Modelismo Naval

Modelismo Naval A arte de recriar os mais belos barcos barcos do mundo

O meu nono trabalho de modelismo naval.O São Martinho foi um galeão da Marinha Portuguesa, construído em 1580. Em 1588 f...
23/11/2024

O meu nono trabalho de modelismo naval.

O São Martinho foi um galeão da Marinha Portuguesa, construído em 1580. Em 1588 foi escolhido pelo duque de Medina Sidónia - comandante da Armada Invencível - para sua nau capitânia.
Quando Filipe II de Espanha se tornou, em 1580, Rei de Portugal, os Portugueses tinham acabado de construir um enorme galeão chamado São Martinho. O navio foi imediatamente colocado ao serviço da Espanha, sendo conhecido, em Castelhano como San Martín. Quando a Armada Invencível foi reunida, verificou-se que o São Martinho era o melhor navio da esquadra, sendo escolhido para nau capitânia do duque de Medina Sidónia.
O São Martinho tinha um comprimento total de 54 metros e uma boca de 12 metros. Estava armado com 54 bocas de fogo pesadas, instaladas em duas baterias cobertas, além de uma multiplicidade de armas mais ligeiras. Numa pintura de Hendrik Cornelisz Vroom de 1601, o São Martinho aparece representado com três mastros - dois de velas redondas e, o da mezena, com velas latinas. É mostrado com uma geleria à ré e o bico de proa caraterístico dos galeões. O gurupés projeta-se para a frente do castelo de proa.
O São Martinho sofreu pesados danos na Batalha de Gravelines, em julho de 1588, ao ser atacado por um grupo de navios ingleses, liderados por Francis Drake. No entanto, com o apoio de outro galeão, conseguiu escapar. O navio conseguiu liderar a Armada de volta à Península Ibérica, atravessando uma forte tempestade, que obrigou a que fosse rebocado para o porto.

O meu oitavo trabalho de modelismo navalTwo Friends was a medium-sized wooden sailing ship that served the British gover...
11/01/2019

O meu oitavo trabalho de modelismo naval

Two Friends was a medium-sized wooden sailing ship that served the British government for transporting troops to garrisons across the British Empire during the Napoleonic Wars. On 22 October 1805 Two Friends was wrecked on the coast of Cape Breton Island with the loss of three lives.
The convoy was a large collection of shipping which was collected in the English port of Falmouth with the intention of sailing across the Atlantic Ocean to supplement the garrison in Quebec with soldiers of the 100th Regiment of Foot. In addition to this unit, replacements for regiments already in Canada, the families of the soldiers being sent abroad, several government officials and numerous private passengers also took passage.

The ships were a mix of small warships, government owned transports and private merchantmen gathered together with the hope of safety in numbers from the large number of French privateers which were operating against British shipping at this time. The disadvantage to this plan was that should some crisis befall the convoy, the damage would be substantially more serious than if it had occurred amongst independently sailing ships. The convoy departed Falmouth on 29 August, expecting to make landfall in Canada sometime towards the end of September.

The passage was substantially worse than had been anticipated, with the convoy experiencing severe autumn storms in the North Atlantic, with strong winds and heavy seas. This caused a serious delay in the arrival of the convoy, resulting in the exhaustion of the ships' food and fresh water supplies and causing a surge in the spread of infectious diseases, especially in the packed troopships. The first ships began to make landfall scattered across the Canadian coast on 20 October with Two Friends being lost on the 22nd and the Aeneas on the 23rd off the coast of Newfoundland.
Two Friends was carrying around 80 passengers, 40 soldiers, 30 crew and all the baggage and heavy equipment of the 100th Regiment. Early in the morning of 22 October, the ship was driven ashore by high winds and in dense fog on the south coast of Cape Breton Island close to Louisbourg.

Two Friends lost her masts and frantic efforts were made to prevent it drifting off into deep water, where it would have sunk with all hands. Some hours after it was wrecked, local people spotted the disaster and made dozens of trips in small boats to the battered ship, managing to rescue all but three of those aboard, who had drowned in an effort to reach the shore some hours before. Later in the day, the remains of the ship drifted off the reef and sank in deep water, taking all of the regiment's equipment with it.

O meu sétimo trabalho de modelismo navalO HMS Revenge foi um galeão inglês construído, em 1577, por Sir John Hawkins nos...
26/06/2016

O meu sétimo trabalho de modelismo naval

O HMS Revenge foi um galeão inglês construído, em 1577, por Sir John Hawkins nos estaleiros de Deptford. A sua construção contava com características especiais. A proporção entre o comprimento e a boca era mais estreita, e os castelos de proa e popa eram mais pequenos que os típicos dos galeões com bordo livre baixo. Estas características proporcionavam uma maior estabilidade na artilharia.

Participou em várias batalhas sob o comando de Sir Francis Drake.
Integrante da expedição Frobisher de 1590 contra a Frota das Índias, foi capturado como espólio de guerra. Uma violenta tempestade afundou o Revenge na sua viagem à Espanha.

Nuestra Señora de la Santísima Trinidad:  O meu sexto trabalho de modelismo naval:" O Nuestra Señora de la Santísima Tri...
24/05/2016

Nuestra Señora de la Santísima Trinidad: O meu sexto trabalho de modelismo naval:

" O Nuestra Señora de la Santísima Trinidad foi um navio de linha de 1ª categoria da armada espanhola, inicialmente de 120 canhões e mais tarde de 136. Durante alguns anos foi o maior navio em circulação. Foi um dos principais navios intervenientes na Batalha de Trafalgar comandado por Baltasar Hidalgo de Cisneros. Cisneros acabaria por se render, entregando o navio às forças britânicas. Devido aos ataques de que foi alvo, o navio acabou por se afundar quando estava a ser rebocado por um navio britânico para Inglaterra, morrendo a maior parte da sua tripulação.

Desenho e construção:

A construção do Santísima Trinidad data de Agosto de 1767. Foi construído em Havana, de acordo com o desenho do arquitecto naval irlandês Matthew Mullan, que previa 112 canhões, e lançado à água em 1769, como um navio de três conveses e 120 canhões. As suas dimensões ultrapassavam as do navio britânico HMS Victory e as do francês Bretagne.
Não existe um plano completo do navio, mas existe um datado de 1765, com 112 canhões, onde se podem observar as dimensões originais do navio

Em 1795, a zona do convés de proa foi unido à zona do convés situada atrás do mastro principal, criando desta forma um quarto convés dotado de quatro canhões, e aumentando-lhe o poder de fogo para 140. Com as suas dimensões e armamento, o Santísima Trinidad tinha a reputação de ser o maior navio de guerra da época, razão pela qual era chamado pelos espanhóis de El Escorial dos mares, até ser ultrapassado pelo Océan e pelo Orient, ambos franceses.

O peso adicional do armamento instalado no quarto convês, muito acima do nível da água, limitava a sua navegabilidade, razão pela qual era chamado de El Ponderoso. Foi sugerido que podia servir melhor a nação se estivesse como navio defesa na Baía de Cádiz.

Serviço:

Em Julho de 1779, a Espanha declarou guerra contra a Grã-Bretanha, juntando-se a França em apoio dos colonos americanos na Guerra da Independência dos Estados Unidos.

Em 1797, ele era o navio-almirante do Tenente General José de Córdoba, o comandante espanhol, na Batalha do Cabo de São Vicente em 14 de Fevereiro de 1797, onde ele foi seriamente danificado e quase capturado pela frota britânica.

Características gerais:

Lançamento: 3 de Março de 1784
Estado: Destruído e posteriormente afundado em 24 de Outubro de 1805

Características gerais:

Classe: 136 canhões, navio de 1ª categoria
Tonelagem 4.950 tons
Largura: 16,2 m
Comprimento: 61,3 metros
Carga: 960 homens; 1.159 na Batalha de Trafalgar "

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Barco tipico do rio Mississipi. Quinto trabalho de modelismo naval.
09/05/2016

Barco tipico do rio Mississipi.
Quinto trabalho de modelismo naval.

O meu quarto trabalho de modelismo naval" A Pinta foi uma das caravelas que integrou a expedição do Almirante Cristóvão ...
29/04/2016

O meu quarto trabalho de modelismo naval

" A Pinta foi uma das caravelas que integrou a expedição do Almirante Cristóvão Colombo na viagem em que, navegando para oeste pelo Oceano Atlântico, veio a descobrir o continente americano em 1492.

História:

De acordo com a tradição em vigor na Espanha, à época, as embarcações eram baptizadas com o nome de santos da Igreja Católica e, normalmente, recebiam também apelidos. Desconhece-se, entretanto, o nome católico da embarcação.

Armada pela família Pínzon, era de propriedade de Martín Alonso Pinzón (que a comandava) e de Cristóbal Quintero, este último acusado de sabotagem da embarcação ainda na Espanha, uma vez que esta fazia água e que por duas vezes viu o seu leme quebrado após a partida de Palos de la Frontera. Necessitou, por essa razão, de reparos, providenciados em escala nas ilhas Canárias.

Era a melhor e mais rápida embarcação da expedição: foi a bordo dela que, a 12 de Outubro de 1492, Rodrigo de Triana primeiro avistou o Novo Mundo. Tinha 20 metros de comprimento por sete metros de largura e a capacidade aproximada de 60 toneladas. Era tripulada por vinte e seis homens.

Características gerais

Tipo de navio Caravela
Tonelagem 115,5 t
Largura 6,6 m,
Calado: 1,85 m
Comprimento 22,7 m
Propulsão velas
Velocidade 12 nós
Carga 25 homens "

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Barco de pesca de apanha de marisco da região de Palamós na Catalunha. Meu terceiro trabalho.
25/04/2016

Barco de pesca de apanha de marisco da região de Palamós na Catalunha. Meu terceiro trabalho.

O meu segundo trabalho de modelismo naval
18/04/2016

O meu segundo trabalho de modelismo naval

16/04/2016

Navio escola Sagres o meu primeiro trabalho de modelismo

"Foi construído nos estaleiros da Blohm & Voss, em Hamburgo, em 1937, para desempenhar funções como navio-escola da Mari...
16/04/2016

"Foi construído nos estaleiros da Blohm & Voss, em Hamburgo, em 1937, para desempenhar funções como navio-escola da Marinha Alemã — onde era chamado Albert Leo Schlageter — juntamente com os seus semelhantes da classe Gorch Fock: o primeiro, que deu o nome à classe, o segundo, ex-Horst Wessel (atual USCGC Eagle), e o quarto, Mircea; houve ainda um quinto, o Herbert Norkus, destruído antes de ter sido terminado.

No final da II Guerra Mundial, foi capturado pelas forças dos Estados Unidos, sendo vendido à Marinha do Brasil em 1948 por um valor simbólico de $5.000 dólares." No Brasil foi baptizado de Guanabara, servindo como navio-escola até 1961, data em que foi adquirido por Portugal por 150.000 dólares para ser usado em substituição do Sagres II (ex-Rickmer Rickmers). Muito se ficando a dever o êxito desta compra à acção empenhada do Dr. Pedro Teotónio Pereira, na altura Ministro da Presidência e um grande amante da vela. O navio recebeu o mesmo nome do antecessor, entrando ao serviço da Marinha Portuguesa em 8 de Fevereiro de 1962.

Por vezes o Sagres III é erradamente referido como "Sagres II", em virtude do desconhecimento da existência do primeiro navio com este nome. Na realidade, o primeiro Sagres foi uma corveta de madeira, construída em 1858 em Inglaterra. Fundeada no rio Douro serviu como navio-escola para alunos marinheiros, entre 1882 e 1898.

Ao serviço da marinha portuguesa já deu três voltas ao mundo, a primeira em 1978/1979 e a segunda em 1983/1984.

A 4 de Julho de 1984 foi feito Membro-Honorário da Ordem do Infante D. Henrique.

Em 19 de Janeiro de 2010 partiu para a terceira volta ao mundo. No total, a viagem terá uma duração estimada de 339 dias, dos quais 71 por cento a navegar e 29 por cento nos portos. O navio passará por 27 cidades costeiras, de 19 países diferentes, antes de regressar a Lisboa, em Dezembro de 2010. Além das circum-navegações a Sagres III participou na Regata Colombo (1992), nas comemorações dos 450 anos da chegada dos Portugueses ao Japão (1993) e ainda nas celebrações por ocasião dos 500 anos da Descoberta do Brasil (2000).

O navio-escola Sagres regressou a Lisboa da terceira volta ao mundo no dia 23 de Dezembro de 2010, após uma viagem que durou cerca de 11 meses e durante a qual fez escala em 28 portos. Durante esta terceira viagem, percorreu 40.000 milhas e navegou durante 5.500 horas. Foi tambem visitado por cerca de 300.000 pessoas.

A 12 de Março de 2012 foi feito Membro-Honorário da Ordem Militar de Cristo."

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