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Coletamos e entregamos em Guarulhos, São Paulo, Região Metropolitana, Interior e Litoral.

23/05/2022
Motoristas de vans e peruas e ultilitarios de pequeno porte faturam com restrição a caminhões em SP...A restrição a cami...
13/07/2020

Motoristas de vans e peruas e ultilitarios de pequeno porte faturam com restrição a caminhões em SP...

A restrição a caminhões em São Paulo gerou muitas reclamações de quem vive do transporte de cargas. Mas para os motoristas de veículos pequenos de transporte, como vans e peruas, a mudança trouxe aumento de trabalho e muita procura de empresas que precisam fazer as mercadorias chegarem ao comércio.

Com as novas regras, caminhões grandes não podem circular das 5h às 21h em uma área de 100 km² determinada pela prefeitura. Os Veículos Urbanos de Carga (VUCs), com até 6,3 metros de comprimento, precisam respeitar um rodízio, determinado pelo fim da placa. Para compensar a falta dos caminhões, muitas transportadoras optam por veículos menores, o que aumentou o número de entregas de muitos motoristas.

13/07/2020

Motoboys e entregadores também estão na linha de frente durante pandemia de coronavírus....

Um serviço que tem sido fundamental durante o isolamento social é o de entrega em casa. E além de dar conta de tantos pedidos, esses profissionais ainda tem outro desafio.

Quando todo mundo se espreme nas ruas, eles conseguem passar. Quando quase ninguém está nas ruas, eles continuam passando.

Nos dois extremos da metrópole, os entregadores fazem a vida de muita gente andar.

Eliel da Silva é motoboy há 13 anos. Com São Paulo tão deserta, os caminhos dele estão mais seguros e mais rápidos. O tipo de entrega já mudou nessas semanas de confinamento.

“Como tava tendo aquela mudança de home office, as pessoas saindo do escritório para as suas casas, a gente tava fazendo retirada de notebook, levando pra residência, pegando uma planilha levava pra residência. Agora não está tendo mais. Aí depois começou a migração para o delivery”, conta o motoboy

“Aquele trabalhador que entrega documento, é aquele trabalhador que faz serviço de banco, faz serviço de cartório, pra esse trabalhador não tá tendo demanda. Agora para o trabalhador que entrega delivery, entrega remédio, pra esses trabalhadores a demanda aumentou um pouco sim”, diz o presidente do Sindicato dos Motoboys de SP, Gil Almeida.

Como outros profissionais, os entregadores estão se expondo pra que muita gente possa ficar protegida em casa.

“Eles são das profissões mais expostas porque eles circulam no ambiente externo, vão no restaurante, vão na casa do cliente, vão no posto de gasolina e são múltiplos contatos humanos e são chances de contrair infecção e também de transmitir. As empresas têm que garantir condições de trabalho pra esses profissionais que normalmente são precarizados, tem que garantir álcool gel. Por parte do cliente, se tiver com sintomas respiratórios principalmente, evitar o contato direto”, explica o infectologista Gerson Salvador.

Até uma caneta compartilhada pode transportar o vírus. A embalagem do pacote, também.

“As embalagens podem ser também um meio de transmissão, então quando a pessoa recebe um pacote em casa, o ideal é que despreze essa embalagem. E se for uma embalagem pra ser guardada, ela também pode ser higienizada com detergente ou com álcool 70%”, explica o infectologista.

O Sindicato dos Motoboys de São Paulo vem distribuindo para os entregadores álcool em gel e lencinhos pra que eles limpem o celular e partes da moto.

E, no fim, do dia, os entregadores precisam ter cuidado pra não entrar em casa com roupa suja.

“Uso um dia lava o outro, uso um dia e vai trocando sempre a muda da roupa”, conta o motoboy Eliel.

A categoria dos motoboys reúne muita gente que perdeu o emprego que tinha antes e começou a ganhar a vida assim. Nesse momento que estamos vivendo agora, novos motoboys já começam a aparecer.

Conhecemos o Fabiano Santos no primeiro dia dele como motoboy. Ele é manobrista de um hotel - que quase não tem mais movimento.

“A garagem fechou. Deixou só dois funcionários lá”, conta.

Por enquanto, Fabiano tá em férias coletivas.

“Não sei se a gente volta logo, se não volta. Sei que as contas tá aí, não tem como. Família, pago aluguel. Então, tem que se virar”, comenta.

Inspirados em caminhoneiros, motoboys organizam Greve contra APP´s de entregas
13/07/2020

Inspirados em caminhoneiros, motoboys organizam Greve contra APP´s de entregas

Pesquisa aponta processo de retomada no transporte...Pesquisa do Departamento de Economia (Decope), da NTC&Logística, mo...
13/07/2020

Pesquisa aponta processo de retomada no transporte...

Pesquisa do Departamento de Economia (Decope), da NTC&Logística, mostra que o transporte de carga pode ter iniciado uma curva de recuperação. A queda na demanda do setor, que estava em 41,3% na semana de 18 a 24 de maio, baixou para 39,7% no período de 25 a 31 de maio, e para 38,2%, entre 31 de maio e 7 de junho.

“Não é o caso de soltar fogos, mas parece haver uma tendência de melhora”, afirma o responsável pelo estudo, o engenheiro Lauro Valdívia. “Acredito que, com a reabertura da economia no Estado de São Paulo, teremos uma recuperação mais significativa agora”, complementa.

Ele alega, no entanto, que recuperar todos os os prejuízos causados pela pandemia vai ser um processo demorado e há dúvidas no horizonte. “Ainda não sabemos se as pessoas vão voltar a consumir ou se vão ficar com medo. Ainda não sabemos quantas empresas encerraram suas atividades, quantas pessoas ficaram sem emprego.”

Questionado sobre a estimativa de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro irá recuar 8% neste ano, Valdívia responde: “Pode cair mais, o estrago foi muito grande. Se a greve dos caminhoneiros (de 2018), que durou 10 dias, teve aquele impacto, imagina agora essa crise que já dura meses”, declara.

Para o engenheiro, o Brasil leva uma desvantagem em relação ao resto do mundo no processo de recuperação: a crise política. “O governo não ajuda muito. O presidente (Jair Bolsonaro) não contribui para a conciliação, para a solução dos problemas.”

Valdívia defende que a União libere mais dinheiro para salvar empresas e empregos. “Você vê a Europa, liberou um trilhão de euros. É o equivalente a um PIB do Brasil. Os Estados Unidos também estão colocando muito dinheiro. Precisávamos fazer o mesmo.”

O alto risco de percorrer trechos desconhecidos....Mais uma vez, os poucos quilômetros de estradas no entorno de Belo Ho...
13/07/2020

O alto risco de percorrer trechos desconhecidos....

Mais uma vez, os poucos quilômetros de estradas no entorno de Belo Horizonte ganharam as TVs e jornais por acidente envolvendo caminhão. No caso, carreta vanderleia, puxada por Scania 113, com carga de cervejas. O pior é que houve vítima fatal. Welerson Estanislau Paggio, de 43 anos retornava do trabalho noturno e foi atingido pelo conjunto de seis eixos nas primeiras horas do dia. Ele trafegava na pista oposta. Seu carro Gol foi empurrado para fora do asfalto e os veículos despencaram em uma grota de 7 metros. Paggio morreu no local.

O envolvimento de pesados em acidentes na chegada Sul de BH virou registros de repetição. Ao contrário de outras capitais, as vias utilizadas por quem vem do Rio, Zona da Mata e Campos das Vertentes, tem de cair na BR-040 e superar o maciço da Serra do Curral. A partir dali, é descer travado até as cidades vizinhas de BH e Contagem.

Há uma variação de altitude de uns 500 metros. Quem não toma cuidado acaba rodando no limite ou acima. Mas a tocada segura seria em velocidade inferior à indicada, até pelas placas de sinalização, que é de 60 km/hora, conferida por dois radares.

Após várias e dramáticas ocorrências, atribuídas à falta de freios, a via (MGC-356) ganhou restrição para veículos com carga acima de 5 toneladas. Parece um exagero de ‘leveza’, mas tantas foram as perdas de vidas e materiais, que a prefeitura de BH baixou a proibição. Naturalmente, conforme o órgão com jurisdição sobre a via, o DEER-MG.

O motorista do Scania saiu de Petrópolis (RJ) e alcançou o alto da serra pela manhãzinha de 17 de junho. No entendimento do tenente André Muniz, da PMRv (PM Rodoviária), presente ao evento, “ele deve ter errado o caminho, já que seu destino seria Contagem”. A partir daí reabre-se a antiga discussão: a sinalização local de DNIT/Via040 (esta, a concessionária da BR-040) informa certo para entendimento rápido?

VIA SECUNDÁRIA – Há quem ache que não. A entrada para o ‘anel horrordoviário’ de BH – leia-se também, continuação da BR-040 – é feita por pista lateral de 7 m de largura, que leva o condutor a supor tratar-se de via secundária. Seria por aqui ou por ali? No seu tosco ‘plano de viagem’, o motorista segue em frente, pegando a decida errada.

Faltou familiarização com o trecho. Os americanos fizeram uma rodo-pesquisa sobre o tema. É uma abordagem inusitada e bem difícil de chegar a resultados confiáveis. Teve o patrocínio da NHTSA, que é a agencia federal da segurança do tráfego estradal.

Por 33 meses foram analisados 963 casos filtrados de 120 mil colisões com vítimas, inclusive fatais. O trabalho abrangeu 141 mil caminhões de grande porte. Os autores partiram da seguinte pergunta-título: “Você conhece as três principais causas de acidentes?”

Começaram pela mais comum: a velocidade elevada diante das condições da via. Neste quesito eles apuraram o fator 23%, como causa da colisão. Depois vieram os problemas nos freios, com participação de 29%. Isto mostra que a falta de boa manutenção nos sistemas de frenagem não ocorre só no Brasil.

ESTRANHO TRECHO – Finalmente viraram para falta de prévio conhecimento do trecho, como 22% das causas. Tão significativo quanto surpreendente. Pelo menos pouco citado no levantamento de acidentes. A não ser que extraia o ilustre desconhecido da vala comum da “falta de atenção”. O vago item é computado nas apurações da nossa Polícia Rodoviária Federal.

Segundo os autores da pesquisa, “ninguém pode dirigir por todas as estradas, sem estudo antecipado das distâncias, rotas, curvas, etc”. O desleixo faz com que transitar no estranho trecho aumenta os riscos em 100%.

As conclusões dos Estudos de Causas das Colisões entre caminhões pesados (LTCCS – sigla em inglês) afirmam que o jeito de chegando-lá-a-gente-vê é a pior forma de partir como ‘rodo-confuso’. Para os pesquisadores “não planejar é o mesmo que planejar a própria falha”.

MURETA CHOCHA – Ao sinistro do Scania cabe considerar ainda que o conjunto cavalo/carreta colidiu com a mureta separadora de pistas e invadiu o outro lado. Ali a estrada mais uma vez não entregou o que deveria. A conhecida barreira New Jersey “não reconduziu o veículo à pista de tráfego, com desacelerações suportáveis pelo corpo humano e os menores danos possíveis ao veículo e ao próprio dispositivo”.

O anteparo rígido não continha a ferragem prevista pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas (NB – 688). Era um toletão de concreto, fundido sobre a divisória, mas não ancorado à base. Na duplicação da rodovia Fernão Dias, viu-se muito disso. Já no trecho paulista (DER –SP), ao contrário, houve extensos reforços com vergalhões.

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Guarulhos, SP
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