Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver

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Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver MANIFESTO
Somos 49 milhões de mulheres negras, isto é, 25% da população brasileira. Nossa luta é por cidadania e a garantia de nossas vidas.

Trata-se de uma iniciativa de articular as mulheres negras brasileiras, organizações de mulheres negras, assim como outras organizações do movine (Movimento Negro) e de todo tipo de organização que apóie a equidade sócio-racial e de gênero. Vivenciamos a face mais perversa do racismo e do sexismo por sermos negras e mulheres. No decurso diário de nossas vidas, a forjada superioridade do componente racial branco, do patriarcado e do sexismo, que fundamenta e dinamiza um sistema de opressões que impõe, a cada mulher negra, a luta pela própria sobrevivência e de sua comunidade. Enfrentamos todas as injustiças e negações de nossa existência, enquanto reivindicamos inclusão a cada momento em que a nossa exclusão ganha novas formas. Impõe-se na luta pela terra e pelos territórios quilombolas, de onde tiramos o nosso sustento e mantemo-nos ligadas à ancestralidade. A despeito da nossa contribuição, somos alvo de discriminações de toda ordem, as quais não nos permitem, por gerações e gerações de mulheres negras, desfrutarmos daquilo que produzimos. Fomos e continuamos sendo a base para o desenvolvimento econômico e político do Brasil sem que a distribuição dos ativos do nosso trabalho seja revertida para o nosso próprio benefício. Consideramos que, mesmo diante de um quadro de mobilidade social pela via do consumo, percebido nos últimos anos, as estruturas de desigualdade de raça e de gênero mantêm-se por meio da concentração de poder racial, patriarcal e sexista, alijando a nós, mulheres negras, das possibilidades de desenvolvimento e disputa de espaços como deveria ser a máxima de uma sociedade justa, democrática e solidária. Não aceitamos ser vistas como objeto de consumo e cobaias das indústrias de cosméticos, moda ou farmacêutica. Queremos o fim da ditadura da estética europeia branca e o respeito à diversidade cultural e estética negra. Estamos em Marcha para exigir o fim do racismo em todos os seus modos de incidência, a exemplo da saúde, onde a mortalidade materna entre mulheres negras estão relacionadas à dificuldade do acesso aos serviços de saúde, à baixa qualidade do atendimento recebido aliada à falta de ações e de capacitação de profissionais de saúde voltadas especificamente para os riscos a que as mulheres negras estão expostas; da segurança pública cujos operadores e operadoras decidem quem deve viver e quem deve morrer mediante a omissão do Estado e da sociedade para com as nossas vidas negras. Denunciamos as batalhas solitárias contra a drogadição e a criminalização do nosso povo e contra a eliminação de nossas filhas e filhos pelas forças policiais e pelo tráfico, há muito tempo! Denunciamos o encarceramento desregrado de nossos corpos, vez que representamos mais de 60% das mulheres que ocupam celas de prisões e penitenciárias deste país. Ao travarmos batalhas solitárias por justiça num quadro de extrema violência racial, denunciamos a cruel violência doméstica que vem levando aos maus tratos e homicídios de mulheres negras, silenciados em dados oficiais. Lutamos pelo fim do racismo estrutural patriarcal que promove a inoperância do poder público e da sociedade sobre a exterminação da nossa população negra . Estamos em marcha para reivindicamos o livre culto de nossas divindades de matriz africana sem perseguições, nem profanações e depredações de nossos templos sagrados. Estamos em marcha contra a remoção racista das populações das localidades onde habitam.Lutamos por moradia digna; por cidades que não limitem nosso direito de ir e vir e contra a segregação racial do espaço urbano e rural; por transporte coletivo de qualidade; por condições de trabalho decente nas diferentes profissões que exercemos. Valorizamos nosso patrimônio imaterial em terreiros, escolas de samba, blocos afros, carimbó, literatura e todas as demais manifestações culturais, definidoras da nossa identidade negra. Estamos em marcha porque somos a imensa maioria das que criam nossos filhos e filhas sozinhas, as chefes de famílias, com parcos recursos e o suor de nosso único e exclusivo trabalho. Estamos em Marcha:
pelo fim do femicídio de mulheres negras e pela visibilidade e garantia de nossas vidas;
pela investigação de todos os casos de violência doméstica e assassinatos de mulheres negras, com a penalização dos culpados;
pelo fim do racismo e sexismo produzidos nos veículos de comunicação promovendo a violência simbólica e física contra as mulheres negras;
pelo fim dos critérios e práticas racistas e sexistas no ambiente de trabalho;
pelo fim das revistas vexatórias em presídios e as agressões sumárias às mulheres negras em casas de detenções;
pela garantia de atendimento e acesso à saúde de qualidade às mulheres negras e pela penalização de discriminação racial e sexual nos atendimentos dos serviços públicos;
pela titulação e garantia das terras quilombolas, especialmente em nome das mulheres negras, pois é de onde tiramos o nosso sustento e mantemo-nos ligadas à ancestralidade;
pelo fim do desrespeito religioso e pela garantia da reprodução cultural de nossas práticas ancestrais de matriz africana;
pela nossa participação efetiva na vida pública. Buscamos num processo de protagonismo político das mulheres negras, em que nossas pautas de reivindicação tenham a centralidade neste país. Nosso ponto de chegada e início de uma nova caminhada é 18 de novembro de 2015 dentre as atividades do Mês da Consciência Negra. Conclamamos, a todas as mulheres negras, para que se juntem a esse processo organizativo, nos locais onde estiverem, e a se integrarem nessa Marcha pela nossa cidadania. Imbuídas da nossa força ancestral, da nossa liberdade de pensamento e ação política, levantamo-nos – nas cinco regiões deste país – para construir a Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver, para que o direito de vivermos livres de discriminações seja assegurado em todas as etapas de nossas vidas. ESTAMOS EM MARCHA !
“UMA SOBE E PUXA A OUTRA!”




Brasil, 25 de Julho de 2014. Comitê Impulsor Nacional da Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver 2015

As mudanças climáticas já são a maior ameaça à vida no planeta, mas seus efeitos não chegam igual para todo mundo. Mulhe...
19/09/2026

As mudanças climáticas já são a maior ameaça à vida no planeta, mas seus efeitos não chegam igual para todo mundo. Mulheres negras, quilombolas, indígenas, trans e travestis estão entre as mais impactadas pelo racismo ambiental, e ao mesmo tempo são protagonistas de resistências e soluções que a comunicação tradicional insiste em não contar. 🌍✊🏾

Pensando em mudar essa realidade, nasce o curso “Heroínas da Justiça Climática”: uma formação para comunicadoras negras que querem incidir política e narrativamente no debate ambiental, unindo teoria, prática e ancestralidade.

Se você é jornalista, estudante de comunicação ou comunicadora ativista negra e quer se aprofundar nessa pauta, esse curso é pra você.

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O Cerrado é o bioma mais antigo do mundo. Sua formação começou há pelo menos 65 milhões de anos. E esse ser ancestral te...
11/09/2026

O Cerrado é o bioma mais antigo do mundo. Sua formação começou há pelo menos 65 milhões de anos. E esse ser ancestral tem clamado por justiça. Suas tentativas de se fazer ouvir enquanto ser de direito tem gerado desgastes e cicatrizes profundas em seu corpo, e isso reverbera nas conexões com os outros biomas brasileiros.

Queimadas, secas, desmatamento, a luta contra as injustiças climáticas tem ainda devastado o Bem Viver de quem vive e protege esse bioma. Nos Brasis adentro, esse lugar vem sendo casa para mais de 25 milhões de pessoas. Sendo um dos biomas mais desprotegidos do mundo, a ameaça à sua existência se mostra nas disputas de poder econômico e até no âmbito internacional, ao mesmo tempo que acumula elementos fundamentais para a vida no planeta como as águas e a sociobiodiversidade.

Trata-se de um espaço geográfico, espiritual e ancestral sendo violentado pelo avanço do agro-hidronegócio – a água também se tornou moeda de negócios -, são pessoas que estão sendo afetadas e impossibilitadas de co-manterem o Cerrado de pé. Como vem afirmando a Articulação de Mulheres do Cerrado, são as mulheres negras e indígenas que formam linha de frente para protegerem suas famílias contra os mandos e desmandos dos homens brancos que comandam o agronegócio neste país.

“As mulheres estão no centro do território. Então, são elas que parem os territórios, mas também são elas que estão na linha de frente da defesa desses territórios que são completamente integrados aos biomas”, ressalta Ludimila Carvalho, do Quilombo Dona Juscelina e integrante da Comissão Pastoral da Terra (CPT), regional Araguaia – Tocantins.

“Não creio que precisava partir da Amazônia”, responde a paraense Nilma Bentes quando é perguntada se a Marcha das Mulhe...
05/09/2026

“Não creio que precisava partir da Amazônia”, responde a paraense Nilma Bentes quando é perguntada se a Marcha das Mulheres Negras precisava ter sido imaginada por uma mulher amazônida. Para a agrônoma e cofundadora do Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará, o CEDENPA, a proposta nasceu do “nível de inquietação da situação de invisibilidade que faz interpenetrar injustiças sócio-racial, de gênero e outras.”

A inquietação tem a escala de um bioma que ocupa cerca de 4,2 milhões de quilômetros quadrados do Brasil, quase metade do território nacional, e se estende por nove estados. A bacia amazônica atravessa oito países sul-americanos; 64% dela está em território brasileiro e concentra aproximadamente 80% do volume de água do país. Por 26 anos, Nilma analisou projetos rurais no Banco da Amazônia. Em um período de expansão do desmatamento financiado na região, incluía nos pareceres que assinava a cobrança pelo cumprimento do Código Florestal e pela preservação das reservas previstas em lei.

Leia a reportagem completa no site. Link na bio e nos stories.

Os saberes com e sobre os biomas se conectam ao pautar o protagonismo de quem se situa na proteção de seus territórios. ...
04/09/2026

Os saberes com e sobre os biomas se conectam ao pautar o protagonismo de quem se situa na proteção de seus territórios. Mulheres Negras são corpos-territórios, são Cerrado, Pantanal, Pampa, Caatinga, Mata Atlântica e Amazônia. Essa sociodiversidade também passa pela diversidade de estratégias e soluções climáticas contra o racismo socioambiental e as violências que são impostas sobre às mulheres negras.

Os textos desta série de reportagens “Heroínas da Justiça Climática: Série de reportagens sobre Mulheres Negras em defesa de seus biomas” levantam debates que perpassam por preocupações comuns em todos os biomas brasileiros e que têm impactado os modos de vida das mulheres negras em seus territórios.

O direito à água de qualidade, a falta de políticas públicas, as leis ambientais que são insuficientes e sem fiscalização adequada; a sobrecarga de cuidado que recai sobre as mulheres lideranças – a propósito, quem cuida quem cuida?; a busca cotidiana pelo esperançar, por viver em segurança e sem ameaças em seu próprio território, e a busca por Reparação e Bem Viver para os corpos-biomas, são alguns elementos apresentados pela série, que nos convida a compreender que assegurar o futuro da humanidade é, antes de mais nada, assegurar a sobrevivência da própria casa.

Estimulado pela Marcha Global das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver e pela reorganização do Comitê por Justiça Climática, as reportagens atuam em consonância com a importância das Mulheres Negras como intelectuais orgânicas e guardiãs territoriais biopolíticas de seus biomas. Cada mulher negra é um bioma de saberes e possibilidades, cada texto caminha nesse sentido acionando que a saída das injustiças climáticas e sociais está nos saberes ancestrais e na valorização das tecnologias que os territórios-biomas já utilizam constantemente para não sucumbirem e que são fertilizados/semeados pelas mão das mulheres.

Nós, do Comitê de Tecnologia da Marcha das Mulheres Negras, viemos a público manifestar nosso veemente repúdio aos ataqu...
21/08/2026

Nós, do Comitê de Tecnologia da Marcha das Mulheres Negras, viemos a público manifestar nosso veemente repúdio aos ataques que vêm sendo empreendidos contra o veículo de imprensa negra Revista Afirmativa.

A Revista Afirmativa, referência na defesa do direito à comunicação e na produção de narrativas e jornalismo afrocentrados, sofreu diversas tentativas de invasão e comprometimento de suas principais redes de comunicação, culminando na derrubada de seu site em 19 de agosto de 2026.

No Brasil, em um contexto de eleições gerais, ataques a veículos de comunicação, sobretudo às mídias negras, configuram uma grave violação de direitos, tanto das mulheres negras que lideram e dirigem esses espaços quanto das leitoras e dos leitores que buscam, nos veículos de imprensa independentes, notícias e informações comprometidas com a justiça e os direitos humanos.

Repudiamos, também, o assédio jurídico pelo qual a Revista Afirmativa vem passando, prática que vai totalmente de encontro aos princípios éticos da profissão e configura um ataque à liberdade de expressão e ao livre exercício da imprensa.

Repudiamos veementemente essas ações coordenadas, que atacam diretamente um veículo de comunicação sério, íntegro e comprometido com sua missão. Trata se de um ataque a toda uma categoria, jornalistas, comunicadoras e comunicadores, leitoras e leitores, defensoras e defensores de direitos humanos, e que deve ser denunciado e combatido pela sociedade civil organizada, pelos órgãos governamentais e por toda a sociedade brasileira.

O Comitê de Tecnologia da Marcha das Mulheres Negras se coloca em apoio e em defesa da Revista Afirmativa, dos direitos digitais e da liberdade de expressão, contra as violências facilitadas pelas tecnologias e em favor da dignidade, da segurança e dos direitos das mulheres negras.

O Bem Viver segue unindo mulheres negras num movimento global!A Marcha Global das Mulheres Negras por Reparação e Bem Vi...
03/08/2026

O Bem Viver segue unindo mulheres negras num movimento global!

A Marcha Global das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver segue nas alianças construídas entre mulheres negras do Brasil, da América Latina, do Caribe, da África e de toda a diáspora, fortalecendo uma agenda comum diante do avanço de forças conservadoras e do desmonte de direitos.

Em entrevista à rede GIFE, Ana Irma Rivera Lassén, advogada afro-porto-riquenha, feminista, defensora dos direitos humanos, ex-senadora de Porto Rico e integrante do Comitê Internacional da Marcha, afirma o Bem Viver como ferramenta política e chama atenção para uma questão urgente: quem permanece ao lado dos movimentos de mulheres negras quando o conservadorismo e forças neofacistas avançam?

Seguimos em marcha pela garantia do apoio às organizações que criam raízes nos territórios, sustentam comunidades e constroem respostas coletivas contra o racismo, o sexismo e as desigualdades.

Seguimos fortalecendo pontes, disputando recursos e construindo futuros.

Compartilhe e leia a entrevista completa em gife.org.br.

As Mulheres Negras do mundo seguem em Marcha!No dia 25 de novembro de 2025, cerca de 300 mil mulheres negras ocuparam a ...
31/07/2026

As Mulheres Negras do mundo seguem em Marcha!

No dia 25 de novembro de 2025, cerca de 300 mil mulheres negras ocuparam a Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Vindas de todas as regiões do Brasil e de mais de 40 países, elas transformaram a capital federal no centro da maior mobilização internacional de mulheres negras já construída a partir do Sul Global: a Marcha Global das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver.

Mas, para quem organizou aquele processo, a Marcha jamais foi concebida como um ponto de chegada. Ela era um ponto de partida.

E os quatro encontros dos webinários revelaram que a Marcha Global das Mulheres Negras inaugurou não só uma mobilização histórica, ela consolidou uma infraestrutura política internacional.

Os debates mostraram que o maior legado da Marcha das Mulheres Negras talvez seja a criação de uma rede internacional capaz de produzir pensamento, formular políticas, disputar narrativas e imaginar futuros que, durante séculos, foram considerados impossíveis.

🔗 Leia a matéria completa em institutoodara.org.br

A XII Marcha das Mulheres Negras do Rio de Janeiro está chegando!No domingo, 26 de JULHO de 2026, as mulheres negras do ...
21/07/2026

A XII Marcha das Mulheres Negras do Rio de Janeiro está chegando!

No domingo, 26 de JULHO de 2026, as mulheres negras do estado do Rio de Janeiro ocupam Copacabana.

A Rede de Mulheres Negras do Rio de Janeiro estará presente! Em marcha, sempre! ✊🏾

É por democracia. É contra o racismo. É por reparação e bem-viver.

Vem pra marcha vem, vem pra marcha vem e chame mais uma!

📍 Copacabana - RJ | Posto 02 | Concentração às 10h
Vem com a gente construir um Rio mais justo.

20/07/2026

Passada a COP 30, a quem interessa o debate e a incidência política no campo da Justiça Climática?

Embora o senso comum possa levar a crer que a agenda do clima seja exclusiva de organizações brancas e internacionais, historicamente, o Movimento de Mulheres Negras prova o contrário.

Somos nós, junto aos povos indígenas e de comunidades tradicionais, que sentimos primeiro os efeitos da crise climática, e também somos nós que pensamos primeiro em soluções ambientais baseadas nos conhecimentos ancestrais e na coletividade.

A partir da Marcha Global das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, criamos o Comitê das Mulheres Negras por Justiça Climática, um mecanismo para fortalecer a agenda do clima e potencializar nossa atuação em rede.

Assista ao vídeo e saiba mais!

Confira o relatório de comunicação da Marcha das Mulheres Negras!A comunicação da Marcha Global Mulheres Negras foi fund...
05/05/2026

Confira o relatório de comunicação da Marcha das Mulheres Negras!

A comunicação da Marcha Global Mulheres Negras foi fundamental no processo de articulação entre pessoas, instituições, territórios, redes e vozes que construíram a mobilização histórica que levou mais de 300 mil mulheres negras, de 40 países do mundo, a marcharem juntas no dia 25 de novembro de 2025.

Nossa comunicação foi estratégia, mas também foi relação, mobilização e disputa de sentido.

Ao longo desse percurso, a comunicação foi central na convocação, no engajamento e na circulação de narrativas sobre Reparação e Bem Viver, conectando experiências, fortalecendo vínculos e ampliando a presença das mulheres negras no debate público.

Esse relatório organiza esse percurso: não só o que foi feito, mas como foi construído, reunindo metodologias, ações, parcerias e resultados que evidenciam a comunicação como campo de incidência política e construção coletiva.

🌐 O conteúdo completo está no site: marchadasmulheresnegras.com.br

Curta, compartilhe, salve esse carrossel e amplie o alcance da nossa comunicação!

Endereço

Rio De Janeiro, RJ
22021

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