Eu meditante

Eu meditante O caminho se faz ao caminhar, imergindo para dentro si, voce encontrara o novo eu. Nao mais perdidos - nos encontramos.

Vamos de black, vamos de renda, vamos de brilho.Alguns achados divos no SALE da H&M por £12,49 Libras. Bora converter?Co...
15/05/2017

Vamos de black, vamos de renda, vamos de brilho.

Alguns achados divos no SALE da H&M por £12,49 Libras.

Bora converter?

Cotacao de hoje no paralelo 1 Libra = R$ 4,22.

Vestidinho lindo sai: R$ 52,70 + Custo de envio e operacional que a gente combina ;)

Vai dar uma passeada no site e aproveita!

http://www2.hm.com/en_gb/sale.html

Bom dia Garotas!Vamos começar as explicações aqui nessa casa.Serviço Delivery Fashion para o Brasil, oba!Para começar o ...
15/05/2017

Bom dia Garotas!

Vamos começar as explicações aqui nessa casa.

Serviço Delivery Fashion para o Brasil, oba!

Para começar o movimento logo mais vou jogar links de lojas queridas da galera. Vai que rola um achado.

Ficou alguma duvida? Pode chamar

Quantas vezes navegando pelos sites de marcas fofis, badaladas e escândalo do mundo fashion você se deparou com a inform...
11/05/2017

Quantas vezes navegando pelos sites de marcas fofis, badaladas e escândalo do mundo fashion você se deparou com a informação de que eles não enviam para o Brasil? Ou então, até enviam, porém, e aquele medinho ou melhor, certeza, de que seu produto pode ficar parado meses na Alfândega; fora o cifrões de correio internacional. Não valia a pena sonhar querer tal coisa, neh? Bem, agora, pode valer, bonita.

Tem coisa boa vindo por aqui, espera um cadim que estamos trabalhando para isso

Há um ano meio eu fechava a loja física e vendia o espaço com todos os pertences que ao longo de três anos fui encontran...
10/05/2017

Há um ano meio eu fechava a loja física e vendia o espaço com todos os pertences que ao longo de três anos fui encontrando pelo mundo e caracterizando a Loja - Garota Perdida. Coisas únicas e antigas que só quem pode conhecer o espaço sabia o quão único ela era e foi. Uma decisão tomada mediante outra decisão, eu estava para dar a luz, a maternidade me esperava mais uma vez e além disso, a mudança de país. Eu havia chegado ao meu limite como empreendedora e a crise no Brasil que começava a tomar forma veio em cheio em cima do meu negócio que muitas vezes era composto de viagens e importações. Passei a chave do espaço adiante com toda a história ali vivida. Muita gana, amor e persistência fez da Garota Perdida minha vida sem distinções.

Após a entrada neste novo universo de mãe e imigrante tive que acalmar a mente e o coração, me vi obrigada a esquecer a empreendedora que fui ou tentei ser. Minhas apostas foram tão altas que deixaram feridas em mim e talvez em muitas pessoas com quem convivi no tempo que fazia de tudo para a loja crescer em sua proposta inicial e não inicial. A Garota Perdida deixou de existir. Mas não se pode matar por completo aquilo que se é e acredita, crenças não morrem.

Este tempo de espera e digestão foi necessário para acalmar os ânimos, conheci verdadeiramente o significado da palavra resiliência. A vida não poderia ser mais justa e proposital. Após o choque da adaptação em umas das terras mais geladas e cosmopolita que já estive, tive o prazer e a sorte de cruzar com as mesmas coisas que sempre me encantou, o comércio e as pessoas que o fazem. Mas eu precisava de uma ideia e sabemos que ideias são coisas que vão e vem com o vento. Não é fácil criar, organizar, mapear uma ideia, ainda mais quando se tem um bebê chorando o tempo todo querendo colo e peito adicionado a uma leva de informações te esperando em umas das cidades mais louca, aterrorizante, encantadora e sagaz do mundo, Londres.

Pois bem, a ideia veio, não saiu, foi pesquisada, discutida e em breve, será testada.

Tenho a audácia de noticiar que a Garota Pedida irá voltar, em outro formato, mas ela irá.

Quem trabalha e acredita deve deixar o rio correr.

Guardei essa música minha vida toda para este agora.

Mesmo não sabendo a quantos irá chegar pois a página está parada faz muito tempo, jogarei a sorte sem patrocínio.

Obrigada a você que leu até aqui. Escute a música e acompanhe as novidades.

GO WORKING GIRL!

80's classic da minha vida para vocês ❤

Aguardem.

iTunes: https://itunes.apple.com/us/album/let-river-run-remastered-2004/id283516843?i=283517017&uo=4&at=10l5Fr Official Website: http://www.carlysimon.com Fr...

CAPITULO II - DOS BASTIDORESA loja começava ser descoberta mas as vendas ainda eram baixas, a passionalidade que movia m...
27/04/2016

CAPITULO II - DOS BASTIDORES

A loja começava ser descoberta mas as vendas ainda eram baixas, a passionalidade que movia meu negócio era inevitável e o sentimento de provação havia me levado acreditar que eu precisava continua, e isso passou a ser meu vício, eu precisava provar e fazer da minha vida como empreendedora um sucesso pessoal mesmo não sabendo os caminhos que tomaria, eu era apenas movida pelos ventos da emoções, o que me levou ao tópico mais importante da minha vida.

Nesta época meu ex namorado ainda era muito presente em minha vida, não pessoalmente, mas através da escrita, ele escrevia muito para seu blog pessoal bastante seguido por sinal e por muitas vezes nosso relacionamento assim como o término dele foi pauta de textos poéticos, eu não sabia muito conviver com aquilo, era sufocante, ainda mais aliado a sensação de exposição já que muitas pessoas que me conheciam e conheciam a loja eram leitores dele e muitas pessoas do meio social por onde eu andava sabiam do que havia acontecido com a gente, era muito constrangedor o fato de eu estar em um evento qualquer e ver olhos direcionados a minha pessoa, ou melhor, a minha ex vida amorosa.

Eu sempre não suportei minha cidade, sério, não suporto. Uberlândia pra mim sempre foi algo pequeno e abismal. Algo parado no tempo, uma comunidade que nunca aceitou muito bem o novo, aquele cenário de eterna fofoca de vizinhos, coisa mesmo de cidade pequena onde cada coisa tem seu papel muito bem delimitado. O shopping, a rua principal, a praça, a família rica, o pessoal do subúrbio, os artistas, as faladas da cidade e por ai vai. O desejo de sempre querer me mudar de Uberlândia era algo de alma desde minhas primeiras lembrança já com 6 anos de idade, eu não me sentia bem nesta terra e foi assim por anos, um aguardo, uma prece para sair daqui, fosse estudando, casando, trabalhando, passei a considerar a cidade como sala de espera para minha vida até eu entender que eu só sairia da maneira mais óbvia, com minhas próprias pernas, viajando.

Em Fevereiro de 2013 eu havia recebido um e-mail do meu ex que por alguma razão mexeu muito comigo, não me lembro o exato conteúdo, mas me lembro que fiquei abalada. As coisas na loja andavam mornas e o sentimento de desgaste e derrota era cada vez mais iminente toda vez que uma pessoa visitava a loja daquele jeito arredio para não dizer caipira fazendo perguntas idiotas do estilo se as as roupas eram de quem já morreu ou se a loja era brechó já que o espaço era muito colorido, cheio de informação com antiguidades e com uma peça de cada nos cabides, sem grade, sem peças iguais, isso levava as pessoas a crerem que ali era um brechó, porque era tudo diferente; isso quando não perguntavam se era um bar por conta da geladeira Frigidare1958 na entrada da loja. Imaginem meu sentimento, minha angústia, meu desolamento. A loja era tudo que eu tinha, era minha caixinha mágica, meu universo particular não entendido, não compreendido, um espaço que nunca fez parte do lugar onde ele estava. Um não lugar por assim dizer.

Eu não aguentava mais, precisava fugir, precisava sair, precisava de algo que não fosse mais os mesmos caminhos que sempre percorri, mas o que eu faria? Iria pra São Paulo tentar um emprego como advogada? Não, eu não poderia, seria caminhar muito para trás, seria me entregar ao medo, eu não era feliz na vida de advogada e sabia disso, mesmo ganhando bem não era o que me consumia a alma, eu me sentia muito criativa para passar o resto da vida em pilhas de papéis e processos usando roupas em tonalidades pastéis. Eu precisava me encontrar de verdade, estava devastada e nunca o nome Garota Perdida veio tanto a calhar, eu estava perdida mesmo e era o resultado de minha obra. Aliás o nome Garota Perdida foi pensado na coerência de ser perdida no tempo já que a princípio o foco principal da loja era a moda vintage e retrô, sacaram? Esse nome sempre deu o que falar nos arredores, tinha gente que nem entrava na loja pelo nome mesmo, o que eu fui saber só depois, principalmente as recatadas né, ate minha filha de 10 anos na época "zuava" dizia que talvez era melhor eu mudar o nome para Ariane Modas que talvez assim as pessoas aceitariam melhor por ser mais óbvio, eu estava muito a frente da cidade e não dava para suportar tamanho retrocesso e assim entendi que a Garota Perdida poderia ser muito mais ampla do que eu havia imaginado.

Bem; após o email não ser digerido e toda a confusão sentimental me consumir veio a sede de que eu precisava viver coisas que nunca antes assumi que me alimentavam o espírito, eu queria estudar vinhos, minha paixão cara. Acreditei em um piscar que essa seria minha salvação e que para isso acontecer eu precisaria sair do Triângulo Mineiro, precisaria cruzar o oceano para algum lugar onde seria uma completa desconhecida, beberia os melhores vinhos e me apaixonaria novamente, só me veio a mente um lugar, a Itália.

Em 2 de Fevereiro de 2013 em uma conversa profunda e confusa com minha melhor amiga no in box do face, não pensei muito antes de clicar no site de viagens e comprar uma passagem para Roma que parcelei em 10 vezes, viajaria em Novembro, como pagar seria outro problema e solução a ser desenvolvida, e com esta atitude minha vida começou a ter contagem regressiva. Eu precisava de uma desculpa pra fugir e encontrei uma. Era isso que eu tinha, a vida lá fora, mas não como eu a conhecia.

* O print poético da atitude.

(Continua)

Nesta época eu sofria da Síndrome do Pensamento Acelerado, tomei decisões  baseadas em simples emoções muitas vezes acha...
25/04/2016

Nesta época eu sofria da Síndrome do Pensamento Acelerado, tomei decisões baseadas em simples emoções muitas vezes achando que iria dominar o mundo, o que por um lado deixou o negócio com cara de não negócio, o que sinceramente ainda me questiono se um dia foi, mas por outro, me levou para a beira do abismo. O primeiro estoque comprei em viagens desgastantes e malucas, viagens longas de ônibus para São Paulo e Rio. Eu me hospedava sempre no hostel mais barato e em quartos compatilhados que mal dormia, carregava a mochila lotada de mercadoria por longas distâncias e a grana era curta para outras coisas que não fosse o investimento no estoque, era uma verdadeira caça ao tesouro. Para mim fazia sentido na época estes sacrifícios, exigir e forçar muito o corpo, ficar com fome, com sono e acabada e por muitas vezes doente eram suportados pelo combustível de acreditar que o negocio da Garota Perdida era diferente e original e que as pessoas iriam gostar disso.

Meu primeiro estoque foi lotado de roupas vintage. E uma pequena parcela retro. Pra quem não sabe o vintage é o original de época, e, para ser considerado vintage a peça deve ter no minimo 20 anos de existência. Não é fácil encontrar uma boa peça vintage e isso era a minha tara, algo puramente pessoal que quis fazer negócio, vender meu gosto e prazer, e assim veio mais um grande erro.

Moro em uma cidade interiorana porém grande geograficamente, nossa gente detém de certos conceitos e preconceitos. O mineiro tem o perfil de ser difícil, desconfiado, fechado e acreditem ele é. Talvez não o mineiro da capital que em seu desenvolvimento e acesso a coisas passou por reciclagens conceituais, me refiro ao mineiro daqui, dos interiores pra lá da roça.

Quando abri a loja e enchi os cabides com maioria de roupas originais anos 50, 60 e 70 que como disse foram muito difíceis de achar, as pessoas que entravam na loja faziam cara de estranheza, elas não conseguiam entender como eu poderia estar vendendo coisas usadas e na mentalidade delas, velhas. Antes do pessoal da terceira idade começar a ir na loja apenas para relembrar coisas que já usaram e tiveram e também para olhar a decoração composta por antiguidades ( isso enchia o s**o) eu, em minha profunda inocência não conseguia compreender o porquê do resto das pessoas não entenderem o que eu estava oferecendo. Eu oferecia história e estilo, mas pra galera da rua não passava de coisas para uma festa brega ou a fantasia. E acreditem, minha seleção era impecável, só quem sabe e aprecia a moda vintage entende como é difícil encontrar peças em ótimo estado e que transmite a mensagem que deve. Antigamente as roupas eram feitas para durar, costuradas muitas vezes a mão, botões em madeira, prata, madre pérola, Deus! era muita vida para uma roupa que o público não conseguia perceber e receber; além de fazerem cara de nojinho e gozação, caso houvessse algum interesse arregalavam os olhos ao ver o preço que na cabeça deles eram de roupa nova, roupas usadas na mente deles valeriam uns 5 reais e olhe lá. Como eu sofri neste época, foi deprimente, até eu perceber que cometi mais dois grandes erros como empreendedora, primeiro não fiz pesquisa de mercado, segundo passei a tomar raiva e antipatia de quem entrava na loja de curioso, pois, na minha cabeça lá vinha outro que não entendia nada do que eu estava oferecendo. Pacionalisei totalmente o meu negócio.

O tempo se passava e as vendas não eram o suficiente para manter as contas, o público que consumia minha mercadoria eram centrados na galera alternativa, estudantes, pessoas da arte, viajadas, uma ou outra que curtia o que eu oferecia. Ou seja, não era o suficiente para manter o negócio, não mesmo.

Em dois meses de loja enxerguei que teria que mudar ou não duraria, e foi ai que decidi focar apenas na moda retrô. Enquanto o vintage é o original de época, o retrô se baseia em ser uma releitura de peças usadas antigamente, são peças novas, podendo ser muitas vezes réplicas também, que em sua maioria são compostas por cortes ou cores antigas mas adaptadas ao tempo atual, por exemplo, mais curto caso for um vestidinho. E foi por gostar muito e saber da facilidade de vender foquei nos vestidos com cortes rodados e fofos, porém com exclusividade em estampas e tamanhos, porque na real eu não tinha dinheiro para comprar grade de peças então selecionava o que achava interessante na desculpa de que eram fabricadas e desenhados em pequena escala, o que não era verdade. Era um modo de atrair a atenção do consumidor. De certo modo sempre protegi muito bem meus fornecedores, aliás foram muitos dinheiros e pernadas gastas antes de encontrar todos. Por Uberlândia ser uma cidade interiorana, muito das lojas tem seu conceito de moda baseado em moda de revista e blogs fashion, ou seja, o que reina por aqui são as coleções do Brás e Bom Retiro por assim dizer, minha lógica era que a probabilidade de uma loja oferecer o que eu oferecia era mínima, assim sendo, eu poderia dizer que tudo que vendia era único, o que depois de algum tempo e muitas descobertas passou realmente a ser (...)

Ah, quanto ao lance do piso antes da inauguração da loja, não pensem que abri a loja no chão batido de terra. Naquela situação desesperadora minha mãe mesmo muito decepcionada comigo por eu ter largado a carreira jurídica (ela também é advogada então imagina) para virar s**oleira e abrir uma loja sem precedentes, me ofereceu de presente o piso, porém o mais baratinho, e isto foi um grande passo para nós duas, fazia um tempo que ela não perguntava nada sobre minha vida e como ia o andamento da loja, não queria saber mesmo, sempre desconversada quando eu tentava dividir algo, foi um tempo difícil para nós duas. Enfim, mãe é mãe. Acho que esse lance do piso foi uma preparação, porque no fim ela teria que aceitar que do nada eu mudei o rumo de minha vida, afinal muito ainda estava por vir e ela teria que suportar muita coisa. Eu, vagando com uma mochila nas costas era uma delas.

Bom lembrar a inauguração. So amigas, minha filha, drinks, umas duas passantes e eu com um original dos anos 50.

(Continua)

CAPITULO I - NASCE UMA GAROTAUma viagem começa onde outra termina. Ai que saudade de dizer isto. Por tempos dediquei meu...
22/04/2016

CAPITULO I - NASCE UMA GAROTA

Uma viagem começa onde outra termina. Ai que saudade de dizer isto. Por tempos dediquei meu tempo e minha vida à Garota Perdida, uma loja que ia além de um comércio para mim. A Garota Perdida era uma essência, uma alma a ser vivida, e foi. Uma promessa e sonho pessoal que se tornou em minha maior dívida, dívida que não se restringiu a dinheiro.

Comecei a Garota Perdida como muitas histórias pelo mundo vistas e ouvidas nestes derraneios da vida. Sou daquelas que largou uma carreira promissora, um futuro trilhado e se jogou no mundo do empreendedorismo com completo destemor. Comecei a loja em uma porta qualquer, numa rua vazia que por quase 2 anos foi meu reduto e minha maior obsessão. Com um empréstimo e algo que tinha guardado comprei meu primeiro estoque depois de ter montado a loja de maneira completamente eufórica e emotiva, gastei literalmente o que não tinha, tudo isso pra vender um sonho, uma paixao - Roupas Vintage e Retrô. Antes da inauguração da loja passava eu por um momento intenso em minha vida. Tinha acabado um relacionamento muito forte e destrutivo; tinha me demitido de uma carreira pública como advogada; tinha selado um tempo de decepção com meus pais; tinha me jogado na esquina da incerteza. Era o que eu tinha. Uma aposta, uma vontade, a tal obsessão e a crença de que tudo iria mudar, ia ser diferente, ia ser a prova pra mim e para os outros que não, eu não era louca, meu negócio iria prosperar em algum sentido, mesmo eu não sabendo por onde começar tendo apenas como dirigente o mapa da ambição e da paixão. Posso ouvir você pensando que deu m***a, e deu.

Após alugar o cômodo gastei 1/3 do capital em tintas, pintei uma parede de cada cor com a melhor tinta elaborada e contratei o primeiro pintor que encontrei, grande erro. Logo após, contratei o primeiro pedreiro para trocar o piso, grande erro novamente. Me lembro que uma semana antes da inauguração da loja estava eu chorando sentada no passeio, o pedreiro não conseguiu fazer o piso de cimento queimado que pedi e teria que comprar pisos com o dinheiro que eu não tinha e nem chegaria a ter tão brevemente. Eu chorei como se tivesse 5 anos e pela primeira vez senti o amargo da derrota. Eu podia ouvir meus pais dizendo que tinham avisado. Via os vizinhos me ridicularizando, via meu ex namorado achando que eu era uma coitada. Tudo isso imaginado e regado a muito vinho e ci****os na época. Vinhos; minha segunda paixão, paixão que me levou a tomar uma decisão lá na frente, decisão que mudou toda a história da minha vida e com ela, a da loja.

(Continua)

Address

London

Website

Alerts

Be the first to know and let us send you an email when Eu meditante posts news and promotions. Your email address will not be used for any other purpose, and you can unsubscribe at any time.

Share

Category