GMF - Grupo Metrópole Fluvial

GMF - Grupo Metrópole Fluvial Grupo de Pesquisa em Projeto de Arquitetura de Infraestruturas Urbanas Fluvias - Grupo Metrópole Fl

O Grupo de Pesquisa em Projeto de Arquitetura de Infraestruturas Urbanas Fluviais – Grupo Metrópole Fluvial pertence ao Laboratório de Projeto do Departamento de Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU USP. Tem como objetivo o fomento e a difusão da cultura de projeto de arquitetura de infraestruturas de cidades fluviais, com ênfase à articulação arquitet

ônica e urbanística dos rios, canais e lagos artificiais na estrutura urbana da Metrópole de São Paulo, cidades fluviais brasileiras e sul americanas. Visa elaborar estudos e projetos em cooperação técnica e acadêmica com escritórios públicos de projetos de infraestrutura hidroviária.

É constituído por professores, técnicos e alunos, e é coordenado pelos professores Alexandre Delijaicov e Milton Braga e pelo arquiteto da Prefeitura do Município de São Paulo André Takiya. Em 2010, o grupo iniciou contato com o Departamento Hidroviário da Secretaria Estadual de Logística e Transportes do Governo do Estado de São Paulo, com o objetivo de estabelecer um protocolo de intenções visando a cooperação técnica e acadêmica entre as duas instituições. Fruto deste contato, o grupo desenvolveu, em 2011, a Articulação Arquitetônica e Urbanística dos "Estudos de Pré-viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental do Hidroanel Metropolitano de São Paulo", à convite da empresa PETCON - Planejamento em Transporte e Consultoria Ltda., vencedora do Edital de Licitação No DH-008/2009 do Departamento Hidroviário. Em março de 2012, em um ciclo de palestras e exposição na FAU USP, o grupo mostra ao público o trabalho desenvolvido, disponibilizando o conteúdo integral de sua produção inaugurando este website. contato

[email protected]
www.metropolefluvial.fau.usp.br

14/01/2020

Matéria do Nexo aborda a implementação do transporte fluvial urbano na Região Metropolitana de São Paulo:

"Para além da redução do esgoto lançado em seus afluentes, da redução do mau cheiro e da sua integração à cidade, o Novo Rio Pinheiros prevê, num segundo momento, “captar investimentos privados, com a concessão do transporte hidroviário”. Dessa forma, o programa de despoluição e revitalização do rio desperta mais uma vez o debate sobre as possibilidades de implementação de algum tipo de transporte fluvial urbano na região metropolitana da cidade de São Paulo.

[...]

Segundo Alexandre Delijaicov, arquiteto da Prefeitura de São Paulo, professor da FAU-USP e coordenador do Grupo Metrópole Fluvial, “o programa Novo Rio Pinheiros pode ser considerado como uma das fases de execução dos projetos e obras públicas do Hidroanel Metropolitano”. Ao Nexo, ele afirmou que “o Hidroanel é uma política pública de Estado, de projeto integrado, intersetorial, onde as políticas públicas de governo estão inseridas em um cronograma de execução de curto, médio e longo prazos”.

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Link para matéria: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/01/06/Quais-as-perspectivas-de-navega%C3%A7%C3%A3o-para-o-rio-Pinheiros

Implementação de transporte fluvial urbano pode ser viabilizada na região metropolitana da cidade de São Paulo após programa de despoluição e revitalização do rio

31/10/2019

Pela universalização do saneamento ambiental e pelo direito ao acesso às águas, aos rios e córregos limpos.

"A situação mostra que nem a capital do estado mais rico do país, ranqueada entre as 20 melhores cidades quando o assunto é saneamento, escapa dos bolsões de excluídos da água encanada e esgoto.

No estado de São Paulo, cerca de 4,6 milhões de pessoas não têm acesso ao sistema de esgoto, o equivalente a duas vezes a população de Sergipe, segundo dados do SNIS (Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento). Aproximadamente 1,7 milhão não recebe água tratada."

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Discutiremos a importância de Projetos de Arquitetura de Infraestruturas Urbanas Fluviais nos encontros do Metrópole Fluvial - Tardes de Projeto / Conversas Desenhadas, como parte das ações da 12ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo

Ver materia completa:

Mesmo na capital mais rica do país falta água tratada e doenças trazidas por ela persistem

Manaus: Cidade flutuante no rio NegroCultura fluvial-urbana / Arquitetura ribeirinha-anfíbia"De acordo com o historiador...
30/10/2019

Manaus: Cidade flutuante no rio Negro
Cultura fluvial-urbana / Arquitetura ribeirinha-anfíbia

"De acordo com o historiador Otoni Mesquita, a cidade flutuante que se destacava no crescimento urbano da capital na década de 50 era situada nas proximidades da Feira da Manaus Moderna, no Centro. Lá funcionava uma espécie de bairro flutuante. Comércios, restaurantes, consultórios de médicos e dentistas, oficinas mecânicas... Tudo tinha ali, na cidade flutuante.

[...]

Mesmo com a extinção da cidade flutuante há mais de 50 anos, a cultura de construir casas em beira de rios e igarapés se perpetuou em Manaus. Diferente de outras décadas, as casas já não são flutuantes. Hoje o modelo mais comum são as casas de palafitas, de madeiras."

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Discutiremos a importância de Projetos de Arquitetura de Infraestruturas Urbanas Fluviais nos encontros do Metrópole Fluvial - Tardes de Projeto / Conversas Desenhadas, como parte das ações da 12ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo

Ver matéria completa: https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2019/10/24/da-cidade-flutuante-as-palafitas-o-meio-seculo-que-narra-a-urbanizacao-fluvial-em-manaus.ghtml?fbclid=IwAR0emUVdPyuYQWImYZXSKtRMmjmun5YjLECjb4ltu5fOe7xpnzIMD0WgwQ4

América fluvial: rede de canais (pré-colombianos) de navegação, irrigação, drenagem e abastecimento."Os resultados daque...
10/10/2019

América fluvial: rede de canais (pré-colombianos) de navegação, irrigação, drenagem e abastecimento.

"Os resultados daquele voo científico, publicados nesta terça-feira, revelam que sob as árvores estão os restos de uma enorme rede de canais de transporte e campos de cultivo formando uma retícula, que foram construídos pela civilização maia. Os pesquisadores estimam que a rede ocupava 14 quilômetros quadrados, equivalente a metade do centro urbano de São Paulo.

As escavações no terreno realizadas em seis pontos mostram que a zona esteve ativa sobretudo durante a última parte do período clássico, há 1.200 anos. Foi uma etapa de máxima expansão desta civilização que ocupou o sul do México, Guatemala e Belize. Os restos mais recentes chegam até o pós-clássico, 900 anos atrás, já perto do momento em que os maias abandonaram suas cidades e sua civilização se paralisou por razões ainda não esclarecidas.

[...]

O trabalho mostra que, embora os antigos canais maias tenham se enchido de terra e sedimentos, ainda estão menos elevados que o resto das zonas de cultivo, e a água escorre por eles na estação úmida. O estudo aponta que uma das zonas de cultivo analisadas, conhecida como Pássaros do Paraíso, compreendia uma rede de 71 quilômetros de canais entrecruzados de uns três metros de largura, e além disso revela outras zonas agrícolas até agora desconhecidas. Os maias podiam passar de um rio a outros e alcançar o mar do Caribe por esses canais, relata o trabalho. Este grande campo de cultivo estava ao lado de dois centros populacionais chamados Grande Cacau e Akab Muklil, onde não há edifícios majestosos como em outras cidades maias"

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Discutiremos a importância de Projetos de Arquitetura de Infraestruturas Urbanas Fluviais nos encontros do Metrópole Fluvial - Tardes de Projeto / Conversas Desenhadas, como parte das ações da 12ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo

Ver matéria completa:

Tecnologia a laser e escavações na selva de Belize revelam a verdadeira extensão e impacto dos assentamentos dessa civilização

Interligações fluviais e transposições de bacias latentes e necessárias!--Discutiremos a importância de Projetos de Arqu...
09/10/2019

Interligações fluviais e transposições de bacias latentes e necessárias!

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Discutiremos a importância de Projetos de Arquitetura de Infraestruturas Urbanas Fluviais nos encontros do Metrópole Fluvial - Tardes de Projeto / Conversas Desenhadas, como parte das ações da 12ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo

Documentos produzidos no período dos capitães generais em São Paulo

O Capitão General Morgado de Mateus, no exercício de suas funções de governo na capitania paulista entre 1765 e 1775, foi pródigo na prática sistemática de mapeamento do território paulista. Ele veio ao Brasil com a missão de enfrentamento às ameaças de invasões espanholas e, na época, Portugal era potência avançada na produção de artefatos de representação do espaço.

Os mapas eram verdadeiros segredos de estado e os cartógrafos, objetos de disputa pelos reinos. A elaboração de e era comum para o auxílio na locomoção entre os povoados e, de alguma forma, justificavam a posse de terras e propriedades. A primeira edição da Revista do Arquivo destacou alguns destes documentos: http://bit.ly/2Mu6jdg

Legenda:
Carta chorografica da capitania de S. Paulo (1766)
Coleção: APESP

Conversas Desenhadas - Tamanduateí, realizada na última quinta feira, 03.10, no Centro Cultural São Paulo - CCSP!Venha n...
04/10/2019

Conversas Desenhadas - Tamanduateí, realizada na última quinta feira, 03.10, no Centro Cultural São Paulo - CCSP!

Venha nos próximos Metrópole Fluvial - Tardes de Projeto / Conversas Desenhadas!!!

Atividade aberta a todos, especialmente a estudantes de Arquitetura e Urbanismo.

Viagens Fluviais - Quintas-feiras, das 15h as 16h
Conversas Desenhadas - Quintas-feiras, das 16h as 19h

Veja a programação das próximas Conversas Desenhadas:
10.10 - Pinheiros
17.10 - Guarapiranga
24.10 - Billings
31.10 - Billings-Taiaçupeba
07.11 - Billings-Tamanduateí
14.11 - Alto-Médio Tietê
21.11 - Médio-Baixo Tietê
28.11 - Paraguai-Madeira
05.12 - Ori-Ama-Pla

Mancha de poluição no rio Tietê volta a crescer após três anos"A mancha de poluição no rio Tietê, o principal do Estado ...
02/10/2019

Mancha de poluição no rio Tietê volta a crescer após três anos

"A mancha de poluição no rio Tietê, o principal do Estado e que cruza a o capital paulista, aumentou 34% em 2019 em relação ao ano anterior. O resultado reverte três anos de melhora da qualidade do rio. Agora são 163 km de trecho poluído, entre as cidades de Mogi das Cruzes e Cabreúva, passando pela cidade de São Paulo — em 2018, eram 122 km. O trajeto representa 15% do curso do Tietê"

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Ver matéria completa: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/09/mancha-de-poluicao-no-rio-tiete-volta-a-crescer-apos-tres-anos.shtml

Matéria de Francesco Perrotta-Bosch para a Folha de S.Paulo, sobre o livro "São Paulo: uma biografia gráfica", do equato...
30/09/2019

Matéria de Francesco Perrotta-Bosch para a Folha de S.Paulo, sobre o livro "São Paulo: uma biografia gráfica", do equatoriano Felipe Côrrea, publicado pela Romano Guerra Editora.

"Uma nova postura iniciou-se nos últimos quinze anos em virtude, em grande medida, das pesquisas capitaneadas pelo professor da USP Alexandre Delijaicov, autor de um dos artigos do livro. Em consonância, Correa defende “uma nova dimensão cívica e cultural” para o Tietê, Pinheiros, Tamanduateí e outros: passando pelas ideias de fruição, lazer e restauração ecológica de suas margens."

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Discutiremos a importância desses e outros Projetos de Arquitetura de Infraestruturas Urbanas Fluviais nos encontros do Metrópole Fluvial - Tardes de Projeto / Conversas Desenhadas, como parte das ações da 12ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo

Ver matéria completa: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2019/09/fascinio-de-arquiteto-estrangeiro-por-sp-gera-livro-e-mostra-biografia-grafica.shtml

Projeto do Hidroanel Metropolitano e de navegação fluvial nos rios Pinheiros e Tietê citados na matéria de hoje da Folha...
22/09/2019

Projeto do Hidroanel Metropolitano e de navegação fluvial nos rios Pinheiros e Tietê citados na matéria de hoje da Folha de São Paulo.

Discutiremos a importância desses e outros Projetos de Arquitetura de Infraestruturas Urbanas Fluviais nos encontros do Metrópole Fluvial - Tardes de Projeto / Conversas Desenhadas, como parte das ações da 12ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo

Metrópole Fluvial - Tardes de Projeto / Conversas DesenhadasO Laboratório de Projeto (LABPROJ) da FAU USP - Faculdade de...
19/09/2019

Metrópole Fluvial - Tardes de Projeto / Conversas Desenhadas

O Laboratório de Projeto (LABPROJ) da FAU USP - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo irá realizar, todas as quintas-feiras a tarde, no Centro Cultural São Paulo - CCSP, atividades sobre Projetos de Arquitetura de Infraestruturas Urbanas Fluviais, como parte da 12ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.

Atividade aberta a todos, especialmente a estudantes de Arquitetura e Urbanismo.

Viagens Fluviais - Quintas-feiras, das 15h as 16h
Conversas Desenhadas - Quintas-feiras, das 16h as 19h

Veja a programação das Conversas Desenhadas:
19.09 - Metrópole Fluvial
26.09 - Tietê
03.10 - Tamanduateí
10.10 - Pinheiros
17.10 - Guarapiranga
24.10 - Billings
31.10 - Billings-Taiaçupeba
07.11 - Billings-Tamanduateí
14.11 - Alto-Médio Tietê
21.11 - Médio-Baixo Tietê
28.11 - Paraguai-Madeira
05.12 - Ori-Ama-Pla

Endereço

Rua Do Lago, 876
São Paulo, SP
05508-080

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