31/01/2020
DIGA NÃO AO TRANSPORTE ESCOLAR CLANDESTINO.
O município de Mogi das Cruzes é uma das melhores cidades para se viver, em todo o Brasil. Com uma população próxima aos 500.000 mil habitantes, é preciso que todos os cidadãos estejam cientes de sua responsabilidade, seja nos cuidados com o meio ambiente, seja com a cidadania atrelada à mobilidade urbana.
Um dos maiores colaboradores para um trânsito seguro e eficiente, estão os profissionais do transporte escolar, que atuam diariamente, atendendo diferentes famílias, desde crianças e adolescentes, até mesmo os estudantes universitários, vide que o município é beneficiado com diferentes escolas, públicas e particulares, além de três estabelecimentos educacionais voltados para o ensino superior, referência na educação, regionalmente, e até mesmo, nacionalmente.
Os transportadores escolares são um importante elemento para a facilidade na mobilidade urbana. Eles trabalham com diferentes circuitos, permitindo que pais e responsáveis fiquem tranquilos, quanto ao transporte de estudantes, de casa para a escola, e da escola para a casa.
Para atender de forma eficiente, os profissionais do transporte escolar precisam estar com uma série de documentos em dia, tanto para a condução de veículos apropriados para tal ofício, quanto os próprios veículos, que devem estar devidamente documentados, com a identificação, conforme a legislação vigente no Código de Trânsito Brasileiro, entre outros deveres que devem estar devidamente regularizados, com a fiscalização obrigatória e pungente, realizado de forma semestral.
Com todos os requisitos necessários, além do cadastro obrigatório junto à Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes, e todas as taxas e impostos devidamente recolhidos, os profissionais se espantaram, quando uma nova atividade de transporte surgiu no município, se apresentando como uma novidade, quando na verdade, está realizando o trabalho de forma ilícita, sem os devidos recolhimentos de taxas e impostos, tanto pela prefeitura, quanto pelo Código de Trânsito Brasileiro. Os transportadores escolares devem cumprir a legislação de trânsito, prevista nos artigos 136, 137 e 138 do Código de Trânsito Brasileiro.
As motoristas que trabalham neste tipo “pirata” de transporte não precisam passar por nenhum curso específico, como os profissionais do transporte escolar devem realizar, e nem mesmo os veículos passam por vistorias, exigidos tanto pela prefeitura municipal, quanto pelo DETRAN – Departamento de Trânsito Estadual de São Paulo.
Buscando uma solução apropriada, e explicações sobre a conivência do órgão municipal quanto à liberação deste tipo de transporte escolar irregular, e por que não dizer, irresponsável, profissionais do transporte escolar, devidamente regularizado, que pagam os impostos regularmente, estiveram na prefeitura de Mogi das Cruzes, na manhã do dia 30 de janeiro de 2020, e conversaram com Romildo Campello, Secretário de Gabinete do prefeito Marcus Melo.
Durante uma reunião de mais de uma hora, Romildo Campello concordou com todas as questões apontadas pelos profissionais que atuam no transporte escolar, devidamente credenciados, e ficou incumbido de repassar todas as demandas para o prefeito Marcus Melo, para que uma solução possa ser apresentada, o quanto antes, em relação aos veículos e motoristas que atuam de forma irregular, no município de Mogi das Cruzes.
Uma comissão formada pelos profissionais do transporte escolar vai apresentar, de forma oficial, todas as demandas solicitadas durante a reunião, e os profissionais vão se movimentar, para fortalecer a categoria, e combater, de forma efetiva, quanto aos motoristas que atuam de forma irregular na cidade de Mogi das Cruzes, e mostrar que é possível ter um trânsito eficiente e fluído, quando cada um faz sua parte, como cidadão consciente e cumpridor de seus deveres, em todas as áreas.