De modo que sua própria organização prescinde do diálogo constante entre os membros das esferas estaduais e municipais da federação. Desta forma, é válido apontar uma das questões prioritárias da FENASDETRAN – Uma perspectiva integrada de vida e trânsito é a redução das estatísticas de acidentes. Em 11 de maio de 2011, a Organização das Nações Unidas (ONU) liderou o lançamento de um movimento glob
al pela segurança no trânsito a fim de estimular esforços em todo o mundo para conter e reverter a tendência crescente de fatalidades e ferimentos graves em acidentes no trânsito no planeta ao longo da década 2011- 2020. O objetivo é ambicioso: reduzir em 50% as mortes e lesões previstas para 2020, salvando a vida de, pelo menos, 5 milhões de pessoas no mundo. A primeira década do Século XXI foi marcada pelo crescimento contínuo da violência e da mortalidade no trânsito no Brasil e no mundo.
É um desafio fundamental para o desenvolvimento social e econômico das Nações, mas não é apenas um desafio dos Estados. Não chegaremos à meta se não engajarmos a sociedade civil, as famílias e, sobretudo, os comportamentos concretos de cada um no trânsito - condutores, pedestres, ciclistas, motociclistas. Segundo as previsões de técnicos da OMS (Organização Mundial da Saúde) e do Banco Mundial, se nada for feito, chegaremos em 2020 com 67% a mais de mortes causadas por acidentes de trânsito em todo o mundo.