Arrozeiros de Alegrete

Arrozeiros de Alegrete A Associação foi fundada em 17/12/1985 por uma comissão provisória de arrozeiros, liderados pelo produtor Manuel Barreiro Ferreira, já falecido.

A Associação dos Arrozeiros de Alegrete é a filha emancipada da então Associação Comercial e Industrial de Alegrete, presidida na época, por Breno Pinheiro Prates. Sua constituição oficial se deu com a publicação do Estatuto Social no Diário Oficial de 08 de setembro de 1987, aprovado pela diretoria recém eleita em 24 de agosto deste mesmo ano. Nesta data, foi conduzido ao cargo de presidente, Br

eno Pinheiro Prates; tendo como companheiros de diretoria Darci Tólio como vice-presidente; Manoel Barreiro Ferreira, conselheiro sem pasta; Gabriel Pozzebom, conselheiro das finanças; Nero Varalo, conselheiro secretário; Gilberto Pilecco, conselheiro de programação e eventos; e José Alberto Ramos, conselheiro técnico. Como suplentes: Ernani Rossi, José Paulo Prates, Eurico Bolson, Luiz Olindo Martini e Hernani Posser. No Conselho Fiscal: Fredolino Temp, Darcy Cazarotto e Marco Antonio Tirelli, tendo como suplentes: José Leonardi, Ilo Couto e Darcio Ceolin. Gestão que ficou marcada pela idealização e realização da 1º Abertura da Colheita do Arroz, em 19 de março de 1988, evento inédito no Brasil, consagrado um dos maiores acontecimentos da orizicultura, ainda nos dias de hoje, e pelo chamamento às entidades arrozeiras constituídas para a formação, em 1989, da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul – a FEDERARROZ. Para comemorar os 20 ANOS DE ASSOCIAÇÃO (17 DE DEZEMBRO DE 1985 – 17 DE DEZEMBRO DE 2005) a diretoria capitaneada pelo engenheiro Agrônomo Cleomar Ereno, homenageou 20 vinte personalidades que contribuíram para a construção da entidade e para incentivadores das atividades orizícola do Estado. Especialmente para esta premiação, foi criado o troféu “O TAIPEIRO do ALEGRETE”, confeccionado em metal bronzeado, com acabamento em ouro velho, base de granito preto e placa de metal com acabamento em prata velho. E ficou Institucionalizado como troféu desta Associação.

https://youtu.be/sib7sBDQIa4?si=0-k-ui82YFzdW_85Pare um tempinho e assista este alerta e denúncia do economista, Antonio...
27/04/2026

https://youtu.be/sib7sBDQIa4?si=0-k-ui82YFzdW_85

Pare um tempinho e assista este alerta e denúncia do economista, Antonio da Luz, da Farsu...é um conteúdo importantíssimo....

3 likes. "Na maior crise de crédito rural a solução do governo é o Prodes!"

Fonte: CNN Brasil
16/04/2026

Fonte: CNN Brasil

Valor será destinado à melhoria das condições de comercialização aos produtores, especialmente em momentos de desequilíbrio de mercado

15/04/2026

Avanço concreto para a lavoura de arroz do Rio Grande do Sul! 🌾

Como resultado da articulação constante da Farsul e Federarroz , o Banrisul oficializou a prorrogação dos custeios com vencimento entre março e agosto de 2026. É fôlego financeiro para quem produz.

✅ Confira as condições facilitadas:
Parcelamento em 4x (setembro a dezembro de 2026).
Sem custos extras ou necessidade de entrada.
Dispensa de laudo de perdas (comprovação interna pelo banco).
Válido para operações com Proagro, seguro privado ou sem seguro.

A união das nossas entidades garante que o trabalho no campo seja valorizado. Procure sua agência antes do vencimento e formalize o pedido!

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03/04/2026

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– Em março, os preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul subiram mais de 11% em relação ao fechamento de fevereiro, apontam dados do Cepea. Apesar da valorização e da demanda firme, a liquidez permaneceu restrita durante todo o mês, devido à retração dos produtores, motivada pelo descompasso entre preços e os custos de produção, e à cautela dos agentes. Assim, as negociações ocorreram de forma pontual e em pequenos volumes.

Mesmo com os avanços em março, pesquisadores do Cepea apontam que os valores atuais permanecem abaixo do patamar necessário para assegurar a rentabilidade do produtor.

Ainda segundo o Cepea, com a redução das chuvas, produtores priorizaram as atividades de colheita, afastando-se do mercado spot. Apenas agentes com maior necessidade de caixa estiveram mais ativos, ainda que negociando volumes reduzidos.

Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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26/03/2026

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– Mesmo com a recente alta nos preços, o mercado de arroz no Rio Grande do Sul segue com baixa liquidez. Segundo o Cepea, custos elevados, margens negativas e incertezas sobre medidas de apoio ao setor são os fatores que vêm travando as negociações.

De acordo com o Centro de Pesquisas, parte dos compradores prioriza a aquisição de arroz já disponível nas unidades de beneficiamento, diante de dificuldades logísticas agravadas pela alta do diesel e pelo encarecimento dos fretes.

Pelo lado da oferta, a postura segue retraída, com produtores aguardando melhores condições de venda, afirmam pesquisadores do Cepea. Mesmo com a valorização recente, os preços atuais ainda não garantem rentabilidade, fator que ajuda a explicar a baixa liquidez que persiste no mercado.

Diante desse cenário, entidades representativas, como Federarroz e Farsul, intensificam a articulação por medidas de apoio ao setor. Entre os pontos centrais está o cronograma de pagamento do custeio da safra 2025/26, atualmente estruturado em até quatro parcelas. Como a primeira parcela coincide com o período de maior oferta, a proposta das entidades é ampliar o parcelamento para oito meses, reduzindo a pressão sobre a comercialização.

Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

25/03/2026

Escassez de diesel já impacta colheita, e governo teme efeito no preço dos alimentos - Jornal O Sul

https://www.arrozeirosdealegrete.com.br/voo-de-avestruz/
20/03/2026

https://www.arrozeirosdealegrete.com.br/voo-de-avestruz/

O preço do arroz em casca vem apresentando comportamento completamente anômalo. Em plena safra a evolução já é quase 10% em um período inferior a 30 dias. Os fundamentos de mercado ainda não mudaram, pois safra não alcançou 30% no Rio Grande do Sul, principal produtor. Desde outubro de 202...

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05/03/2026

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– O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul foi marcado por baixa liquidez ao longo de fevereiro. Mesmo com o ritmo lento de negócios, houve leve avanço das cotações, devido sobretudo à resistência de produtores em ofertar volumes maiores no spot.

Pesquisadores do Cepea apontam que parte dos orizicultores mostrou-se insatisfeita com os valores praticados, restringindo a oferta, enquanto indústrias mantiveram aquisições pontuais, priorizando volumes já depositados para ajuste de estoques e aguardando a entrada mais consistente da nova safra.

Assim, em fevereiro, a média do Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi de R$ 54,80/sc de 50 kg, um pouco acima da observada no mês anterior, de R$ 53,38/sc. No acumulado do mês, o avanço foi de 2,78%.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que, apesar dessa reação no mês, os preços seguem em patamares historicamente baixos.

Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

03/03/2026

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Alegrete, RS

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