Ciclovia da Teotônio Vilela

Ciclovia da Teotônio Vilela Ciclovia construída na Av. Sen. Teotônio Vilela, local muito esperado pelos cidadãos da Zona Sul de São Paulo para terem uma opção de transporte saudável.

A inauguração da Ciclovia da Teotônio Vilela foi realizada pelos próprios ciclistas da cidade em 31 de julho de 2016, que juntos saíram do Parque das Árvores percorrendo a nova estrutura cicloviária, que segue desde o Terminal Grajaú até o Terminal Varginha, percurso fundamental para o ciclista no dia a dia, por ser uma via antes muito hostil com quem pedala, mas agora é uma das melhores rotas de bicicleta da cidade.

11 ANOS DE INTERDIÇÕES E SUCESSIVAS OBRAS SEM FIM!Chega de enrolação!! DEVOLVAM a Ciclovia Rio Pinheiros!Vamos juntos pe...
22/07/2025

11 ANOS DE INTERDIÇÕES E SUCESSIVAS OBRAS SEM FIM!
Chega de enrolação!! DEVOLVAM a Ciclovia Rio Pinheiros!
Vamos juntos pedir o FIM das obras e nossa ciclovia de volta!
ASSINE A PETIÇÃO e compartilhe com TODOS:
change.org/devolvamacicloviariopinheiros

11 ANOS DE INTERDIÇÕES E SUCESSIVAS OBRAS INTERMINÁVEIS!!Obras que até o momento não trouxeram NENHUM benefício pra quem...
21/07/2025

11 ANOS DE INTERDIÇÕES E SUCESSIVAS OBRAS INTERMINÁVEIS!!

Obras que até o momento não trouxeram NENHUM benefício pra quem utiliza a bicicleta como transporte, esporte ou lazer!

ASSINE o abaixo-assinado:
https://chng.it/JFxjV2S4WK

Em meados de 2013, pouco antes do início das sucessivas obras intermináveis do Governo Estadual, ainda era possível percorrer toda a Ciclovia Rio Pinheiros, desde a Vila Olímpia, seguindo diretamente até Miguel Yunes, Santo Amaro ou Jurubatuba, sendo uma importante conexão cicloviária entre a Zona Sul e a Zona Oeste da Cidade de São Paulo. Claro, que na época ainda faltavam muito acessos e o Parque Bruno Covas nem sequer existia, mas os transtornos ainda eram muito menores nos primeiros e pouquíssimos 3 anos em que a ciclovia tinha de fato seus 22km de extensão originais.

No entanto, a partir daquele ano tudo mudaria com as constantes obras que impactariam diretamente o deslocamento e a usabilidade da ciclovia pelas pessoas que diariamente passavam por essa estrutura. Isso porque desde então o trecho entre a Estação Granja Julieta e a Ponte Estaiada f**aria interrompido por uma vergonhosa "novela" com mais de 10 temporadas e inúmeros atores como a Secretaria Estadual de Transportes , CPTM (gestora da ciclovia na época), EMAE, Metrô , ViaMobilidade e tantos outros, que contribuíram para a DESTRUIÇÃO dessa importante ciclovia com as obras do monotrilho na Linha 17 Ouro do Metrô.

Vários protestos e manifestações até conseguiram impedir o bloqueio total da ciclovia, com a criação da ciclovia na Margem Oeste do Rio Pinheiros, no entanto, as escadas temporárias acabaram se tornando definitivas, mesmo com a transformação dessa nova ciclovia no atual Parque Bruno Covas, que tinha promessas de transformá-las em rampas e não o fez. Assim, a obra do monotrilho, que deveria durar 2 anos, passado MAIS DE UMA DÉCADA, segue até hoje SEM PREVISÃO de término. Uma total irresponsabilidade!

Isso porque nem mencionamos outras inúmeras obras, que já impactaram as ciclovias em algum momento, como da Piratininga, Usina São Paulo, Prefeitura com a ampliação da marginal, Semil com os gabiões e tantas outras que desconsideraram o deslocamento das pessoas em bicicletas com desvios por lama e/ou interdições, desconsiderando totalmente o ir e vir de quem depende das ciclovias.

O pior "exemplo", é a ViaMobilidade que também passou a impedir o deslocamento das pessoas em bicicletas por pelo menos 4 anos, na altura da Estação Sto. Amaro, devido a obras totalmente equivocadas, que bloquearam a ciclovia em ambas as margens do Rio Pinheiros, onde até mesmo uma estrutura chegou a cair sobre as águas do rio.

Apenas recentemente essa passagem pela Estação Sto. Amaro foi liberada, no entanto, a ViaMobilidade e a Construtora EGTC deixou muitos problemas de acessibilidade, deterioração das ciclovias originais com muito lixo, entulho e asfalto que era bem liso, antes das obras, hoje está totalmente rachado, devido ao tráfego de caminhões e guindastes, que usaram a ciclovia como passagem desde Miguel Yunes até Sto. Amaro. As empresas (IRRESPONSÁVEIS) fizeram apenas remendos e reparos pontuais, deixando grande parte da ciclovia TRINCADA atualmente!

Pra completar, a ViaMobilidade também não realizou NENHUMA CONTRAPARTIDA pelo impacto causado durante todos esses anos. A estação / terminal de ônibus, por exemplo, não possui bicicletário, mesmo após as obras de ampliação, algo previsto na legislação municipal, após obras de revitalização ou construções, algo demandado há muitos anos pela falta dessa estrutura no Terminal Guido Caloi. Também não pensaram em incluir a bicicleta, permitindo a conexão entre a Ciclovia Rio Pinheiros e o Parque Bruno Covas pela estação, facilitando a travessia entre as margens do Rio Pinheiros. Que empresa de "MOBILIDADE" é essa que não pensa nem mesmo a integração com o uso da bicicleta?

Recentemente, também REMOVERAM o acesso temporário à ciclovia na Ponte do Socorro, sem construir alguma nova alternativa, ignorando totalmente a recomendação dos ciclistas, que propuseram um acesso definitivo por rampas. Agora, as pessoas precisam dar uma volta ENORME, desde o Largo do Socorro até a Ponte João Dias e VOLTAR TUDO DE NOVO pela margem oposta, pra só então chegar por baixo novamente da Ponte do Socorro e conseguir prosseguir em direção à Jurubatuba e Miguel Yunes. SURREAL!!

Lamentavelmente esses e outros inúmeros absurdos continuam, com interdições, falta de acessibilidade, falta de segurança e até mesmo redução do horário de funcionamento, devido à falta de iluminação/manutenção, restrição de horário que sequer deveria existir por se tratar de uma via teoricamente pública.

Se fôssemos de qualquer órgão ligado aos problemas que vemos hoje em dia, teríamos VERGONHA em dizer que a Ciclovia Rio Pinheiros é a maior estrutura cicloviária da América Latina.

Precisamos impedir que essas empresas continuem destruindo nossa ciclovia e a devolvam em boas condições de uso!

Queremos:
* Devolução da Ciclovia Rio Pinheiros à população, sendo liberada integralmente de Villa-lobos a Miguel Yunes;
* Restauração da iluminação e manutenção constante, bem como, o término do projeto de implantação de postes/luminárias em toda a extensão da Ciclovia Rio Pinheiros, Parque Bruno Covas e Ciclovia do Trabalhador;
* Recuperação do pavimento entre Miguel Yunes e Estação Sto. Amaro;
* Implantação de um novo acesso à Ciclovia Rio Pinheiros por rampas na Ponte do Socorro;
* Restauração total do pavimento/gradis da Ciclovia do Trabalhador, entre o Largo do Socorro e o Pomar Urbano;
* Bicicletário seguro, coberto, padronizado nos moldes das estações mais recentes da Linha 5 Lilás.

DEVOLVAM a Ciclovia Rio Pinheiros!

Ciclistas do Ciclistas do Ciclo Comitê Paulista 2023/2025 lançam abaixo-assinado contra o fechamento da  e do Parque Bru...
23/07/2023

Ciclistas do Ciclistas do Ciclo Comitê Paulista 2023/2025 lançam abaixo-assinado contra o fechamento da e do Parque Bruno Covas Novo Rio Pinheiros .

O Governo do Estado de São Paulo e a , estão querendo interditar ambas as ciclovias nos próximos dias, sem oferecer uma rota segura aos cidadãos que utilizam a bicicleta como meio de transporte e sem diálogo com o Ciclo Comitê Paulista, que era até então, o único canal de comunicação entre o governo e os ciclistas.

O comitê foi paralisado desde a última eleição, onde a gestão e da está realizando diversos retrocessos de maneira autoritária e sem diálogo com os usuários, que buscam mais estrutura para quem pedala no Estado de São Paulo, incluindo as obras da Rota Cicloturística Márcia Prado, que seguem paralisadas devido à falta de responsabilidade do governo estadual em cumprir a legislação sob a lei estadual nº 16.748/2018 e do Plano Cicloviário Estadual lei estadual nº 10.095/1998.

Assine o abaixo-assinado para a retomada dos trabalhos do Ciclistas do Ciclo Comitê Paulista 2023/2025 e pela NÃO interdição da Ciclovia Rio Pinheiros:
https://change.org/ciclocomitepaulista

22/07/2023

CICLOVIA RIO PINHEIROS E PARQUE BRUNO COVAS TERÃO BLOQUEIO TOTAL DURANTE MESES

Interdição da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de SP do Governo do Estado de São Paulo na gestão Tarcísio Gomes de Freitas deverá ocorrer já nos próximos e deve prejudicar o deslocamento de milhares de cidadãos que utilizam a ciclovia como locomoção

Confira os fechamentos que podem iniciar nos próximos dias e os já existentes no Parque Bruno Covas Novo Rio Pinheiros/

- Trecho Parque Cidade Jardim/Usina: a partir do dia 01/08 para obras dos gabiões do Departamento de Águas e Energia Elétrica - DAEE
- Trecho Parque Estaiada/Ponte Laguna: praticamente FECHADO desde Março/2023. Local já possou por obras, mas segue fechado, mesmo estando sem intervenções de maquinário
- Acesso Parque Hub Global: praticamente FECHADO desde. Portão original de acesso foi fechado para intervenções do Parque Global
- Ciclopassarela Flutuante atende ambos lados: FECHADA a partir de 21/07
- Travessia Ponte João Dias ambos lados: FECHADA a partir de 21/07
- Trecho Estação Santo Amaro Linha 5 Lilás ambos lados: FECHADO em Agosto
- Trecho Estaiada/Morumbi Ciclo Rio Pinheiros: FECHADO desde Fevereiro/2014
- Trecho Jaguaré/Cidade Universitária Ciclo Rio Pinheiros: FECHADO desde 12/07

O uso da bicicleta é fundamental nas ciclovias do Rio Pinheiros, tanto no lado leste ( ) como oeste ( Parque Bruno Covas Novo Rio Pinheiros ), tendo destinos diferentes em cada uma das margens, mas ambas realizam um papel muito importante, sendo as principais ligações cicloviárias da Zona Sul com a Zona Oeste, se não houvessem as obras interrompendo o fluxo. Atualmente as ciclovias também não estão se complementando totalmente como alternativas, visto que a ausência de mais acessos e travessias acessíveis ainda é um sério problema.

Com as interdições isso se agrava, pois nem mesmo as opções existentes estarão operacionais. Por exemplo, a Ciclopassarela Flutuante já está fechada, assim como sua alternativa na Ponte João Dias. Com isso, o trecho sul da Ciclovia Rio Pinheiros f**ará totalmente isolado entre Santo Amaro e Miguel Yunes. Além disso, restou apenas mais um pequeno trecho entre a Vila Olímpia e a Ponte Universitária, também por conta das obras. Já na margem oeste, onde f**a o Parque Bruno Covas, interdições totais seguirão na mesma linha, impossibilitando também chegar à Zona Oeste pela Ponte Cidade Jardim, sem nenhuma opção ou saída, pois a não cede a travessia existente pra uso dos ciclistas. Tudo isso sem falar que a Ciclovia Rio Pinheiros já estava com o bloqueio das obras do monotrilho da Linha 17 Ouro há quase 10 anos e sem previsão de término. Ou seja, ambas as ciclovias estarão nos próximos dias praticamente sem sua função primordial durante vários meses: o deslocamento dos cidadãos.

Pra completar, ainda no próximo mês de Agosto, retornarão as obras da ViaMobilidade do Grupo CCR na Estação Santo Amaro da Linha 5 Lilás, que também bloquearão integralmente ambas as ciclovias nas margens do Rio Pinheiros. Nesse caso haverá desvios, no entanto, teremos apenas uma única rampa no Terminal Guido Caloi (lado Parque) e demais acessos provisórios há intenção da construtora em implantar escadas, que seriam instaladas na Ponte do Socorro e na saída da ciclovia pra Estação Santo Amaro da Linha 9 Esmeralda. Porém, como bem sabemos, as escadas dificultam/impossibilitam o uso de pessoas idosas, crianças, mobilidade reduzida, triciclos, handbikes, carretinhas de carga/crianças, bicicletas de carga, bicicletas pesadas e outros, inviabilizando o uso da ciclovia e colocando essas pessoas em risco.

O ponto de apoio na Estação Santo Amaro, também poderá ser desativado e substituído por outro provisório, sendo que o ideal seria implantar um novo definitivo na Estação Jurubatuba. O essencial mesmo, seria que a ViaMobilidade integrasse a bicicleta com o metrô da Linha 5 Lilás nas estações periféricas com a implantação de bicicletários seguros e segregados em estações como Santo Amaro (Terminal Guido Caloi), Campo Limpo, Capão Redondo, onde algumas disponibilizam apenas paraciclos em área aberta, sendo nada recomendável. No Terminal Guido Caloi também faz falta uma ciclovia integrando a avenida em frente com o Parque Bruno Covas e a Ciclovia Rio Pinheiros. Atualmente as pessoas precisa pedalar na contra-mão pelo terminal de ônibus, por falta de estrutura que a Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo não implantou.

Gostaríamos de entender o que se passa pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de SP na gestão de para tamanha falta de respeito na implementação de obras nas margens do Rio Pinheiros. Obras que também são questionáveis do ponto de vista ambiental, visto que transforma o rio em um canal murado com pouquíssimos acessos dos animais, quando o plantio de árvores nas margens, seria o mais indicado para conter as erosões que ocorrem no local. Na questão da mobilidade dos cidadãos que utilizam as margens pro ir e vir, nem se fala: é inadmissível tamanha falta de responsabilidade. A gestão do Governo do Estado de São Paulo precisa entender que o cidadão não precisa apenas quilômetros pra pedalar, mas sim de linearidade e conectividade pra ir e vir, sem interrupções. No entanto, as pessoas f**arão sem alternativas seguras "por questões de segurança" e terão que se locomover pelas pistas da marginais, como por exemplo, no lado Morumbi, Real Parque e Jardim São Luís, sendo que a Berrini, não atende a esses deslocamentos que o Parque Bruno Covas atende.

Vale ainda ressaltar que a convivência entre obras e os ciclistas é possível. A engenharia brasileira precisa aprender como se faz a execução de uma obra, utilizando o maquinário adequado para determinadas intervenções, pois ninguém fecha a Marginal Pinheiros aos veículos em ambos os sentidos por 90 dias ou mais, mesmo quando as obras são similares, como içamento de estruturas como irá ocorrer na Estação Sto Amaro da ViaMobilidade. Pelo contrário, muitas cidades ao redor do mundo, especialmente as comunidades européias vivem com constantes obras nas grandes cidades, mas jamais impedem o deslocamento das pessoas que pedalam no dia a dia. As ciclovias destes locais nunca são obstruídas e, quando raramente são, sempre há opções, jamais a interdição do destino. A ausência de educação por parte dos gestores públicos resulta no absurdo que vemos constantemente nas obras de nossa cidade. Triste e lamentável toda essa situação!

Estamos extremamente consternados com a forma que o uso da bicicleta como meio de transporte vem sendo tratado nas ciclovias pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de SP , Departamento de Águas e Energia Elétrica - DAEE EMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia. e Governo do Estado de São Paulo na gestão de Tarcísio Gomes de Freitas . É gravemente preocupante a falta de respeito, ausência de alternativas viáveis, obras sem planejamento, prazos não cumpridos e impacto causado ao cidadão, especialmente aquele que tem na bicicleta o seu ir e vir.

07/09/2021

Na periferia, calçada é ciclovia: consequência da falta de estrutura.

Grajaú é o bairro mais populoso da capital paulista, mas mesmo assim, não possui 1km de estrutura cicloviária.

A Av. Dona Belmira Marin (imagem) é um exemplo da falta de ciclovias na cidade, onde há anos, existe projeto cicloviário, que deveria ter saído junto com um corredor de ônibus da , mas acabou sendo trocado por faixas exclusivas de ônibus, que melhoraram em parte, o grave problema no transporte coletivo da região.

Até 2007, havia 9.451 viagens por dia, sendo o bairro com maior uso de bike em São Paulo, segundo a pesquisa Origem e Destino do . No entanto, a intensa priorização aos veículos motorizados e as mínimas melhorias no transporte público, acabaram expulsando os ciclistas para as calçadas ou pra outro modal, como as motocicletas, ou ainda, acabaram auxiliando na superlotação dos ônibus, que atualmente são cheios 24hs por dia no Grajaú.

Com tudo isso, infelizmente também houve um grande aumento das ocorrências de trânsito envolvendo motos, pedestres e ciclistas, o que tornaram a Belmira Marin, uma das vias mais perigosas da Zona Sul.

Mesmo assim, o uso da bicicleta como meio de transporte sempre foi grande e isso se reflete nos bicicletários do Terminal Grajaú e da Estação Grajaú da Cia. Paulista de Trens Metropolitanos - CPTM que sempre foram bastante utilizados, chegando a f**ar quase sem vagas disponíveis em alguns dias da semana.

Mas ainda assim, o Grajaú e a Belmira Marin, seguem sem ciclovia. Mesmo sendo parte essencial da Rota Cicloturística Márcia Prado, sancionada em leis municipais e estaduais, a via principal não possui sinalização específ**a pra quem se locomove em bicicleta.

Com isso, não condenamos os ciclistas que preferem se abrigar nas calçadas para fugir do agressivo trânsito dos veículos motorizados. Da mesma forma, devemos respeitar e compartilhar o espaço das ciclovias com os pedestres, quando não há calçadas decentes, pois nem sempre é possível utilizar o espaço correto destinado a ciclistas e pedestres, quando esses não são priorizados na política da cidade.

A falta de estrutura une a mobilidade ativa que se locomove com a própria força.

Foto: Paulo Alves

31/08/2021
Já que a ViaMobilidade  , a Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo  e o Governo do Estado de S...
20/08/2021

Já que a ViaMobilidade , a Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo e o Governo do Estado de São Paulo não resolvem as interdições nas ciclovias do Rio Pinheiros na Estação Santo Amaro, nós criamos um mapa com rotas para os ciclistas desviarem dos trechos interditados. Acesse o mapa pelo link: bit.ly/RioPinheirosInterditado .

As ciclovias das duas margens do Rio Pinheiros estão interditadas desde o dia 17/08, quando a obra da ViaMobilidade na Estação Santo Amaro desabou. No dia 18/08 tivemos uma reunião com a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, ViaMobilidade e Farah Services. Apesar das várias sugestões do e , a Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São... e a ViaMobilidade não aceitaram nenhuma.

Enquanto isso, as ciclovias continuam interditadas e os ciclistas continuam sem nenhuma opção de trajeto seguro, tendo que se arriscar em vias movimentadas como a Av. Guido Caloi, Ponte Transamérica e Marginal Pinheiros. Se a obra da ViaMobilidade tivesse desabado em cima da Marginal Pinheiros, será que o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura de São Paulo fechariam as marginais sem nenhuma sinalização e sem dar nenhuma rota alternativa?

Isso só demonstra como o Governo do Estado e a Prefeitura não se importam com a segurança dos ciclistas, já que não há comunicação sobre a sinalização de rotas alternativas.

Já que a ViaMobilidade , a Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo e o Governo do Estado de São Paulo não resolvem as interdições nas ciclovias do Rio Pinheiros na Estação Santo Amaro, nós criamos um mapa com rotas para os ciclistas desviarem dos trechos interditados. Acesse o mapa pelo link: bit.ly/RioPinheirosInterditado .

As ciclovias das duas margens do Rio Pinheiros estão interditadas desde o dia 17/08, quando a obra da ViaMobilidade na Estação Santo Amaro desabou. No dia 18/08 tivemos uma reunião com a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, ViaMobilidade e Farah Services. Apesar das várias sugestões do e , a Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São... e a ViaMobilidade não aceitaram nenhuma.

Enquanto isso, as ciclovias continuam interditadas e os ciclistas continuam sem nenhuma opção de trajeto seguro, tendo que se arriscar em vias movimentadas como a Av. Guido Caloi, Ponte Transamérica e Marginal Pinheiros. Se a obra da ViaMobilidade tivesse desabado em cima da Marginal Pinheiros, será que o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura de São Paulo fechariam as marginais sem nenhuma sinalização e sem dar nenhuma rota alternativa?

Isso só demonstra como o Governo do Estado e a Prefeitura não se importam com a segurança dos ciclistas, já que não há comunicação sobre a sinalização de rotas alternativas.

04/08/2021

O prefeito Ricardo Nunes e a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes CANCELARAM A REUNIÃO DA CÂMARA TEMÁTICA DE BICICLETA DE NOVO! A reunião seria amanhã às 10h, mas foi cancelada hoje às 18h40. A postura da Prefeitura da Cidade de São Paulo é de desrespeito pelos conselheiros e conselheiras da CTB e pela sociedade civil.

A reunião de julho também foi cancelada com menos de 24h de antecedência e a Prefeitura não tem respondido aos ofícios e e-mails enviados pelos membros da CTB. No dia 27/07 a CTB enviou as pautas para a reunião do dia 03/08 e somente hoje, 02/08, a SMT informou que a reunião havia sido cancelada.

Além disso, EM 2021 A CTB JÁ ENVIOU 13 OFÍCIOS, MAS SÓ 1 FOI RESPONDIDO. Apesar da CTB e dos coletivos de ciclistas se esforçarem para dialogar e buscar melhorias para os paulistanos, parece que a gestão de Ricardo Nunes não se interessa pelos ciclistas... Ou será que é falta de organização?

Esperamos que o prefeito Ricardo Nunes se atente ao que está ocorrendo e oriente o secretário Levi Oliveira e as equipes da SMT, CET - Companhia de Engenharia de Tráfego e SPTrans para que as reuniões sejam retomadas! Também esperamos que ele implante os 673 km de novas ciclovias e ciclofaixas previstas no Plano Cicloviário e no PlanMob de São Paulo!

A Câmara Temática de Bicicleta e o Conselho Municipal de Transporte e Trânsito são espaços de diálogo da Prefeitura, SMT, CET e SPTrans com a sociedade civil e a Prefeitura deveria valorizá-los, conversando e respondendo aos questionamentos feitos pelos seus membros. Infelizmente, parece que o prefeito Ricardo Nunes desconhece ou ignora os conselhos, esperamos que essa atitude mude!

Os coletivos Bike Zona Sul, Bike Zona Oeste, Bike Zona Leste e Bike Zona Norte querem buscar melhorias e manter o diálogo com o poder público, porém parece que a Prefeitura não está interessada no diálogo... Será que eles vão seguir o Plano Cicloviário, o PlanMob e o que a população deseja ou vão ignorar o debate sobre políticas públicas?

Marque o prefeito Ricardo Nunes, o secretário Levi Oliveira, a Prefeitura da Cidade de São Paulo e a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes nos comentários para eles se posicionarem!

Endereço

Avenida Sen. Teotônio Vilela
São Paulo, SP
04835-000

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