22/05/2026
Hoje o mundo perdeu alguém que nos ensinou a ver a comida e a vida, de outro jeito: Carlo Petrini, fundador do movimento Slow Food.
Ele transformou o ato de comer em algo muito maior: consciência, cultura, identidade, respeito ao território e às pessoas.
Mais do que falar de gastronomia, nos ensinou sobre memória, biodiversidade, dignidade, pequenos produtores, defesa das tradições e cuidado com aquilo que torna cada lugar único.
Em um mundo apressado, defendeu a lentidão não como atraso, mas como profundidade, lembrando que viver também é compreender, respeitar e saborear.
Essa foto é de mais de 10 anos atrás, nas minhas primeiras vezes no Piemonte, terra de Carlo Petrini, um lugar onde comida fala de território, pessoas, cultura e memória.
No Ideia Itália, essa visão sempre me acompanhou: viajar nunca foi apenas ver lugares, mas conhecer histórias, sabores, tradições e quem mantém tudo isso vivo.
Grazie, Carlo Petrini.
Seu legado continua vivo nas pequenas cidades, nos mercados, nas mãos de quem cultiva, nas cozinhas, nas conversas ao redor da mesa e em todos aqueles que ainda acreditam que o mundo pode ser vivido com mais consciência e menos pressa.