05/12/2025
Os preços de importados dos EUA permaneceram estáveis em setembro, contrariando as expectativas do mercado. Segundo o Departamento do Trabalho, a alta em bens de consumo, excluindo veículos, foi compensada pela queda nos custos de produtos energéticos.
O mercado projetava um avanço de 0,1%, repetindo o movimento do mês anterior. No entanto, o indicador ficou parado após uma revisão para cima do dado de agosto. Em 12 meses, houve aumento de 0,3%, o primeiro crescimento anual desde março.
Apesar das tarifas impostas pelo governo americano, o impacto direto nos preços ainda é moderado. Muitas empresas seguem absorvendo parte dos custos extras para evitar repasse imediato ao consumidor, mas essa estratégia tem limites.
Margens comprimidas podem reduzir investimentos e contratações no médio prazo.
Enquanto os combustíveis importados caíram 1,5% em setembro, o núcleo. que exclui alimentos e energia, avançou 0,3%, influenciado também pela recente desvalorização do dólar frente a outras moedas, elevando o custo de produtos comprados no exterior.
Para empresas brasileiras que importam dos Estados Unidos, acompanhar esses indicadores é essencial para planejar compras, ajustar preços e manter competitividade.