24/02/2026
Em 2025, o Brasil bateu recordes na exportação de carne bovina — com a China como principal destino. Agora, o cenário muda: o governo chinês anunciou medidas de salvaguarda, que limitam volumes por país e aplicam tarifa adicional de 55% sobre embarques que excederem a cota anual a partir de 2026.
Para o Brasil, o limite estimado será de 1,106 milhão de toneladas sem tarifa extra, abaixo do volume exportado no último ano. Isso acende um alerta para frigoríficos, exportadores e toda a cadeia logística, com risco de restrições operacionais, aumento de custos e perdas de receita caso o ritmo de embarques não seja ajustado.
Esse novo contexto exige replanejamento de rotas, volumes e mercados, além de atenção redobrada à regulação, documentação e gestão de riscos. Empresas com expertise em logística internacional conseguem reagir mais rápido, identificar destinos alternativos e manter previsibilidade mesmo diante de mudanças globais.
👉 Em um mercado global em transformação, antecipar riscos e diversificar destinos é chave para manter o fluxo comercial e a competitividade.
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