Em Defesa do Porto Público

Em Defesa do Porto Público EM DEFESA DOS PORTOS PÚBLICOS: PRIVATIZAÇÃO NÃO! Os portos públicos brasileiros são na realidade públicos e privados ao mesmo tempo.

Campanha em defesa dos Portos Públicos de São Francisco do Sul e de Imbituba, organizada pelos sindicatos de Trabalhadores no Serviço Público Estadual (Sintespe) e no Comércio Armazenador de SC (Sintracasc) e trabalhadores do Porto de Imbituba. Os sindicatos dos Trabalhadores no Serviço Público Estadual (Sintespe) e no Comércio Armazenador de Santa Catarina (Sintracasc) juntamente com trabalhadore

s unidos do Porto de Imbituba lançam esta fanpage com a firme determinação de lutarem em defesa dos Portos Públicos de São Francisco do Sul e de Imbituba. E conclamam a todos os trabalhadores unidos dos portos, às comunidades e aos movimentos sociais combativos a se unirem contra a tentativa de privatização dos dois portos, que movimentam a economia e são diretamente responsáveis pelo desenvolvimento dos municípios e de suas regiões. Mas o setor público se responsabiliza pelo controle do que entra e do que sai do porto, pela infraestrutura - manutenção do Cais, dos pátios, pela profundidade do canal de acesso de navios e da darsena (área de atracação), pela sinalização náutica (boias), pela disponibilização de energia e água aos navios. Os lucros são reinvestidos nos próprios portos e nos municípios. A Lei dos Portos, alterada em 2013, criou a figura do Operador Portuário, que são empresas privadas que podem operar nos Porto Públicos, para fomentar a concorrência entre vários operadores, num mesmo porto. MODELO LANDLORD PORT É ADOTADO EM TODO O MUNDO
Os Portos de São Francisco do Sul e Imbituba enquadram-se no modelo LandLord Port, o mais largamente utilizado no mercado mundial, “no qual o setor público é responsável pelo planejamento portuário, atua como órgão regulador, é proprietário e/ou administra terrenos e infraestrutura básica para uso portuário. Tais ativos são normalmente disponibilizados, sob remuneração, a empresas operadoras privadas ou para indústrias”. (Banco Mundial)
Ou seja, o poder público assume a parte mais complexa e que demanda geralmente maiores investimentos e a iniciativa privada se encarrega da parte operacional e comercial. Esse modelo não visa lucro ao Estado. Venha lutar conosco e fortaleça essa campanha!

O SINTESPE teve audiência com o presidente da SC-Par Porto de Imbituba, Luiz Antônio Braga Martins e seu assessor, Antôn...
20/04/2023

O SINTESPE teve audiência com o presidente da SC-Par Porto de Imbituba, Luiz Antônio Braga Martins e seu assessor, Antônio Gadotti, na tarde do dia 18 de abril, e entregou as reivindicações dos mais de 70 servidores celetistas da autoridade portuária. No encontro estiveram os secretários de Comunicação do Sindicato, Wolney Chucre e Gabriel Pereira Escobar, de Assuntos Jurídicos, Sandoval Miguel dos Santos, e de Formação, Sayonara de Araújo Pessoa, além de do funcionário do Sindicato, Luciano dos Santos. No período da manhã, os diretores do SINTESPE coordenaram o Planejamento de Atividades para 2023. “A atividade foi construtiva, conseguimos reunir uma quantidade de ações expressivas diante dos problemas que identif**amos anteriormente e, agora, planejamos como executá-las, com prazos e prioridades”, avalia Gabriel Escobar, que também é servidor do Porto. “Os servidores estão motivados, porque vislumbram metas mais palpáveis de serem atingidas e isso resulta no fortalecimento maior da equipe em termos de organização”, conclui. O Acordo Coletivo dos trabalhadores do Porto, que estava atrasado há quase um ano, está em vias de ser assinado.

A nova direção do Porto de Imbituba foi indicada pelo governador Jorginho Mello (PL) e os primeiros contatos do SINTESPE têm sido positivos. Aliás, Luiz Antônio Braga Martins já havia presidido a SC-Par e foi afastado do cargo pelo ex-governador Carlos Moisés exatamente por ser contrário à privatização “e ter um perfil mais expansionista, de melhorar as movimentações do Porto”, conta Gabriel. Braga Martins foi o primeiro presidente do Porto de Imbituba a receber os representantes do Sindicato para uma negociação. “Foi bastante solícito diante das nossas sugestões”, resume Gabriel. Além da reivindicação para a realização de concurso público, um dos assuntos tratados no encontro foi a questão do assédio moral no local de trabalho, intensif**ado durante a gestão Carlos Moisés. O encaminhamento aprovado foi de realização de um curso, reunindo diretoria, comissionados e o quadro efetivo do Porto “para que todos saibam o que é assédio moral e que não seja praticado na empresa”.

Gabriel Pereira Escobar se mostra motivado, depois de quatro anos de ameaças de privatização do porto público de Imbituba. “A situação se alterou com o novo governo, principalmente porque tivemos declarações expressas do ministro dos Portos e Aeroportos Márcio França e do próprio presidente Lula de que a farra das privatizações no Brasil está encerrada”, comenta, “assim como o governador do Estado, que tem compromisso assinado de não privatizar os portos delegados”. Segundo Gabriel, em março desse ano, o Porto Público de Imbituba quase bateu seu próprio recorde em movimentação de mercadorias – “foi o melhor março da história” – ampliando ainda mais a sua importância na região da Amurel (Associação dos Municípios da Região de Laguna. “O porto é, de longe, a empresa que mais gera empregos diretos e indiretos na região, sem o porto não há cidade de Imbituba”, reforça.


ATO EM DEFESA DO PORTO PÚBLICO E CONTRA AS DEMISSÕESA diretoria do SINTESPE convoca os trabalhadores portuários dos port...
15/03/2022

ATO EM DEFESA DO PORTO PÚBLICO E CONTRA AS DEMISSÕES

A diretoria do SINTESPE convoca os trabalhadores portuários dos portos de Imbituba e São Francisco do Sul a participarem do Ato Público Virtual e Presencial em defesa dos portos públicos e contra a ameaça de demissões.

O Ato acontece às 19h30min desta terça-feira (15) e será transmitido pela plataforma Google meet. Participe e defenda o patrimônio portuário do povo brasileiro!

❌ Nesta terça-feira (15) às 19h30min.

📱 Acesso do Google Meet

https://meet.google.com/qto-fops-trp





PARTICIPE

Ao mesmo tempo em que o governador Carlos Moisés tenta privatizar os portos públicos catarinenses, os portos de Imbituba...
06/01/2022

Ao mesmo tempo em que o governador Carlos Moisés tenta privatizar os portos públicos catarinenses, os portos de Imbituba e São Francisco do Sul batem recordes de movimentação de carga. Em matéria publicada no site do governo do Estado, consta que em 2021 o Porto de São Francisco do Sul movimentou mais de 13,6 milhões de toneladas, 14% a mais que em 2020 e chegou ao 7° colocado entre os portos públicos do país em movimentação de carga.

Leia, a seguir, a matéria produzida pela assessoria de imprensa do Porto.

RECORDE HISTÓRICO CONFIRMA SÃO FRANCISCO DO SUL COMO O 7° MAIOR PORTO PÚBLICO DO PAÍS EM MOVIMENTAÇÃO DE CARGA

Em 2021, a quantidade de mercadoria transportada a partir do Porto de São Francisco do Sul chegou a 13,6 milhões de toneladas, o que representa a maior movimentação de carga de sua história. Com relação a 2020, houve um aumento de 14%. No ano passado, a soma da exportação e importação de produtos atingiu 11,9 milhões de toneladas.

Os dados confirmam o porto do Norte catarinense como o 7º maior em movimentação de carga, entre os 34 portos públicos do Brasil, e o primeiro de Santa Catarina.De acordo com as informações divulgadas esta semana pela autoridade portuária, as importações foram responsáveis por 52% das cargas, com 7,1 milhões de toneladas. Destaque para o material siderúrgico, como barras e bobinas de aço, que somaram 3,9 milhões de toneladas, além de fertilizantes e ureia, que alcançaram 2,5 milhões de toneladas.

As exportações, por sua vez, chegaram a 6,5 milhões de toneladas (48% da carga), sendo a soja o principal produto movimentado, com 5,2 milhões de toneladas, seguido pela madeira e celulose, com 700 mil toneladas. Os dados incluem a movimentação do porto público e do terminal arrendado Tesc.

METADE DE TODA A CARGA DE SANTA CATARINA

O porto privado de Itapoá também faz parte do complexo portuário situado na Baía da Babitonga e trabalha apenas com contêineres, tipo de carga que São Francisco deixou de movimentar em 2017. Caso seja somada a movimentação do porto público com as cargas de Itapoá (8,9 milhões de toneladas), o complexo portuário de São Francisco do Sul chegaria a 22,7 milhões de toneladas, representando 50% de toda a carga movimentada pelos portos de Santa Catarina.

DESTAQUE NO CENARIO NACIONAL -

Para o presidente do Porto, Cleverton Vieira, os números demonstram a importância do complexo portuário como instrumento de geração de renda e propulsor da economia local e regional. “Temos orgulho de sermos parceiros estratégicos da cadeia produtiva catarinense. Na agricultura, por exemplo, o Porto importa insumos, como fertilizantes, e exporta o produto final, os grãos”, disse.

O crescimento recorde em 2021, segundo Vieira, coloca São Francisco do Sul como destaque no cenário portuário nacional e, ao mesmo tempo, aumenta consideravelmente a sua responsabilidade: “Temos o enorme desafio de trabalhar com eficiência para movimentar cada vez mais cargas, buscando escoar a produção catarinense, que vem crescendo todos os anos”.




https://www.sc.gov.br/noticias/temas/desenvolvimento-economico/recorde-historico-confirma-sao-francisco-do-sul-como-o-7-maior-porto-publico-do-pais-em-movimentacao-de-carga

Governo do Estado de Santa Catarina

RECORDE: Os números não mentem e certif**am o que a comunidade portuária de Imbituba quer: a manutenção do porto público...
05/01/2022

RECORDE: Os números não mentem e certif**am o que a comunidade portuária de Imbituba quer: a manutenção do porto público. Leia, a seguir, matéria do site do governo do Estado:

BALANÇO 2021: PORTO DE IMBITUBA ALCANÇA NOVO RECORDE HISTÓRICO DE MOVIMENTAÇÃO ANUAL

Com mais de 6,5 milhões de toneladas operadas de janeiro até a primeira quinzena de dezembro de 2021, o porto público catarinense consolidou um novo recorde histórico anual e crescimento de, pelo menos, 11% em relação ao ano anterior.
As principais cargas movimentadas foram do tipo granel sólido mineral, com expressiva liderança do coque de petróleo, que representa cerca de 28% do volume total, seguido da cabotagem de contêineres, que de janeiro a novembro de 2021 se igualou ao total de 2020. Também aparecem no ranking das cinco cargas com maior volume, respectivamente: o sal, a hulha betuminosa e o minério de ferro.

O diretor-presidente da SCPAR Porto de Imbituba, Fábio Riera, destaca que os excelentes resultados são fruto do incansável trabalho da comunidade portuária: “Essa conquista é compartilhada por todos os colaboradores, empresas e órgãos de fiscalização e controle que integram a cadeia logística de Imbituba, buscando dia e noite a prestação de um serviço de qualidade e aproveitando as potencialidades do Porto e as oportunidades do mercado para gerar emprego, renda e desenvolvimento para a região”.

Ao longo do ano foram batidos dois recordes históricos de operação mensal, primeiro, de 681,9 mil toneladas, em maio, e, o atual, de 717,8 mil toneladas, em julho. Imbituba também registra um incremento de aproximadamente 12% nas atracações, com predomínio da importação sobre a exportação.
Dentre as melhorias em infraestrutura, o ano ficou marcado pela requalif**ação da área antigo Terminal Frigorífico (TERFRIO), área arrendável (Área 2 – A2) *de localização privilegiada,* próxima aos Cais 1 e 2. O espaço teve suas edif**ações demolidas e a recomposição do terreno para novo arrendamento. Além disso, dois novos armazéns de lona foram construídos pela iniciativa privada dentro do Porto, aumentando em 120 mil toneladas a capacidade de armazenagem estática *de minério de ferro*.

Outro grande investimento é a nova iluminação das vias internas, totalmente em LED e com cabeamento subterrâneo, já em fase de te**es. A novidade mais recente é o lançamento do edital de licitação do projeto executivo e obra de recuperação e reforço do Cais 3. “Só este ano, já aplicamos mais de R$ 11,5 milhões na manutenção e melhoria da infraestrutura do Porto e lançamos este edital, que irá viabilizar a maior obra já realizada pela SCPAR Porto de Imbituba”, afirma José João Tavares, diretor de Planejamento e Operações.

Uma das grandes conquistas da Autoridade Portuária foi o leilão do Terminal de Granel Líquido, realizado pelo Governo Federal em novembro. A área foi arrematada para um contrato de 10 anos, onde há perspectiva de injeção de mais de 25 milhões de reais na qualif**ação da infraestrutura. Também está em fase final o Processo Seletivo Simplif**ado para arrendamento transitório do Terminal de Granéis Minerais, etapa anterior ao leilão do terminal.

No âmbito porto-cidade, a SCPAR Porto de Imbituba realizou a doação de 2 milhões de reais ao Hospital São Camilo, único em Imbituba, para apoio no combate à pandemia, e reabriu a capela São Pedro, conhecida como igrejinha do Porto, para visitação da comunidade. Administração também está participando das tratativas sobre a duplicação do Acesso Norte, que conecta o complexo portuário à BR-101, cujo projeto está sendo elaborado pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (SIE), e de agendas sobre a situação ambiental da área da antiga Indústria Carboquímica Catarinense (ICC). O espaço tem cerca de 100 mil m² e f**a ao lado do Porto.

Em 2021, a atuação da SCPAR foi reconhecida com 4 condecorações: os prêmios nacionais Portos + Brasil 2021, com o 3º lugar nas categorias “Execução de Investimentos Planejados” e “Ranking do IGAP”, a Medalha Amigo da Marinha e, pelo sexto ano consecutivo, o Certif**ado em Responsabilidade Social da Alesc.


Governo do Estado de Santa Catarina

É amanhã, na Câmara de vereadores de Imbituba!
08/12/2021

É amanhã, na Câmara de vereadores de Imbituba!

AUDIÊNCIAS PÚBLICAS DEBATEM MANUTENÇÃO DOS PORTOS PÚBLICOS DE IMBITUBA E SÃO FRANCISCO DO SUL

Comunidade deve dizer não à privatização dos portos de Santa Catarina

Servidores do Porto de Imbituba e entidades de defesa pela manutenção da autoridade portuária pública conclamam a comunidade a participar da Audiência Pública que acontece às 14 horas desta quinta-feira (9), na Câmara de Vereadores de Imbituba. A Audiência é uma iniciativa da Comissão Mista da Assembleia Legislativa que avalia os estudos para a Desestatização dos Portos Públicos de Santa Catarina (além de Imbituba, estão na lista dos governos estadual e federal as privatizações dos portos de São Francisco do Sul e Itajaí). No dia 10 (sexta-feira), às 9 horas, também na Câmara de Vereadores, está prevista a Audiência Pública em São Francisco do Sul para debater o assunto.

Um dos objetivos das Audiências é verif**ar o posicionamento das comunidades em relação ao processo de privatização dos portos. “É muito importante que a maior quantidade de pessoas possível compareça à audiência e manifeste sua opinião contrária à privatização”, convoca o servidor de carreira do Porto Público de Imbituba, Gabriel Pereira Escobar. “Este é um assunto que pode mudar todo o desenvolvimento que temos visto em Imbituba nos últimos anos, desde que a SC-Par Porto de Imbituba assumiu a gestão, em 2012. Todo mundo que é da cidade sabe o que era Imbituba anos atrás, e o que é hoje, o quanto a cidade cresceu”, reforça.

Gabriel Escobar cita alguns exemplos da importância dos investimentos sociais feitos pelo Porto Público, como a duplicação do acesso norte da BR 101 – “recursos praticamente integrais da autoridade portuária” –, a doação de caminhões para o Corpo dos Bombeiros, e de R$ 2 milhões para o Hospital São Camilo, possibilitando a montagem da UTI contra a Covid-19, que salvou tantas vidas. “É muito importante manter a autoridade portuária pública, que tem interesse em se desenvolver junto com a cidade e não apenas explorar esse coração da comunidade que é o porto de Imbituba”.

PÚBLICO X PRIVADO - Em Imbituba há um exemplo discrepante entre o que é público e o que é privado. Até 2012, a autoridade portuária era privada, administrada pela Cia Docas de Imbituba. “Quando a SC-Par assumiu a gestão portuária, tínhamos aqui um porto sucateado, com prejuízos e baixa movimentação de cargas, várias construções velhas e ociosas, que chegavam a apresentar riscos para a segurança dos trabalhadores”, lembra Gabriel Escobar. Com a SC-Par, no entanto, a situação mudou ‘da água para o vinho’. “Hoje temos equipamentos novos, estruturas, construções, manutenção constante das vias, o porto é seguro, eficiente, superavitário e todo ano bate recordes em movimentação de cargas, além de contribuir com impostos para a cidade – são mais de R$ 2 milhões por ano”.

LANDLORD PORT - O modelo existente hoje em Imbituba é o Landlord Port, onde convivem os interesses públicos e privados. “É como se a autoridade portuária fosse dona de um shopping center, gestora de um condomínio”, explica Gabriel. “O Estado garante a infraestrutura do porto e possibilita aos entes privados, chamados de operadores portuários, que façam a atividade fim do porto, que nada mais é do que pesar a carga, trazida em caminhões, e levar para o navio”. Gabriel recorda, ainda, que até hoje o Governo do Estado investiu apenas R$ 50 mil no Porto Público de Imbituba, que já lucrou mais de R$ 100 milhões. E questiona: “Que negócio é esse, por que entregar nas mãos do ente privado algo tão lucrativo para o Estado?” As prefeituras e Câmaras de Vereadores de Imbituba e São Francisco do Sul, onde a autoridade portuária é do Governo do Estado, e de Itajaí (autoridade municipal) já se manifestaram contrárias à privatização dos portos catarinenses, através de Moções de Repúdio.

LUTA CONTRA PRIVATIZAÇÃO DOS PORTOS SE INTENSIFICA EM TODO O BRASILO jornal Valor Econômico, edição de 16 de novembro de...
16/11/2021

LUTA CONTRA PRIVATIZAÇÃO DOS PORTOS SE INTENSIFICA EM TODO O BRASIL
O jornal Valor Econômico, edição de 16 de novembro de 2021, traz uma reportagem assinada pelo jornalista Daniel Rittner sobre o movimento de resistência contra a privatização dos portos brasileiros. O texto diz que mesmo aliados de Bolsonaro no Senado já se manifestam contra a ameaça de privatização – o governo chama de ‘desestatização’ – das Companhias Docas do Espírito Santo (Codesa), da Bahia (Codeba) e de Santos (SP), além dos portos públicos de Itajaí (SC) e São Sebastião (SP), que são concessões do governo federal. Em Santa Catarina também estão incluídos no rol das privatizações de Bolsonaro-Paulo Guedes os portos de Imbituba e São Francisco do Sul. “Nossa resistência tem sido fundamental para a manutenção dos portos públicos”, lembra o presidente do SINTESPE, Antônio Battisti.
O processo de privatização da Codesa é o mais adiantado e está em análise pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O texto traz reclamações de várias lideranças de que não houve qualquer debate por parte do governo para colocar em prática a ideia da privatização avassaladora contra os portos públicos lucrativos, ao contrário, está havendo quase uma imposição da medida em todo país. O jornalista ouve lideranças que advertem para os riscos de aumento de custos e taxas e de seletividade de cargas, além da agressão ao ecossistema portuário, em caso de privatizações, conforme o SINTESPE vem denunciando há tempos.
Valor Econômico destaca que o Brasil está em 91º lugar, entre os 139 países, no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial e que a autoridade portuária sob controle do Estado é estratégico para a soberania nacional e indispensável para “equilibrar conflitos de interesses”. A matéria traz o pleito do prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni, cujo contrato de concessão do porto ao município vence em 2022, de estender a delegação por mais 25 anos, por temer “desordenamento urbano”. A reivindicação tem o apoio dos senadores Esperidião Amin (PP) e Jorginho Melo (PL). E destaca o Fórum Permanente de Defesa Portuária, que prioriza neste momento a luta contra a privatização da Codesa, por entender que abriria uma brecha para a privatização dos demais portos públicos brasileiros. Leia o texto completo no endereço www.valor.globo.com.

LUTA CONTRA PRIVATIZAÇÃO DOS PORTOS SE INTENSIFICA EM TODO O BRASIL

O jornal Valor Econômico, edição de 16 de novembro de 2021, traz uma reportagem assinada pelo jornalista Daniel Rittner sobre o movimento de resistência contra a privatização dos portos brasileiros. O texto diz que mesmo aliados de Bolsonaro no Senado já se manifestam contra a ameaça de privatização – o governo chama de ‘desestatização’ – das Companhias Docas do Espírito Santo (Codesa), da Bahia (Codeba) e de Santos (SP), além dos portos públicos de Itajaí (SC) e São Sebastião (SP), que são concessões do governo federal. Em Santa Catarina também estão incluídos no rol das privatizações de Bolsonaro-Paulo Guedes os portos de Imbituba e São Francisco do Sul. “Nossa resistência tem sido fundamental para a manutenção dos portos públicos”, lembra o presidente do SINTESPE, Antônio Battisti.

O processo de privatização da Codesa é o mais adiantado e está em análise pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O texto traz reclamações de várias lideranças de que não houve qualquer debate por parte do governo para colocar em prática a ideia da privatização avassaladora contra os portos públicos lucrativos, ao contrário, está havendo quase uma imposição da medida em todo país. O jornalista ouve lideranças que advertem para os riscos de aumento de custos e taxas e de seletividade de cargas, além da agressão ao ecossistema portuário, em caso de privatizações, conforme o SINTESPE vem denunciando há tempos.

Valor Econômico destaca que o Brasil está em 91º lugar, entre os 139 países, no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial e que a autoridade portuária sob controle do Estado é estratégico para a soberania nacional e indispensável para “equilibrar conflitos de interesses”. A matéria traz o pleito do prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni, cujo contrato de concessão do porto ao município vence em 2022, de estender a delegação por mais 25 anos, por temer “desordenamento urbano”. A reivindicação tem o apoio dos senadores Esperidião Amin (PP) e Jorginho Melo (PL). E destaca o Fórum Permanente de Defesa Portuária, que prioriza neste momento a luta contra a privatização da Codesa, por entender que abriria uma brecha para a privatização dos demais portos públicos brasileiros. Leia o texto completo no endereço www.valor.globo.com.

AMEAÇA DE PRIVATIZAÇÃO DOS PORTOS É RECHAÇADA DURANTE AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ALESCLeia matéria publicada no site do Sintes...
10/11/2021

AMEAÇA DE PRIVATIZAÇÃO DOS PORTOS É RECHAÇADA DURANTE AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ALESC

Leia matéria publicada no site do Sintespe/SC ou na página do Sindicato, no facebook.

PROCESSO DE PRIVATIZAÇÃO DOS PORTOS DE SC RETIRA SEGURANÇA JURÍDICA DOS CONTRATOS DE CONCESSÃOAssembleia Legislativa deb...
09/10/2021

PROCESSO DE PRIVATIZAÇÃO DOS PORTOS DE SC RETIRA SEGURANÇA JURÍDICA DOS CONTRATOS DE CONCESSÃO

Assembleia Legislativa debate tentativa de desestatização dos portos catarinenses em Audiência Pública, na tarde do dia 21 de outubro

“Caso se concretize o processo de privatização dos portos de Santa Catarina, interrompendo os contratos de concessão e retirando toda a segurança jurídica do negócio, estarão jogando uma bomba no sistema portuário brasileiro como um todo”. A advertência é do servidor do Porto Público de Imbituba e técnico portuário Marne Feijó Filho, que participou da 3ª Reunião de Trabalho do Fórum de Defesa da Autoridade Portuária Pública Municipal em Itajaí, realizado no dia 4 de Outubro. Na ocasião foi apresentado estudo técnico sobre a hipótese de desestatização do Porto Público, produzido pela Univali, deixando claro que a prorrogação do Convênio de Delegação para o Município de Itajaí é a melhor solução. Diferentemente do Porto Público de Imbituba, cuja concessão é do governo do Estado e o contrato expira em 2037, em Itajaí, o Convênio de Delegação vence no final de 2022. A Comissão Parlamentar Mista da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Volnei Weber (MDB), vai debater a proposta de privatização dos portos de Santa Catarina em Audiência Pública, marcada para as 13h30min do dia 21 de outubro.

O prefeito de Itajaí Volnei Morastoni, presente à reunião do Fórum de Defesa da Autoridade Portuária Pública, lembrou que em 2018 a União já havia sinalizado pela renovação do Convênio com a Prefeitura, mas, no governo Bolsonaro, surgiu a proposta de desestatização. Marne lembra que a Secretaria dos Portos do governo federal sequer realizou um estudo de viabilidade técnica e econômica da privatização. “Para recusar a renovação do contrato, deveria haver uma análise técnica e financeira que justif**asse, e isso não existe. Eles só aceitam discutir qual o melhor modelo de privatização do Porto, se com uma ou várias empresas administrando, algo que o município não tem interesse, porque todos os resultados econômicos do Porto são positivos”, analisa Marne, que entregou aos representantes do Porto de Itajaí o resultado do Estudo Técnico elaborado pelo Dieese que comprova a importância da manutenção do porto público (o Dieese também realizou o mesmo estudo sobre o Porto de São Francisco do Sul).

Marne Feijó adianta que a luta contra a privatização não se dá apenas pela manutenção do emprego mas, sim, “porque o governo não pode se desfazer de um bem público desta maneira, sem ao menos deixar chegar ao final do contrato ou comprovar que, economicamente, os portos de Itajaí, Imbituba e São Francisco do Sul não são viáveis”. Na avaliação do técnico portuário em Imbituba, os governos federal e estadual não conseguem responder a uma pergunta simples: Por que privatizar? “O governador Carlos Moisés chegou a anunciar o processo de privatização dos portos, em fevereiro desse ano, antes mesmo de realizar qualquer estudo técnico”, critica Marne Feijó, lembrando que dois terços da operação portuária no Brasil já são executados por terminais privados e que 100% da operação dos portos de Imbituba e Itajaí são privados, desde a década de 90. “Somente a gestão do condomínio portuário é pública”, destaca.

GOVERNO BOLSONARO QUER FAZER O BRASIL DESAPARECER |Em meio a pandemia, 12,8% da população brasileira, cerca de 27 milhõe...
17/09/2021

GOVERNO BOLSONARO QUER FAZER O BRASIL DESAPARECER |

Em meio a pandemia, 12,8% da população brasileira, cerca de 27 milhões de pessoas, sobrevivem com menos de R$ 250 por mês e outros 19 milhões enfrentavam a fome até o final de 2020. Ao mesmo tempo, dados de 2019 mostram que o 1% mais rico concentra 28,3% da renda no Brasil.

O país fechou o primeiro trimestre de 2021 com quase 15 milhões de desempregados e a segunda maior taxa de desocupação desde 2012. Além disso, cerca de 35 milhões de trabalhadores, 40% da população ocupada, estavam na informalidade até o fim de maio deste ano.

Mas ao invés de fomentar a economia, o governo Bolsonaro reduziu o auxílio emergencial, permitiu que as empresas diminuíssem jornadas e salários na iniciativa privada e agora quer aprovar a reforma administrativa para reduzir os salários dos servidores públicos.

Com informações do IBGE, da FGV, da ONU e da Rede PENSSAN

VISITA DE EDUARDO GUTERRA A SC FORTALECE LUTA CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DOS PORTOS PÚBLICOSUma das consequências do golpe qu...
28/08/2021

VISITA DE EDUARDO GUTERRA A SC FORTALECE LUTA CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DOS PORTOS PÚBLICOS
Uma das consequências do golpe que culminou na eleição do presidente Bolsonaro é a privatização de todas as nossas estatais.
A bola da vez é a privatização dos portos de Itajaí, Imbituba e São Francisco do Sul.
Mas a luta está ferrenha para impedir que isso aconteça.
Nessa semana, teve mobilização nos três municípios com a presença de lideranças de vários estados.
O Sintespe tem atuado fortemente no combate à privatização dos portos, tendo como aliado o presidente da Federação Nacional dos Portuários, Eduardo Guterra, que esteve no estado de quarta-feira até o final da tarde de sexta (27).
Acesse o link e ouça entrevistas com o presidente do Sintespe, Antônio Battisti, com o trabalhadores portuários de Imbituba Luiz Piucco e Elivelton Doré e com o dirigente Eduardo Guterra, onde avaliam a visita ao estado.



https://sintespe.org.br/visita-de-eduardo-guterra-a-sc-fortalece-luta-contra-a-privatizacao-dos-portos-publicos/

VISITA DE EDUARDO GUTERRA A SC FORTALECE LUTA CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DOS PORTOS PÚBLICOS

Uma das consequências do golpe que culminou na eleição do presidente Bolsonaro é a privatização de todas as nossas estatais.
A bola da vez é a privatização dos portos de Itajaí, Imbituba e São Francisco do Sul.
Mas a luta está ferrenha para impedir que isso aconteça.
Nessa semana, teve mobilização nos três municípios com a presença de lideranças de vários estados.
O Sintespe tem atuado fortemente no combate à privatização dos portos, tendo como aliado o presidente da Federação Nacional dos Portuários, Eduardo Guterra, que esteve no estado de quarta-feira até o final da tarde de sexta (27).

Acesse nosso site e ouça entrevistas com o presidente do Sintespe, Antônio Battisti, com os trabalhadores portuários de Imbituba Luiz Piucco e Elivelton Doré e com o dirigente Eduardo Guterra, onde avaliam a visita ao estado.



https://sintespe.org.br/visita-de-eduardo-guterra-a-sc-fortalece-luta-contra-a-privatizacao-dos-portos-publicos/

Dirigente nacional dos portuários visita Santa Catarina nesta quarta-feira, na luta em defesa dos portos públicos
25/08/2021

Dirigente nacional dos portuários visita Santa Catarina nesta quarta-feira, na luta em defesa dos portos públicos

PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO NACIONAL DOS PORTUÁRIOS MOBILIZA TRABALHADORES DE SC CONTRA PRIVATIZAÇÕES

Eduardo Guterra chega ao estado na tarde desta quarta-feira e cumpre agenda de compromissos com lideranças portuárias e autoridades

O presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores Portuários, Eduardo Guterra, visita o estado neste dia 25 de agosto (quarta-feira) com o objetivo de cumprir uma agenda de compromissos contra a privatização dos portos catarinenses de Imbituba e São Francisco do Sul (estaduais) e de Itajaí (municipal). O convite foi feito pela Comissão dos Trabalhadores da Autoridade Portuária de Imbituba e São Francisco do Sul e pelo SINTESPE.

A chegada está prevista para as 17h30min, e às 19h30min ele reúne-se com os trabalhadores portuários de Imbituba. O presidente do SINTESPE, Antônio Battisti, avalia que a vinda do dirigente nacional dos portuários – também integrante da Executiva Nacional da CUT e vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística – é de suma importância para a luta contra a privatização dos portos. “Estamos construindo uma grande mobilização nacional para barrar as pretensões entreguistas do governo Bolsonaro, que vende patrimônio público a preço de banana. Os portos são estratégicos para a soberania do país e para a economia das regiões onde estão instalados”, defende Battisti.

Eduardo Guterra é trabalhador da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) há 43 anos e está determinado a lutar contra as privatizações dos portos brasileiros pelo governo Bolsonaro. Às 8h30min do dia 26, ele reúne-se com a Diretoria do Porto Público de Imbituba e visita as suas instalações. Depois, às 10h30min, o presidente da Federação Nacional dos Portuários concede uma entrevista à Rádio 89,3 FM de Imbituba. Às 12 horas está previsto almoço com a comissão de Trabalhadores, entre eles, o presidente do SINTESPE e o representante dos trabalhadores no Conselho de Administração do Porto, Elivelton Doré. Às 13h30min, Guterra será recebido no gabinete do prefeito de Imbituba, Rosenvaldo Júnior (PSB), a quem deve entregar o Estudo feito pelo Dieese/SC que enumera as razões pela manutenção do porto público. O presidente da Câmara, Humberto Carlos dos Santos, e os vereadores Bruno Pacheco e Ladiada, todos do PSB, também devem participar do encontro. Na sexta-feira, Eduardo Guterra estará em São Francisco do Sul, devendo se reunir com a Comissão dos Trabalhadores Portuários e realizar contatos com a Intersindical, com o presidente da Câmara de Vereadores, Mira da Estiva, e com o Prefeito Municipal, Godofredo Gomes Moreira Filho. Ao final da tarde, a Federação realiza uma reunião virtual com os dirigentes sindicais da região Sul para impulsionar a resistência na defesa dos Portos Públicos e contra o monopólio do setor, previsto nas privatizações.


SINTESPE INFORMA: PROJETO DE DESTRUIÇÃO DA PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES ESTÁ NA ALESC😡 O projeto de reforma da Previdência...
01/08/2021

SINTESPE INFORMA: PROJETO DE DESTRUIÇÃO DA PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES ESTÁ NA ALESC

😡 O projeto de reforma da Previdência do governador Carlos Moisés (sem partido) é um pacote de maldades para os servidores públicos estaduais de Santa Catarina:

✓ Confisca salário do aposentado;
✓ Faz o servidor trabalhar mais e ganhar menos;
✓ o Coronel Moisés f**a fora do projeto.

Leia mais e ouça a entrevista com o presidente do Sintespe/SC, Antônio Battisti, no site:

https://sintespe.org.br/sintespe-informa-projeto-de-destruicao-da-previdencia-dos-servidores-esta-na-alesc/

Participe da mobilização e Ato Unif**ado contra a Reforma da Previdência dias 3 e 4 de agosto na Alesc

Endereço

Olívio Amorim, 82/Centro
Florianópolis, SC

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