Criado em 27 de fevereiro de 1935, o Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma) foi instituindo inicialmente com a denominação de Syndicato Amazonense de Armadores de Navios. O Sindarma surgiu da necessidade das empresas de navios que transportavam riquezas pelos rios da Amazônia se articularem na defesa do transporte fluvial no Amazonas. Atualmente, com 80 anos o
Sindarma é o porta-voz dos anseios da categoria nas deliberações com autoridades, instituições governamentais, organizações privadas e sociedade. O sindicato tem 38 expressivas empresas sindicalizadas, que atuam no transporte de cargas, derivados de petróleo, grãos e transporte misto (cargas e passageiros). O Sindarma é uma das mais antigas entre as entidades de classe amazonenses. O principal foco de atuação do sindicato é representar, defender e criar as legítimas propostas que gerem avanços ao transporte aquaviário regional, nacional e internacional. A busca por melhorias na navegação fluvial na Amazônia tem sido o objetivo constante de luta do Sindarma com o apoio das empresas associadas, colaboradores e organizações parceiras. A importância dessas ações em prol da navegação fluvial ocorre, pelo fato, de todos os dias a maior parte do transporte de pessoas e cargas da região ser realizada através de embarcações. As empresas do setor transportam pela imensidão dos rios e hidrovias do Amazonas toneladas de cargas e passageiros durante todo o ano. Um serviço que reduz o isolamento territorial da região Amazônica, além de necessário para movimentar a economia amazonense, regional e brasileira. O Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas é uma entidade sindical com sede e foro na cidade de Manaus (AM), com base territorial estadual, constituída nos termos da legislação vigente para representar a categoria de Armadores e de Empresas de Navegação e Agência de Navegação.