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Makprofile Equipa jovem e dinâmica

O cansaço no final do turno não vem apenas do trabalho pesado, mas muitas vezes vem de quilómetros desnecessários percor...
28/05/2026

O cansaço no final do turno não vem apenas do trabalho pesado, mas muitas vezes vem de quilómetros desnecessários percorridos entre a bancada e o stock.

Um operador que para de caminhar para que o material chegue até ele, torna o seu tempo e o seu trabalho mais eficiente e elimina o desperdício da sua energia.

Os racks dinâmicos transformam a dinâmica de um processo fabril:

- O componente vem até ao operador e não o contrario.
- A reposição acontece por trás, sem interromper o fluxo de trabalho.
- Reduz entre 30% a 50% o percurso que a equipa faz diariamente.

Isto tráz para uma equipa de tarbalho, menos fadiga, mais foco e um ambiente onde o operador consegue, de facto, produzir com qualidade.

É uma solução mágica? Não. Em contextos de peças frágeis ou muito variadas, existem caminhos melhores.

Mas, se a realidade é produção em série ou em grandes lotes, este ajuste pode ser o salto de produtividade que a sua fábrica precisa.

Quer analisar se isto faz sentido para a sua fábrica? Vamos conversar.
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Este é um óptimo exemplo do processo que fazemos com os nossos clientes.O pedido inicial era um armário de arrumação jun...
26/05/2026

Este é um óptimo exemplo do processo que fazemos com os nossos clientes.

O pedido inicial era um armário de arrumação junto à linha com gavetas, divisórias.

Após analisarmos em conjunto o processo, esta foi a solução final.

Se tem postos de trabalho onde a arrumação ainda depende da boa vontade do operador, vale a pena repensar isso.

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A maior parte dos quadros de gestão visual que vemos em algumas fábricas e armazéns, não são usados. São decoração mais ...
19/05/2026

A maior parte dos quadros de gestão visual que vemos em algumas fábricas e armazéns, não são usados. São decoração mais uma peça de decoração da fábrica.

Foram preparados para a uma auditoria, para a visita do cliente, para o relatório interno. Mas não foram preparados para o operador que passa por ele 40 vezes por turno.

A diferença entre os dois está nos detalhes. E nos detalhes é que a faz diferença.

Deslize para ver os cinco erros mais comuns e como se corrigem facilmente.

Qual deles, na sua opinião, são mais comuns?

No papel os dois perfis de alumínio de 40x40 parecem a mesma coisa.Numa montagem mais exigente, não são.4 Pontos onde po...
14/05/2026

No papel os dois perfis de alumínio de 40x40 parecem a mesma coisa.

Numa montagem mais exigente, não são.

4 Pontos onde pode encontrar as diferenças:
- Tolerância de extrusão (influência o encaixe de componentes modulares e a estabilidade dimensional sob carga dinâmica).
- Planicidade das faces (importa quando se aparafusam placas, guias ou suportes que precisam de contacto pleno).
- Rasgo interno normalizado (define a compatibilidade com acessórios — conectores, porcas T, juntas).
- Anodização técnica (proteção real vs. proteção cosmética, especialmente em ambientes com óleos, fluidos de corte ou limpeza química frequente).

Os perfis ASK que trabalhamos cumprem parâmetros apertados nos quatro pontos.

Se está a especificar perfis para um projeto novo, fazemos análise técnica do caso de uso antes de propor qualquer coisa.
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Há duas formas de resolver um problema de movimentação de material numa fábrica.A primeira é comprar um carrinho standar...
12/05/2026

Há duas formas de resolver um problema de movimentação de material numa fábrica.

A primeira é comprar um carrinho standard que chega num dia, serve, mas não resolve nada, só transfere o problema para outro sítio.

A segunda é desenhar o carrinho à volta do fluxo real e para o processo.
Deve contemplar as dimensões e cargas do que vai transportar, alturas ergonomicas, acessos para o operador, travões onde são necessários, e compatibilidade com a estrutura de rack existente.

É importante que o carro se adapte ao processo e não o processo ao carro.
Coloque-nos os seus problemas de abastecimento fabril. Teremos todo o gosto em ajudar.
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O operador foi de baixa.O substituto demora o dobro.A linha não para, mas a produção caiu 12%.Toda a gente olha para o o...
07/05/2026

O operador foi de baixa.
O substituto demora o dobro.
A linha não para, mas a produção caiu 12%.

Toda a gente olha para o operador.
Ninguém olha para o posto.

Há sete sinais que aparecem em fábricas portuguesas metalomecânica, automóvel e até mesmo em logistica, e que refletem a mesma coisa:

O problema não é quem está a operar. É o desenho.

- Postos que cresceram por acumulação
- Ferramentas em sítios diferentes em cada bancada
- Componentes em caixotes no chão
- Alturas a 95cm para operação fina
- Setup que demora meia hora porque ninguém pensou no setup.
- E a frase mais cara de todas: "sempre foi assim."

Se reconhece três ou mais, vale a pena olhar para o posto, não para a folha de presenças.

Quantos quilómetros caminha hoje um operador seu por turno?Se não tem a resposta, está em boa companhia. Quase ninguém m...
04/05/2026

Quantos quilómetros caminha hoje um operador seu por turno?

Se não tem a resposta, está em boa companhia.
Quase ninguém mede.

Mede-se o tempo de ciclo, o OEE, o scrap, as paragens de máquinas, os indicadores clássicos estão todos no quadro da reunião de produção.

Mas o percurso do operador, o verdadeiro custo de um chão de fábrica mal desenhado, raramente entra em qualquer KPI.

Num posto de trabalho mal organizado, com ferramentas dispersas, componentes em estantes distantes e material de consumo em pontos aleatórios, um operador faz facilmente entre 4 e 7 quilómetros por turno. Em alguns casos mais.

Multiplique isso por 3 turnos, por 20 postos, por 22 dias úteis.
O tema sai da ergonomia e passa para a rentabilidade.

É fundamental rever o layout e torná-lo eficiente.
Deve posicionar ferramentas, componentes e consumíveis dentro do raio funcional do operador.

Utilize postos de trabalho flexíveis e uma boa gestão visual, para que a disposição seja sólida, ajustável e mantenha-se no tempo.

Normalmente, estes projetos, permitem reduzir os quilómetros caminhados entre 40 a 60%. E o tempo libertado não vai para pausas, mas sim para valor acrescentado.

28/04/2026

Bancadas modulares. Estruturas de proteçãod e máquina. Racks de fluxo por gravidade. Carrinhos de apoio. Linha com mesa rotativa. Estruturas de grande porte já prontas para expedição.

Todos construidos mediante as necessidades do processo de cada cliente.

Cada equipamento resolve uma restrição operacional concreta: reduzir o tempo de picking, libertar metros quadrados no chão de fábrica, melhorar a ergonomia, integrar automação e reduzir desperdicios de transporte.

Três pontos que tendem a definir a diferença entre um equipamento que funciona e um que não funciona:

- O desenho é feito com quem vai operá-lo, não apenas para quem o autoriza.
- A montagem é pensada para permitir reconfigurações futuras sem substituir a estrutura.
- A ergonomia é medida (alturas, alcances, esforços), não assumida.

Se está a planear uma nova linha, uma expansão, ou simplesmente um posto de trabalho, podemos fazer uma análise técnica sem compromisso.

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"Isto é possível fazer até dia 28?"Esta é a pergunta com que muitos projetos começam na Makprofile.Não chegam com um des...
27/04/2026

"Isto é possível fazer até dia 28?"

Esta é a pergunta com que muitos projetos começam na Makprofile.
Não chegam com um desenho técnico fechado e normalmente chegam com um problema e um prazo.

Esta estrutura é um desses casos. Alumínio, encaixes reforçados, rodízios com travão, superfície de trabalho dimensionada à operação.

Não é uma soluçaõ standard nem pode ser.

A diferença entre dizer "sim" e cumprir está no que acontece entre as duas coisas: cálculo, corte, montagem, validação. E numa equipa que sabe que o prazo acordado com o cliente é a única métrica que interessa.

Se a sua operação tem um "até dia 28" em cima da mesa, já sabe onde nos encontrar.

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26/04/2026

Antes de sair daqui, testa-se.

Não é um extra, mas sim parte do nosso processo.

O transportador que vê no vídeo foi testado em carga antes de ser entregue. Para que quando chegar ao cliente, funcionar à primeira.

Assim conseguimos eliminar surpresas e minimizar as paragens de linha.
Precisa de um transportador fiável? Fale connosco.

23/04/2026

Aconteceu outra vez esta semana: um cliente com uma célula robotizada especificada ao máximo e a estrutura base entrou três semanas antes da montagem.

Numa linha automatizada, a estrutura entra sempre mais tarde.
O investimento técnico concentra-se nos robôs, nos sensores, no software.
A estrutura aparece no fim, quando já está condicionada por decisões que não controlou.

Os problemas que vemos sempre:
- Cotas que não batem certo com o equipamento
- Folgas a comprometer a repetibilidade
- Fixações que não resistem ás vibrações
- Reconfigurações caras quando o layout muda seis meses depois
Neste projeto foi diferente. Entrámos no processo na fase de conceito, antes da especificação do equipamento estar fechada.

Desenhámos a estrutura a partir do equipamento:

- alturas de trabalho, pontos de ancoragem, passagem de cabos, acessos de manutenção, modularidade para futuras alterações de célula.

No arranque de te**es, não houve retrabalho mecânico.
Perfis ASK com integração Makprofile.

Se ainda está na fase de especificação de uma linha automatizada, é agora que vale a pena falarmos.
Depois da estrutura comprada, as margens de correção são mais limitadas.

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