSE RECONHECE TRABALHO DA LAMBDA COMO "CRUCIAL NA RESPOSTA AO HIV NO PAÍS"O reconhecimento foi...
24/04/2026

MINISTRO DA SAÚDE USSENE ISSE RECONHECE TRABALHO DA LAMBDA COMO "CRUCIAL NA RESPOSTA AO HIV NO PAÍS"

O reconhecimento foi assumido, nesta quarta-feira, 22/04, em Maputo, durante a visita ao stand da organização LGBTQIA+, na feira de saúde que decorreu à margem do evento de lançamento do "Lenacapavir", um medicamento injectável de acção prolongada administrado duas vezes por ano, o qual surge como alternativa altamente eficaz à profilaxia pré-exposição (PrEP), oral.

Durante a interação com os intervenientes de campo (activistas) da LAMBDA, o titular da pasta da saúde foi informado sobre as diversas frentes de actuação da organização, que este ano celebra 20 anos de existência. A LAMBDA apresentou o seu portfólio de materiais de Informação, Educação e Comunicação (IEC), detalhando o trabalho de sensibilização e apoio comunitário desenvolvido junto do seu público alvo, a comunidade LGBTQIA+ à nível nacional.

Na ocasião, o Ministro reconheceu a importância estratégica do trabalho da LAMBDA, classificando-o como crucial. O Governante sublinhou que a inclusão e o envolvimento directo da População-chave, onde está integrada a população de homens que fazem s**o com outros homens (HSH) e pessoas transgénero, são fundamentais para o sucesso da resposta ao HIV e SIDA no país.

Com a introdução do "Lenacapavir" Moçambique passa a ser o nono (9o) país africano a recorrer a este método, que numa primeira fase, apenas estará disponível disponível em 55 unidades sanitárias, nomeadamente, cidade e província de Maputo e Zambézia, tendo como prioridade adolescentes e jovens a partir dos 15 anos de idade.

Importa sublinhar que o "Lenacapavir" é um medicamento de acesso gratuito e somente deve ser administrado nas unidades sanitárias.

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LAMBDA DEFENDE FIM DE "BARREIRAS IDEOLÓGICAS" NO REGISTO DE ASSOCIAÇÕES DURANTE MESA REDONDA NO ÂMBITO DO DIÁLOGO NACION...
23/04/2026

LAMBDA DEFENDE FIM DE "BARREIRAS IDEOLÓGICAS" NO REGISTO DE ASSOCIAÇÕES DURANTE MESA REDONDA NO ÂMBITO DO DIÁLOGO NACIONAL INCLUSIVO

Na última sexta-feira, 17/4, em Maputo, a LAMBDA apresentou uma reflexão técnica e política sobre os desafios da liberdade de associação em Moçambique, durante uma mesa redonda organizada pela Comissão Nacional dos Direitos Humanos, integrada não âmbito do Diálogo Nacional Inclusivo, cuja abordagem esteve centrada nos Direitos Humanos.

De acordo com o Oficial Sénior de Pesquisa, Formação dos Direitos Humanos da LAMBDA, Dário de Sousa, a consolidação de um Estado de Direito Democrático exige que o exercício de direitos fundamentais não seja condicionado por critérios subjectivos ou preconceitos que a própria Constituição da Republica ja superou.

A intervenção esteve centrada nos obstáculos que a própria LAMBD enfrenta há quase 20 anos. Para a LAMBDA "não existem entraves legais legítimos para o registo de organizações que respeitam os limites da Lei Fundamental".

Intervindo para uma audiência diversa, dentre elas, o Presidente da Comissão Técnica para o Diálogo Nacional Inclusivo, (COTE) - Edson Macuácua, o Presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos, CNDH - Albachir Macassar, o Juiz Conselheiro do Tribunal Supremo - Carlos Pedro Mondlane, deputados Assembleia da Republica, académicos, activistas e jornalistas, Dário de Sousa recordou que o Conselho Constitucional, através do Acórdão n. 7/CC/2017, já declarou inconstitucional a norma que condicionava a criação de associações a uma suposta "ordem moral", clarificando que, "o Estado não pode fazer prevalecer valores colectivos subjectivos sobre direitos individuais expressamente reconhecidos".

Dário de Sousa destacou que o silêncio administrativo e a recusa de registo de entidades que cumprem os requisitos legais - como o número de fundadores e estatutos conformes constituem uma violação grave da segurança jurídica e do princípio da igualdade. Para sustentar a sua tese, o Oficial da LAMBDA recordou que em Moçambique já existem várias organizações LGBTQIA+, que infelizmente, tal como a LAMBDA, também enfrentam desafios para se registar, mas que recentemente, o Estado moçambicano registou a " ", uma associação LGBTQIA+, cujo registo só foi possível sob condição de serem removidos nos estatutos , toda e qualquer referência ao seu público alvo, a comunidade LGBTQIA+.

Olhando para o futuro, a LAMBDA aponta algumas saídas, propondo a consagração do "deferimento tácito", que permitiria o reconhecimento automático de uma associação caso o Ministério da Justiça não apresentasse uma resposta fundamentada num prazo de 45 dias.

Noutra proposta, a LAMBDA sugere a inclusão de uma cláusula anti-discriminação explícita, proibindo o indeferimento de registos com base na orientação sexual ou identidade de género. Para a LAMBDA, "o registo deve tornar-se um acto meramente declarativo, deixando qualquer fiscalização de mérito para os tribunais, e propôs a responsabilização disciplinar e civil de funcionários públicos que, por negligência ou dolo, obstruam processos de registo.

A intervenção da LAMBDA concluiu que estas mudanças transformariam o direito de associação num procedimento transparente e vinculado à lei, retirando-o da esfera do "favor estatal" ou do julgamento moral.

No encerramento do evento, o Presidente da COTE - Edson Macuácua, considerou a iniciativa uma oportunidade para reforçar o papel do Estado na protecção dos direitos humanos. Segundo Macuácua, é fundamental que " o Estado assuma a protecção dos direitos humanos como uma agenda prioritária, adoptando uma postura activa na prevenção de violações e implementando práticas que, evitem a sua ocorrência". Aquele responsável defendeu defendeu ainda a necessidade de um debate aberto, franco e honesto para o alcance dos objetivos do diálogo nacional inclusivo.

Para além de juntar vários intervenientes, a mesa redonda teve como objectivo promover um debate aberto e a reflexão sob autonomia e a capacidade das instituições nacionais de direitos humanos bem como analisar a legislação nacional e internacional e harmonização normativa com vista ao fortalecimento institucional no âmbito do compromisso político para um diálogo inclusivo.


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Até sempre Anónio Victor Muianga - Tonico! 🌻🙏NB: o velório terá lugar à mesma hora, na residência do finado, no bairro d...
22/04/2026

Até sempre Anónio Victor Muianga - Tonico! 🌻🙏

NB: o velório terá lugar à mesma hora, na residência do finado, no bairro da Matola D.

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Em Maputo: Casa Velha vibra com "Artes q***r"O espaço da Casa Velha em Maputo voltou a viver momentos únicos, vibrantes ...
16/04/2026

Em Maputo: Casa Velha vibra com "Artes q***r"

O espaço da Casa Velha em Maputo voltou a viver momentos únicos, vibrantes e de pura energia contagiante, quando, na tarde do último dia 10 de Abril, acolheu a feira de saúde, arte e cultura, organizado pela LAMBDA, que tinha como objectivo celebrar o mês da Mulher Moçambicana.

Tal como em Nampula e Nacala, em Maputo, quem lá esteve pôde testemunhar, foi um momento rico onde a arte ocupou um lugar central do evento, fomos arrebatados pela voz e talento da poetisa Antonieta Matsinhe que nos encantou com os seus versos que tocam a alma, falam das nossas vivências, das nossas angústias, dores e lutas, mas acima de tudo, versos que afirmam a nossa existência e plena cidadania.

Como não podia deixar de ser, o nosso Grupo Cultural voltou a elevar a fasquia com a sua belíssima apresentação, marcada pela apresentação de performances coreográficas actualizadas, isso, sem fugir dos ritmos tradicionais que caracterizam o DNA do grupo.

Para além das artes, como o evento ja indicava, para além da LAMBDA, contamos com exposições de materiais do trabalho das organizações parceiras, a e , cujo trabalho tem sido vital, aprofundando a nossa compreensão de que, abrir o espaço para novas vozes e rostos não é apenas necessário, é urgente nesta luta da construção de uma sociedade inclusiva e plural.

E, como regra, deixamos o nosso Kanimambo para tod@s que fizeram deste evento especial e vivo, que a arte continue a ser a nossa ferramenta de transformação.

💪🏳️‍🌈🏳️‍⚧️🇲🇿

Endereço

Avenida Marien Ngouabi 112
Maputo
NA

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 17:00
Quinta-feira 08:00 - 17:30
Sexta-feira 08:00 - 13:30

Telefone

+25821418067

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